O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O IBGE também divulga o volume de serviços em outubro e os desdobramentos da PEC dos precatórios também ficam no radar
O esperado rali de final de ano da bolsa brasileira não contava com a chegada de uma nova variante da covid-19 para frustrar os planos de alta do Ibovespa. Os principais índices do mundo amanheceram em busca de ganhos, mas o avanço da cepa ômicron injetou ainda mais cautela nos mercados na manhã desta terça-feira (14).
Os investidores internacionais aguardam a divulgação da política monetária do Federal Reserve, o que aumenta a aversão ao risco até a quarta-feira (15), em uma semana recheada de Bancos Centrais.
No panorama doméstico, a ata do Copom deve corrigir o tom mais agressivo do BC brasileiro contra a inflação. Na última leitura, o IPCA veio abaixo do esperado, apesar de já acumular alta de mais de 10% no ano. A expectativa é de que o Copom reveja a contratação de uma nova alta nos juros ainda no início de 2022.
No pregão de ontem (13), o Ibovespa chegou a subir, mas inverteu o sinal e — ao melhor estilo Lewis Hamilton — fechou em queda de 0,35%, aos 107.383 pontos.
Confira o que mais deve movimentar a bolsa hoje:
Depois de subir os juros básicos da economia para 9,25% ao ano, na última reunião do Comitê de Política Monetária, o Banco Central voltou à cena com a ata do Copom.
Leia Também
O tom mais duro da autoridade monetária contra a inflação elevou os temores do mercado, que já espera uma nova alta na Selic logo nas primeiras reuniões do Comitê em 2022. Apesar de controlar a alta de preços, os juros mais altos encarecem o crédito e limitam a retomada da economia.
A divulgação da ata deve trazer um tom mais ameno para acalmar o mercado como um todo, apesar das preocupações do Copom com a inflação em mais de 10%. Além do IPCA disparado, os investidores também esperam que a ata traga mais detalhes sobre a atividade mais fraca.
O IBGE divulga hoje o volume de serviços em outubro, que deve registrar queda de 0,1% em outubro na mediana das projeções de especialistas ouvidos pelo Broadcast. Na comparação anual, a mediana aponta para uma alta de 9,4%.
Ainda hoje, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, participa de dois eventos em que deve comentar a ata do Copom.
Está marcada para hoje a votação na Câmara das mudanças feitas pelos senadores no texto da PEC dos precatórios. O texto foi fatiado pelos deputados, o que garante que os recursos para o Auxílio Brasil, antigo Bolsa Família, sejam votados com maior agilidade.
Os temores envolvendo a variante ômicron da covid-19 se intensificaram após a primeira morte pela nova cepa confirmada no Reino Unido. Somado a isso, a chegada da mutação do coronavírus à China também afetou os negócios por lá.
A variante ômicron aparenta ser mais transmissível do que a delta, mas menos letal, de acordo com dados de estudos preliminares. Por outro lado, ainda não se sabe exatamente a extensão da eficácia das vacinas disponíveis contra a nova cepa.
A cautela dos mercados hoje também é intensificada com a proximidade da decisão de política monetária do Fomc, o Copom americano. De acordo com o portal Yahoo Finance, analistas já afirmam que o Federal Reserve pode estar “atrás da curva” da inflação, o que exige uma reação mais intensa do BC americano.
E “reação mais intensa” significa essencialmente uma retirada de estímulos mais intensa e antes do esperado, juntamente com uma alta da taxa de juros ainda no primeiro semestre de 2022.
O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, dispensou o discurso de inflação transitória nos EUA e já considera tomar medidas mais duras para conter a alta de preços.
Os principais índices asiáticos fecharam o pregão desta terça-feira em queda, após a confirmação de casos da ômicron na China continental. O cerco do gigante asiático contra o setor de tecnologia também pressiona os negócios na região.
Já na Europa, os investidores perderam parte do apetite de risco e as bolsas recuam com temores envolvendo a variante ômicron.
Em Nova York, os futuros das bolsas chegou a subir com mais ânimo, mas perderam fôlego e passaram a cair com a cautela envolvendo o avanço da nova cepa do coronavírus no mundo.
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação