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UBS WM revisou o alvo para o índice MSCI Emerging Markets para 1.680 pontos até dezembro de 2026, representando um potencial de dois dígitos, ancorado em uma previsão de crescimento de lucros de 33% para as empresas desses países
Enquanto o cenário global parece um tabuleiro de xadrez cada vez mais complexo, o investidor que aposta no Brasil vai ganhando a partida. Segundo o UBS Wealth Management (UBS WM), os mercados emergentes continuam atrativos, e as ações brasileiras são os grandes destaques do grupo.
O banco suíço revisou o alvo para o índice MSCI Emerging Markets para 1.680 pontos até dezembro de 2026. Isso representa um potencial de dois dígitos, ancorado em uma previsão de crescimento de lucros de 33% para as empresas desses países.
O Brasil não está no radar do UBS WM apenas por sorte. Segundo os analistas Laura Smith, Alejo Czerwonko e Xingchen Yu, o país se destaca por uma combinação de fatores internos e externos que sugerem que ainda há muita lenha para queimar.
O Brasil é beneficiado por fundamentos econômicos robustos e por um ciclo doméstico de corte de taxas de juros, o que tende a impulsionar o mercado de ações.
Como grande exportador de commodities, o Brasil atua como uma proteção natural em um ambiente de preços de energia elevados.
Enquanto o aumento do petróleo é um vento contrário para importadores na Ásia, para o Brasil ele funciona como um vento a favor que sustenta o câmbio e os lucros corporativos.
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A bolsa brasileira é fortemente voltada para ativos reais, financeiras e setores cíclicos, oferecendo uma diversificação valiosa para as carteiras globais.
Mas há riscos no radar. O UBS WM alerta, contudo, para a volatilidade que pode surgir com a proximidade das eleições de outubro de 2026, além de riscos como uma queda brusca nas commodities ou choques políticos locais.
Se o Brasil brilha pelas commodities, o restante do mundo emergente é movido pela inteligência artificial (IA) e por ajustes estratégicos.
A Coreia do Sul, segundo o UBS WM, é um dos motores dos lucros emergentes. O país se beneficia da forte demanda por computação e da escassez de oferta de chips.
O banco projeta que a Coreia do Sul responda por quase dois terços do crescimento do lucro por ação dos emergentes em 2026.
Já Indonésia e Malásia figuram na lista de países atrativos do UBS WM, sendo considerados beneficiários de políticas domésticas de suporte e da alta das commodities.
No caso da China, o setor de tecnologia é classificado como o mais atrativo. O banco aposta em avanços em grandes modelos de linguagem (LLMs) e novos lançamentos de produtos de IA para destravar valor no setor.
Se antes era a queridinha, agora o UBS WM pisou no freio e rebaixou a Índia de atrativa para neutra.
O motivo? A alta sensibilidade da economia indiana aos preços dos combustíveis.
Com a energia cara por conta dos desdobramentos da guerra entre EUA, Israel e Irã, as projeções de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e dos lucros da Índia foram revisadas para baixo, limitando o espaço para cortes de juros por lá.
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