O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Enquanto os investidores locais seguem precificando uma melhora do clima político em Brasília, lá fora o destaque é a temporada de balanços
Na expectativa de menos atritos políticos e de um avanço da agenda liberal do governo, os mercados seguem repercutindo de forma positiva a vitória de Arthur Lira e de Rodrigo Pacheco no Congresso. Os novos chefes das casas legislativas devem entregar ao presidente Bolsonaro um conjunto de intenções do Congresso, com uma agenda de prioridades.
No exterior, temos um dia carregado com a repercussão dos balanços de big techs (Amazon e Alphabet) e o andamento das negociações do pacote fiscal trilionário no Congresso americano.
Encerradas as eleições para o comando da Câmara e do Senado, o Ibovespa, que já vinha precificando uma vitória governista, reagiu positivamente.
Para os investidores, com Rodrigo Pacheco no Senado e Arthur Lira na Câmara, o Executivo deve ter um alinhamento maior com o Congresso e a equipe econômica finalmente não encontrará grandes empecilhos para tocar a sua pauta de reformas e privatizações. Outra leitura que predomina no mercado, é a de que o compromisso com o teto de gastos deve ser respeitado.
Ainda que o Ibovespa tenha fechado longe das máximas do dia, o principal índice da bolsa brasileira fechou em alta de 0,61%, a 118.233,81 pontos.
O dólar, assim como o mercado de juros futuros, também refletiram esse alívio com a questão fiscal e a perspectiva de menos atritos políticos nos próximos anos. A moeda americana encerrou o dia em queda de 1,74%, a R$ 5,3548.
Leia Também
Antes da abertura oficial do ano legislativo, que acontece na tarde de hoje, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco devem entregar ao presidente Bolsonaro um conjunto de intenções do Congresso, com uma agenda de prioridades para o ano de 2021. Além de questões envolvendo o orçamento e reformas, a lista deve contar também com medidas que facilitem a vacinação e controle da pandemia do coronavírus no país.
O cenário local não foi a única razão para o ânimo dos investidores na sessão de ontem. O exterior fortemente positivo impulsionou os negócios em escala global.
Uma das principais razões para a recuperação foi uma "volta à normalidade", com a queda de volume de movimentações vindas dos pequenos investidores pessoa física. Na semana passada, esse movimento especulativo que tomou conta das bolsas americanas havia derrubado os principais índices e levado grande volatilidade aos negócios.
Além disso, temos também um otimismo com as negociações entre republicanos e democratas em torno do pacote fiscal de US$ 1,9 trilhão proposto pelo presidente americano Joe Biden.
O clime de otimismo influenciou as negociações na Ásia durante a madrugada. As bolsas do continente fecharam em alta, com exceção da China. No país, dados mais fracos da economia chinesa pesaram. O Índice de Gerente de Compras (PMI) composto desacelerou a 52,2 em janeiro.
Os dados da atividade na zona do euro também desegradaram os investidores. Em compensação, a inflação acima do esperado balanceou os efeitos negativos da notícia, que tem efeito limitado sobre as bolsas europeias agora pela manhã. No Velho Continente os investidores deixam o foco nas notícias sobre vacinas e na temporada de balanços.
No front das vacinas, a novidade é que a CureVac e a GlaxoSmithKline irão desenvolver um imunizante contra as novas variantes do vírus. Já no noticiário corporativo, o foco está no balanço da matriz do Banco Santander. O lucro trimestral veio abaixo do esperado, mas novas metas de rentabilidade animaram os investidores.
Nos Estados Unidos, os índices futuros indicam uma abertura no positivo. As bolsas americanas devem ser influenciadas pelos números positivos de Amazon e Alphabet, que entregaram resultados positivos na noite de ontem.
Além dos dados já divulgados na Europa, teremos também o anúncio das leituras do PMI de serviços e composto no Brasil (10h) e nos Estados Unidos (11h45). No Brasil, destaque para a divulgação do balanço de dois bancões: santander (antes da abertura do mercado) e Bradesco (após o fechamento).
Também fica no radar dos investidores o relatório de empregos do setor privado dos EUA (10h15) e o relatório de produção de 2020 da Vale, após o fechamento.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM