Menu
2019-12-03T09:02:31-03:00
Marina Gazzoni
Marina Gazzoni
CEO do Seu Dinheiro. É CFP® (Certified Financial Planner). Tem graduação em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais no Instituto Educacional BM&FBovespa. Foi Diretora de Conteúdo e editora-chefe do Seu Dinheiro, editora de Economia do G1 e repórter de O Estado de S. Paulo, Folha de S. Paulo e do portal IG.

Juro negativo no Tesouro Direto, PIB e Trump

3 de dezembro de 2019
9:02
Selo O Melhor do Seu Dinheiro; investimentos
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

A nova era de juros baixos no Brasil trazem uma novidade peculiar: a taxa negativa no Tesouro Direto. O dia pede atenção para os novos ataques de Donald Trump e para a divulgação do PIB brasileiro do terceiro trimestre. 

Veja os destaques de hoje:

Mercados

• A bolsa brasileira ignorou as pressões negativas dos mercados americanos e fechou no azul ontem. O Ibovespa subiu 0,64%, para 108.927,83 ontem. O dólar à vista caiu 0,68%, para R$ 4,2119.

• E, por incrível que pareça, o melhor desempenho do Ibovespa foi justamente a ação da CSN (alta de 5,73%). A decisão de Trump de sobretaxar o aço brasileiro não abalou as siderúrgicas. As ações da Usiminas e Gerdau também subiram. O Victor Aguiar explica o motivo.

• E o que vai pautar os mercados hoje? Os investidores devem prestar atenção nos dados do PIB do terceiro trimestre brasileiro, que será divulgado às 9h. O mundo também segue de olho nas afirmações (ou tuítes) de Donald Trump. Depois de mirar no Brasil e Argentina ontem, hoje ele afirmou que pretende taxar  os produtos da França.

Investimentos

• O juro negativo chegou ao Tesouro Direto.  Isso é um fenômeno raro da economia brasileira. A Julia Wiltgen mostra qual é este título, quanto ele (não) rende, por que isso aconteceu e o que levaria alguém a comprar ou vender este papel.

• O mercado de debêntures também está com rendimentos negativos. Pela primeira vez na história, o Índice de Debêntures Anbima ficou no vermelho.

Empresas

• A Odebrecht vai vender a Braskem em até três anos. É o que diz o novo plano de recuperação judicial da petroquímica, segundo o jornal Valor Econômico. A assembleia geral de credores do grupo acontece amanhã. 

• A privatização do Banco do Brasil está no radar do governo. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e sua equipe devem tentar convencer o presidente Jair Bolsonaro a aceitar vender a instituição pública, segundo o jornal O Globo, que afirma ter ouvido fontes próximas ao assunto.

•​​​​​​​ A startup de crédito brasileira Rebel levantou um aporte de US$ 10 milhões. Fundada em 2016, a startup usa um robô para conceder empréstimos de R$ 1 mil a R$ 25 mil. 

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Que pi… é essa?

Eu decidi sair do banco, mas não queria entrar em uma enrascada. Bem, acredito que eu tenha encontrado um portal para fugir dessa Caverna do Dragão das finanças. E cá estou para explicar essa descoberta.

REVIRAVOLTA

Ibovespa recua 3% e dólar vai a R$ 5,78 após STF anular condenações de Lula na Lava Jato

Diante de um cenário já negativo, a decisão aumenta o nível de incertezas domésticas, segundo analistas

Ajuda na crise

Guedes revela o valor do novo auxílio emergencial e diz que governo pode gastar mais se necessário

Os valores da nova rodada de auxílio emergencial irão de R$ 175 a R$ 375, sendo R$ 250 em média, de acordo com o ministro

apetite chinês

O ano do boi será o ano dos frigoríficos, e o Credit Suisse aponta melhor ação para aproveitar o momento

Peste suína africana nos rebanhos de suínos chineses e demanda por alimentos devem resultar em importação recorde de carne pela China

prepara o bolso

Mais um? Petrobras anuncia novo aumento nos preços do diesel e da gasolina

Diesel vai subir R$ 0,15 por litro e a gasolina será de R$ 0,23 por litro a partir de amanhã nas refinarias da empresa, diz Abicom

Interrompendo o casamento

Movida reforça pedido do Cade para barrar união entre Unidas e Localiza

De acordo com a companhia, isso geraria uma concorrência desleal no setor, com a nova empresa tendo 65% do mercado brasileiro de aluguel e 29% do mercado de frotas

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies