O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os balanços do terceiro trimestre devem mostrar a força das empresas para a retomada pós-pandemia. Nesta semana, Weg e Hypera são os destaques
Você piscou e entramos mais uma vez na temporada de balanços. Depois dos resultados sangrentos do segundo trimestre, refletindo o pior momento da crise do coronavírus, os números do terceiro trimestre devem dar uma dimensão maior sobre a capacidade de recuperação do mercado brasileiro.
Quais serão os setores e empresas vencedoras desse período tão delicado? Isso a gente só vai descobrir no meio de novembro, quando todas as empresas já tiverem divulgado os seus resultados, mas temos um mês inteirinho que promete ser de altas emoções para o mercado.
A largada foi dada pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), na última quinta-feira. Ainda estamos aquecendo os motores. Nesta semana, outras duas empresas do Ibovespa irão divulgar os seus resultados: Hypera (HYPE3) e Weg (WEGE3).
Até o fim do período de divulgação, você pode acompanhar os principais resultados e saber o que esperar dos números das empresas do Ibovespa com a equipe do Seu Dinheiro. Ninguém gosta de ser pego desprevenido, não é mesmo?
Confira o calendário completo e as expectativas do mercado para Weg e Hypera, empresas que são os destaques da semana e que divulgam os seus resultados na quarta-feira e sexta-feira, respectivamente.
Não há como negar: a Weg (WEGE3) é uma das empresas que saem como vencedoras da crise do coronavírus. Enquanto o Ibovespa acumula queda superior a 14% no ano, a fabricante de equipamentos para indústria registra uma valorização superior a 130% desde janeiro. Nada mal para um ano marcado por uma pandemia e uma crise em escala global...
Leia Também
O ganho fenomenal de valor de mercado fez da Weg uma verdadeira fábrica de bilionários. No segundo trimestre, que compreendeu o primeiro período totalmente afetado pela crise do coronavírus, a Weg foi na contramão dos balanços vermelhos do último trimestre e divulgou um resultado sólido e forte que agradou e muito o mercado.
Aliás, solidez tem sido uma das principais características da companhia nos últimos anos — o que levou a uma expansão de lucro e receita mesmo no turbulento momento em que vivemos.
Enquanto muitas empresas viram o resultado virar pó, a Weg teve um lucro líquido de R$ 514,375 milhões no 2º trimestre, crescimento de 32,2% com relação ao ano passado. A receita líquida foi a R$ 4,063 bilhões, alta de 23,7% na mesma base de comparação. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) também teve uma alta expressiva de 36,3%, indo a R$ 732,2 milhões.
Para as analistas do Itaú BBA, a Weg deve continuar surpreendendo e pode ser um dos principais destaques do setor de bens de capital. Em relatório recente, a instituição projetou uma receita trimestral recorde, com alta de 33%, avanço de 42,9% no Ebitda e 37,6% superior ao valor registrado no terceiro trimestre de 2019.
As estimativas otimistas se baseiam nos resultados e justificativas apresentados no segundo trimestre — e, claro, na solidez demonstrada frente aos desafios. Na ocasião, a empresa informou que o maior impacto da pandemia nas suas operações foi na queda de demanda por equipamentos de ciclo curto — como motores comerciais e Appliance, tintas e vernizes e motores industriais.
Agora, a expectativa é de que a Weg consiga manter uma boa posição com os produtos de ciclo longo, mostrando resiliência no Brasil e também no mercado internacional. Além disso, os analistas do banco esperam que a empresa seja positivamente afetada pelo câmbio e ajustes operacionais eficazes da gestão.
A Weg divulga o seu resultado na próxima quarta-feira (20), antes da abertura do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.
Mesmo com a pandemia no radar, a Hypera Pharma, maior empresa do ramo farmacêutico do país, tem tido um ano bem agitado.
Com um portfólio variado de marcas, a companhia tem investido pesado para se firmar como a maior do seu setor, protagonizando aquisições relevantes, principalmente no que diz respeito a medicamentos OTC (sem obrigatoriedade de prescrição médica).
Em 2020, a companhia anunciou a compra de marcas importantes para enriquecer o seu portfólio, incluindo produtos da família Neosaldina e Dramin.
Mais recentemente, a Hypera concluiu a aquisição das marcas Buscopan e Buscofem, da alemã Boehringer Ingelheim - e estampou os cadernos esportivos ao anunciar um acordo de R$ 300 milhões para obter os naming rights da Arena Corinthians.
Mesmo diante do cenário de incerteza trazido pela pandemia do coronavírus, a visão dos analistas é que a companhia tem conseguido navegar de forma satisfatória pela crise.
No segundo trimestre, a Hypera foi fortemente beneficiada por um movimento que antecedeu as medidas de isolamento social: a corrida para as farmácias para o abastecimento de medicamentos isentos de prescrição médica.
Do lado negativo, com menos pessoas indo ao médico, a demanda por medicamentos caiu como um todo no varejo farmacêutico brasileiro. No entanto, desde o fim de maio a empresa já observava uma melhora do quadro, que deve ter se consolidado ao longo do terceiro trimestre, encerrado em setembro.
No segundo trimestre, a Hypera Pharma registrou um crescimento de 7,9% na receita líquida, a R$ 1,05 bilhão. O lucro líquido foi de R$ 396,4 milhões (alta de 17,6% com relação ao mesmo período do ano anterior).
Já levando em conta os possíveis impactos do coronavírus, a companhia reviu as suas projeções para 2020. A expectativa agora é que a Hypera tenha uma receita líquida de R$ 4 bilhões e um lucro líquido de cerca de R$ 1,3 bilhão.
A Hypera Pharma divulga os seus resultados na próxima sexta-feira (23), após o fechamento do mercado. Confira as estimativas do mercado, segundo os dados da Bloomberg.
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas
Com fluxo estrangeiro concentrado no Ibovespa, as small caps também sobem no ano, mas ainda não brilham. Werner Roger, CIO da Trígono Investimentos, conta o que falta para isso
Wall Street não parou nesta terça-feira (17), encerrando o pregão com alta modesta. Já na B3, o investidor troca a fantasia pelos gráficos e encara a ata do Fed em plena Quarta-feira de Cinzas.