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Antes da pausa para o feriado, as bolsas chinesas fecharam em baixa acentuada, refletindo o temor com o surto do novo vírus no país

Mesmo com os investidores ainda acompanhando de perto o desenrolar da situação envolvendo o coronavírus na China, a agenda econômica volta a ficar em destaque no Brasil, com a divulgação do IPCA-15.
A prévia da inflação oficial ajuda o mercado a recalibrar as expectativas pelas decisões do Copom. Os analistas esperam que o IPCA-15 desacelere de 1,05% a 0,70%.
O inflação e a atividade doméstica com uma recuperação mais lenta do que o esperado faz os investidores reverem suas apostas para a Selic. Muitos acreditam que o BC pode deixar de lado a 'cautela' e realizar mais um corte da taxa básica de juros em fevereiro. Os possíveis impactos de uma epidemia na China também devem ser levados em conta.
O ministro da Economia Paulo Guedes segue com a sua participação no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
Enquanto isso, no Brasil, o governo divulga a arrecadação de dezembro.
Lá fora, o Banco Central Europeu (BCE) divulga hoje sua política monetária. A expectativa é de que o juros se mantenha no atual patamar, mas que Christine Lagarde sinalize mudanças na estratégia de condução do órgão.
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Nos Estados Unidos, o dia é marcado pela divulgação dos números da atividade industrial.
E o mercado continua monitorando com atenção os desdobramentos do surto de coronavírus na China. O vírus, que se originou na cidade de Wuhan já infectou mais de 570 pessoas. Ao menos 17 mortes foram registradas.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) decide hoje se será declarado situação de emergência. A transparência e rapidez da China em atuar no caso tem servido como tranquilizante e chegou a injetar ânimo nas bolsas ontem.
Amanhã começam as celebrações do feriado do Ano Novo Lunar, que vão manter os mercados chineses fechados por uma semana. A expectativa é de que milhões de pessoas viajem , aumento os temores de disseminação da doença.
Na véspera da pausa, o principal índice do país, o Xangai Composto, caiu 2,75%. Já o Shenzen Composto teve queda de 3,45%. O restanta do mercado asiático também encerraram o pregão com perdas fortes.
As preocupações com o vírus também deixam as bolsas europeias no vermelho. Os índices futuros em Nova York rondam a estabilidade.
Ontem os mercados viveram um dia de correção depois das perdas acumuladas na semana. Impulsionado pelo noticiário corporativo, o Ibovespa fechou em alta forte de 1,17%, aos 118.391,36 pontos. O dólar também teve um dia mais calmo e caiu 0,71%, a R$ 4,1753.
O Brexit já tem data para acontecer. O Parlamento Britânico finalmente deu o seu aval e a saída do Reino Unido da União Europeia está marcada para o dia 31 de janeiro.
Agora, eles aguardam a sanção da Rainha Elizabeth II e a aprovação no Parlamento Europeu, que deve votar a matéria na próxima quarta-feira.
Rodrigo Maia está otimista e acredita que a Comissão Mista para a reforma tributária deve ser instalada na primeria semana de fevereiro, com a aprovação da matéria ainda no primeiro semestre.
No STF, o ministro Fux suspendeu a criação do juiz de garantias por tempo indeterminado. O veto vai contra as decisões do presidente Jair Bolsonaro e derruba a determinação do presidente do Supremo.
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS
VAI VOLTAR A BRILHAR
BALANÇO 1T26
FIM DO JEJUM