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Em entrevista à Fox News, presidente dos EUA diz que prefere negociar à distância, vê fim próximo da guerra no Oriente Médio e reclama de aliados
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (26) que não enviará representantes ao Paquistão para negociar com o Irã, mas garantiu que o conflito no Oriente Médio será encerrado “em breve” — com vitória estadunidense. A declaração foi dada em entrevista à Fox News.
Segundo Trump, a recusa em participar de negociações presenciais se deve à logística. “Se o Irã quer conversar, pode nos ligar ou vir aos EUA. Temos linhas seguras. Não vou enviar pessoas, são 17 ou 18 horas de voo”, disse.
O presidente acrescentou que, em um eventual acordo, Washington pretende apreender material nuclear de Teerã.
O republicano adotou um tom ambíguo ao comentar interlocutores iranianos. “Algumas pessoas com quem lidamos são razoáveis, outras não”, afirmou.
Trump também direcionou críticas à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), alegando falta de apoio dos aliados na condução do conflito. Em relação à China, evitou um tom mais duro. “Pequim poderia ter feito mais sobre o Irã, mas também poderia ter sido muito pior”, disse.
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Ao abordar outros focos de tensão global, o presidente classificou como “ridículo” o nível de hostilidade entre os líderes Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, afirmando manter contato com ambos — sem comentar quando ocorreram as últimas conversas.
Trump ainda confirmou a futura visita do rei Charles III aos Estados Unidos e projetou um encontro positivo. “Ele representa o Reino Unido como ninguém”, afirmou.
No campo doméstico, o presidente voltou a defender a construção de um salão de baile na Casa Branca, destacando o projeto como uma medida de segurança. A declaração ocorre após a tentativa de ataque durante o jantar da Associação de Correspondentes, no sábado (25).
“Estamos construindo um lindo e seguro Salão de Baile. Ele foi projetado com as Forças Armadas e o Serviço Secreto, com todos os recursos de segurança imagináveis”, disse. O projeto, estimado em US$ 400 milhões, está suspenso desde março por decisão judicial que exige aprovação do Congresso.
Trump afirmou que ele e a primeira-dama, Melania Trump, passam bem após o episódio, mas classificou a noite como “muito triste”. Ele também elogiou a atuação da equipe de segurança.
O suspeito do ataque, identificado como Cole Allen, foi descrito pelo presidente como alguém que “odeia cristãos”. “Esses assassinos parecem ter alto QI, mas são loucos”, afirmou.
De acordo com informações da Fox News, autoridades de segurança avaliam a possibilidade de Trump passar a usar colete à prova de balas em eventos públicos, em meio ao aumento das preocupações com sua proteção.
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