O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No exterior, a preocupação com o avanço do coronavírus e a possibilidade de novos estímulos fiscais mantém o dia ameno
Nesta quinta-feira, os investidores locais devem reagir ao comunicado da última decisão de política monetária do Copom. Na noite de ontem, a instituição manteve a Selic em 2% ao ano, mas indicou que o 'forward guidance' pode ser abandonado em breve. Por aqui, hoje o destaque do dia fica com as vendas do varejo em outubro .
Lá fora, o clima é de altas moderadas nesta manhã, na expectativa pelo anúncio da decisão de política monetária do Banco Central Europeu. No entanto, o impasse em torno do novo pacote fiscal nos Estados Unidos e o avanço do coronavírus seguem sendo monitorados.
Hoje a decisão de juros vem da Europa. Os analistas esperam que o Banco Central Europeu continue apresentando medidas de estímulos, o que sustenta o viés positivo das ações da região nesta manhã.
Em compasso de espera pela decisão europeia, os índices futuros em Wall Street também amanhecem em alta.
Na Ásia, no entanto, os negócios fecharam o dia no vermelho. Isso porque os investidores preferiram focar a atenção nos pontos de tensão que ainda rondam o mercado.
É o caso do avanço do coronavírus na Europa e nos Estados Unidos, em uma velocidade e com números ainda mais assustadores do que a primeira onda. Novas medidas restritivas vêm sendo adotadas, o que deve impactar novamente a atividade econômica no curto prazo.
Leia Também
Com esse cenário em mente, outro fator que pesou no mercado foi o impasse em torno de um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos. Embora as conversas tenham voltado a acontecer, republicanos e democratas ainda parecem longe de um acordo.
Outro fator que pode pesar nos negócios hoje é a restrição de viagens de autoridades norte-americanas a Hong Kong, anunciada pela China. A medida é uma retaliação contra uma proposta semelhante sobre chineses em Washington. Segundo o Ministério das Relações Exteriores em Pequim, membros do governo dos EUA, membros do Congresso em Washington, funcionários de organizações não governamentais e seus familiares imediatos sofrerão sanções recíprocas.
O cenário externo negativo influenciou fortemente o Ibovespa ontem (9). Com as bolsas americanas realizando lucros, os investidores brasileiros também adotaram uma postura mais cautelosa.
Entre os fatores locais que mexeram com os investidores ontem, está a disputa entre Executivo e Legislativo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, voltou a cobrar ações para que a PEC Emergencial seja votada e o Orçamento de 2021 aprovado.
Com isso, o Ibovespa fechou o dia em queda de 0,7%, aos 113 mil pontos. O dólar subiu 0,9%, a R$ 5,1722
O Banco Central anunciou ontem a sua última decisão de política monetária do ano. Confirmando as expectativas do mercado, a instituição manteve a Selic em seu piso histórico de 2% ao ano. A taxa básica de juros permanece neste patamar desde agosto, mesmo com o avanço da inflação.
O comunicado da decisão voltou a defender que o aumento dos preços é um choque temporário. Outra novidade é que a autoridade monetária afirmou que o cenário para que as condições do 'forward guidance' - Selic baixa por um longo tempo - pode não ser mais satisfeito em breve. No entanto, a indicação do comunicado sugere que os juros devem se manter baixos por mais um tempo.
"No cenário de retirada do forward guidance, a condução da política monetária seguirá o receituário do regime de metas para a inflação, baseado na análise da inflação prospectiva e de seu balanço de riscos", disse o BC.
A tendência é que hoje os investidores repercutam os sinais do comunicado, com juros e dólar pressionados para baixo.
Um leilão extra de até US$ 800 milhões em swap cambial, convocado pelo BC, também deve trazer alívio ao câmbio nesta quinta-feira.
No exterior, o dia promete ser carregado de divulgações importantes. Primeiro, temos a divulgação da decisão de política monetária (9h45), seguida da coletiva da presidente do BCE, Christine Lagarde (10h30).
Nos Estados Unidos, temos a divulgação dos pedidos de auxílio-desemprego da última semana semana (10h30) e números da inflação (10h30).
No Brasil, também temos eventos importantes, como a divulgação das vendas no varejo no mês de outubro (9h) e a participação do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em evento online.
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas