🔴 INVISTA MELHOR USANDO O CLAUDE: PEGUE INGRESSO PARA A MASTERCLASS E GANHE UM E-BOOK  – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

taxa de juros

BC confirma expectativa e mantém Selic a 2% em última decisão do ano

Definição acontece em meio a um avanço da inflação; para BC, choque de preços é temporário; autoridade monetária indicou que forward guidance pode estar perto do fim

Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC)
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central (BC) - Imagem: Pedro França/Agência Senado

O Banco Central anunciou nesta quarta-feira (9) que decidiu manter a Selic em 2% ao ano, na última decisão do ano. A expectativa pela manutenção da taxa básica de juros era majoritária entre agentes do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Selic está no atual patamar desde agosto, depois de sucessivas reduções impulsionadas pela pandemia. De lá para cá, houve três reuniões do Copom (Comitê de Política Monetária), incluindo a desta quarta.

A definição da taxa de juros acontece em meio a um avanço da inflação. O BC comentou em decisão que o movimento dos preços deve seguir elevado, mas defendeu novamente que há um choque temporário. "As expectativas de inflação de longo prazo permanecem ancoradas".

[captacao]

Em comunicado, o Copom disse que o nível de ociosidade atual da economia pode produzir trajetória de inflação abaixo do esperado. "O risco se intensifica caso uma reversão mais lenta dos efeitos da pandemia prolongue o ambiente de elevada incerteza e de aumento da poupança precaucional".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O comitê ponderou que um prolongamento das políticas fiscais de resposta à pandemia que piore a trajetória fiscal do país ou frustrações em relação à continuidade das reformas, podem elevar os prêmios de risco.

Leia Também

PRÉVIA DO RESULTADO

Receitas em alta e ações de lado: balanço da SpaceX (SPCX) finalmente decolou? Saiba o que esperar

DESTAQUE NA IMPRENSA

Repórteres do Seu Dinheiro são vencedoras do prêmio +Admirados da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças

Retirada de indicação, mas juros seguem baixos

O BC considera adequado o atual nível de estímulo monetário que vem sendo produzido pela manutenção da taxa atual e pelo "forward guidance" - indicação de Selic baixa por um longo período.

Segundo a autoridade monetária, o cenário sugere que as condições para a manutenção do forward guidance podem não mais ser satisfeitas em breve - o que não implicaria mecanicamente uma elevação da taxa de juros, segundo o Copom.

"No cenário de retirada do forward guidance, a condução da política monetária seguirá o receituário do regime de metas para a inflação, baseado na análise da inflação prospectiva e de seu balanço de riscos", disse o BC.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o sócio da Acqua Investimentos Bruno Musa, a menção ao forward guidance com possibilidade de retirada foi a única novidade no comunicado — mas segue uma postura esperada dos bancos centrais. "A política monetária vai se manter da mesma forma e a Selic não muda antes do ano que vem", diz.

"É um comunicado hawkish, não porque vê chance de alta de juros no curtíssimo prazo, mas porque ele está preocupado com a inflação", diz Fabio Akira, economista-chefe da BlueLine Asset Management.

Akira menciona ainda a caracterização que o BC fez sobre os núcleos de inflação, afirmando, no comunicado, que o choque é temporário, "mas que segue monitorando sua evolução com atenção, em particular as medidas de inflação subjacente" — isto é, os preços que flutuam menos segundo choques de oferta.

A economista da Veedha Investimentos Camila Abdelmalack conta que estava até hoje projetando uma alta da Selic ano que vem a partir do segundo semestre, terminado em 3% ao ano. No entanto, ela diz aumentou a chance de a taxa terminar a 4% em 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a especialista, com estímulos dos BCs no exterior, pode haver excesso de liquidez. "A tendência seria de retomada do comércio internacional. Ainda teria a descompressão do câmbio, podendo haver pressão nas commoditties - o que pressionaria mais o IPCA de forma permanente."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Carro da Mega-sena encalhado 19 de outubro de 2026 - 6:48
Uma mão segura um despertador tocando, com um calendário ao lado 19 de outubro de 2026 - 6:04
Pé-de-Meia: programa federal que financia a permanência de estudantes no ensino médio público 19 de outubro de 2026 - 5:02
bolsa famíliaPessoa segura cartão do Bolsa Família, benefício com datas de pagamento previstas para 2026. 18 de outubro de 2026 - 6:48
Carro da Mega-sena encalhado 15 de outubro de 2026 - 7:07
Carteira de trabalho CLT 14 de outubro de 2026 - 22:42
13 de outubro de 2026 - 16:07
Mega-Sena é o carro-chefe das loterias da Caixa. 13 de outubro de 2026 - 7:19
calendário, agenda, economia 12 de outubro de 2026 - 18:00
Celular com homem usando plataformas de apostas online 12 de outubro de 2026 - 14:15
Robert E. Hall e Michael Woodford Ill, vencedores do Nobel de Economia de 2026. Foto: Ilustração de Niklas Elmehed para a Fundação Nobel 12 de outubro de 2026 - 9:06
10 de outubro de 2026 - 15:05
Eduardo Bolsonaro 8 de outubro de 2026 - 16:53
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar