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Na noite de ontem, o presidente Donald Trump assinou o novo pacote fiscal de US$ 900 bilhões, encerrando uma disputa de meses
O acordo comercial entre a União Europeia e Reino Unido em torno do Brexit e o novo pacote americano de socorro foram dois dos assuntos que mais pesaram nos mercados nas últimas semanas. No entanto, nessa segunda-feira, os dois temas são motores para a alta das bolsas internacionais.
Isso porque as duas pautas tiveram um desfecho positivo nos últimos dias. Na véspera de Natal, o esperado acordo pós-Brexit entre União Europeia e Reino Unido foi concluído. Na noite de ontem, o presidente Donald Trump assinou o novo pacote fiscal de US$ 900 bilhões, que inclui uma nova rodada de ajuda aos americanos e evitou que o governo entrasse em shutdown.
A pandemia também segue em primeiro plano, com o mercado monitorando o andamento da vacinação em diversos países - e o atraso do Brasil com relação ao tema.
Na semana passada, o Ibovespa fechou em alta de 1%, aos 117.806,85 pontos, antes da pausa para o feriado. O dólar, no entanto, também subiu, encerrando a sessão em alta de 0,73%, a R$ 5,1998.
Enquanto a bolsa brasileira estava fechada, os mercados abriram por pelo menos meio período da Europa e nos Estados Unidos. A aprovação de um acordo comercial pós-Brexit entre União Europeia e Reino Unido foi um dos motores para otimismo, mesmo diante da baixa liquidez pré-feriado.
Ontem, o presidente americano Donald Trump finalmente assinou o novo pacote de ajuda fiscal de US$ 900 bilhões, encerrando um impasse que durou meses.
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Durante a madrugada, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta. Um dos destaques negativos na região foi a queda dos papéis do Alibaba, após o governo chinês anunciar uma investigação antitruste contra a empresa. Agora cedo, os índices futuros em Wall Street e as principais praças europeias também avançam.
O clima de fim de ano segue na agenda desta segunda-feira, que não apresenta indicadores importantes previstos. No Brasil, o destaque do dia fica com a divulgação da Balança comercial semanal (15h) e a sondagem da indústria de dezembro (8h).
Na semana, o destaque fica sendo o índice de atividade industrial dos Estados Unidos na quarta-feira (28) fica sendo o destaque da semana. No mesmo dia, o índice de gerentes de compras (PMI) chinês indica o ritmo de recuperação da segunda maior economia do mundo.
Confira um resumo dos principais eventos da semana.
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