O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de subir uma posição por ano no ranking, a fintech do cartão roxo conquistou medalha de prata na disputa por número de clientes
Desde que desembarcou no mercado brasileiro, o Nubank (ROXO34) nunca escondeu sua ambição de jogar nas grandes ligas. Agora, o banco digital do cartão roxinho pode dizer que está mais perto do topo do que nunca.
A fintech se tornou a segunda maior instituição financeira do Brasil em número de clientes, de acordo com dados do Banco Central.
Hoje, são 112 milhões de clientes, o equivalente a 61% da população adulta do país.
O número ganha ainda mais peso quando colocado em perspectiva: desde 2022, quando entrou no top 5 do ranking nacional, o Nubank vem escalando uma posição por ano.
Além do tamanho da base, o engajamento também cresceu nos últimos anos. Cerca de 85% dos clientes estão ativos mensalmente, e a receita média por cliente (ARPAC) atingiu o maior nível da história no terceiro trimestre de 2025.
“Mais do que crescer em números, nosso foco é a presença significativa na vida financeira das pessoas”, disse Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, em nota. “Nossa base de mais de 112 milhões de clientes é fruto de um trabalho contínuo para oferecer produtos que façam sentido no cotidiano.”
Leia Também
A pergunta que surge depois desse avanço todo é: qual será o próximo passo do Nubank?
Se o ranking das fintechs já colocou o Nubank no segundo lugar, o futuro pode reservar uma disputa ainda mais ambiciosa: a briga definitiva pelo pódio dos grandes bancos brasileiros.
Isso porque, nos últimos meses, a instituição deu início ao processo para obter uma licença bancária no Brasil.
No entanto, fontes indicam que o objetivo principal não é uma mudança imediata no modelo de negócios, mas sim uma exigência regulatória para manter a identidade da marca.
Com mudanças regulatórias no Banco Central, o uso do termo “bank” passou a ser restrito a instituições que são formalmente enquadradas como bancos.
Em nota, o Nubank reforçou que pretendia continuar operando como fintech e que a eventual autorização no Brasil se somaria a pedidos semelhantes já feitos em outros mercados, como México e Estados Unidos.
Um dos fatores que explicaria a relutância inicial do Nubank em "virar banco" esbarraria em uma questão financeira: a carga tributária. Atualmente, os bancos tradicionais enfrentam uma alíquota de IRPJ e CSLL de 45% sobre o lucro real, enquanto as fintechs pagam cerca de 34%.
Especialistas apontam que obter a licença não alteraria o regime tributário automaticamente: em tese, se o Nubank continuar operando majoritariamente como instituição de pagamento ou financeira, poderia tentar manter a alíquota atual. Você confere nesta reportagem especial os detalhes.
Procurado pelo Seu Dinheiro, o Nubank não retornou o contato até o momento de publicação desta matéria.
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital