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Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial

Faltam menos de quatro meses para a Copa do Mundo começar, e Xi Jinping resolveu colocar seu time em campo. Mas, ao invés de atacantes, zagueiros e goleiro, o presidente da China convocou um grupo de investidores institucionais estatais para jogar.
A estratégia é que o time nacional de Xi modere o rali frenético das ações ligadas à inteligência artificial (IA), sinalizando a crescente preocupação da China com o risco de uma bolha financeira no setor.
O grupo, que existe há mais de uma década, funciona como uma espécie de fundo de estabilização dos mercados. Historicamente, ele intervém como comprador de ETFs (fundos de índices) e produtos indexados durante períodos de forte volatilidade.
Nas últimas semanas, fundos estatais e corretoras vinculadas ao governo reduziram silenciosamente suas participações em algumas das empresas de tecnologia mais valorizadas do país.
Segundo o Goldman Sachs, na segunda quinzena de janeiro houve saídas de quase US$ 110 bilhões de ETFs domésticos focados na China, sugerindo uma pressão vendedora significativa, consistente com a atuação da equipe nacional.
O movimento ocorre após meses de ganhos extraordinários, nos quais empresas locais viram suas avaliações dispararem na expectativa de que a China consiga rivalizar com os avanços da OpenAI e da Nvidia.
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Analistas afirmam que a intervenção é uma tentativa clássica de Pequim de manter a estabilidade do mercado, e que muitas das empresas de IA chinesas ainda não apresentaram lucros significativos, apesar do salto nos preços das ações.
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Estimativas sugerem que o grupo detém uma exposição equivalente a cerca de 6% da capitalização de mercado das ações A da China, ressaltando a capacidade de influenciar a liquidez e o sentimento do mercado.
A intervenção sinaliza ainda, de acordo com analistas, uma preferência por um ambiente de “alta lenta”, caracterizado por ganhos constantes em vez de altas rápidas e propensas à volatilidade.
*Com informações do The Wall Street Journal
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