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Presidente e primeira-dama foram evacuados após invasor armado abrir fogo; autoridades apontam possível ação de “lobo solitário”
Um ataque armado interrompeu o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, em Washington, na noite de sábado (25), levando à evacuação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da primeira-dama, Melania Trump.
O episódio ocorreu na área de triagem do evento, quando um homem armado com uma espingarda tentou romper o esquema de segurança e abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto.
Um dos agentes foi atingido, mas sobreviveu graças ao colete à prova de balas. O suspeito foi preso no local.
Cerca de duas horas após o incidente, Trump afirmou que o agente “está bem” e classificou a atuação das forças de segurança como “fantástica”. “Uma noite e tanto em Washington”, escreveu o presidente em sua rede social.
O ataque provocou pânico entre os cerca de 2.600 convidados presentes no salão do hotel Washington Hilton. Após os disparos, o ambiente mudou abruptamente: conversas foram interrompidas e gritos de “abaixem-se” ecoaram pelo local.
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Testemunhas relatam que convidados se jogaram no chão enquanto garçons corriam para a frente do salão. Integrantes do gabinete foram protegidos por agentes, que os derrubaram para evitar exposição.
Entre os nomes presentes estavam o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr. e o secretário do Interior Doug Burgum.
Equipes de segurança fortemente armadas invadiram o palco, posicionaram-se com fuzis apontados para o salão e iniciaram a evacuação. Trump e Melania se abaixaram atrás do palanque antes de serem retirados às pressas. Segundo relatos, o presidente permaneceu nos bastidores por cerca de uma hora.
O evento foi cancelado ainda naquela noite. Trump afirmou que espera remarcar o jantar dentro de 30 dias.
De acordo com o presidente, o homem avançou rapidamente em direção a um posto de segurança, partindo de uma distância de cerca de 50 jardas.
Imagens de circuito interno divulgadas posteriormente mostram o momento em que o invasor corre em direção à área de triagem, surpreendendo temporariamente os agentes antes de ser contido.
Trump descreveu o suspeito como uma “pessoa doente” e afirmou que autoridades acreditam se tratar de um “lobo solitário”, sem ligação com organizações.
O Serviço Secreto informou que abriu investigação sobre o tiroteio ocorrido nas proximidades da entrada principal do evento.
O homem preso foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, morador de Torrance, subúrbio de Los Angeles, na Califórnia.
Com alto nível de escolaridade, Allen possui graduação em engenharia mecânica e mestrado em ciência da computação. Ele atuava como professor particular em uma empresa de orientação acadêmica e preparação para testes de admissão universitária.
Registros e entrevistas indicam um perfil considerado até então discreto. Um professor universitário descreveu Allen como um aluno “dedicado, educado e participativo”, ressaltando surpresa com o envolvimento no ataque.
O suspeito também desenvolvia projetos independentes, como protótipos tecnológicos — incluindo um sistema de freio para cadeiras de rodas — e videogames para a plataforma Steam.
Registros federais mostram ainda uma doação de US$ 25 a um comitê ligado ao Partido Democrata na eleição de 2024.
Na vizinhança onde morava, descrita como tranquila e com presença de ex-agentes de segurança pública, moradores relataram surpresa com o caso.
O ataque ocorre em um contexto de aumento das ameaças contra o presidente. Em 2024, Donald Trump foi alvo de duas tentativas de assassinato.
A mais grave aconteceu durante um comício na Pensilvânia, quando foi atingido de raspão na orelha por um atirador. O agressor foi morto no local por agentes de segurança.
Meses depois, um homem armado foi encontrado escondido em arbustos no Trump International Golf Club, na Flórida, enquanto o presidente jogava golfe. O suspeito foi preso e posteriormente condenado à prisão perpétua.
O local do incidente deste sábado também carrega um precedente histórico: em 1981, o então presidente Ronald Reagan foi baleado nas proximidades do mesmo hotel.
O episódio gerou reação imediata de líderes globais. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, manifestou solidariedade e condenou o ataque.
“O Brasil repudia veementemente o ataque. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou em publicação.
Chefes de governo e autoridades de diversos países adotaram tom semelhante. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse estar aliviado com a segurança dos presentes e ressaltou que a violência política “não tem lugar em nenhuma democracia”.
O premiê da Índia, Narendra Modi, também condenou o episódio, assim como a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, que destacou a rapidez da resposta das forças de segurança.
Nos Estados Unidos, a ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi elogiou a atuação dos agentes e expressou solidariedade ao agente ferido e aos participantes do evento.
*Com informações do Estadão Conteúdo e da Reuters
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