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A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Desde a crise do Banco Master, que revelou crimes do banqueiro Daniel Vorcaro, o Banco de Brasília (BRB) vem passando por maus lençóis. A instituição estatal vive hoje uma crise de credibilidade e de liquidez. Porém, na segunda-feira (20), surgiu um possível colete salva-vidas.
A gestora Quadra Capital assinou um memorando de entendimento com o BRB para estruturar um fundo de investimento. Através do ativo, o banco irá vender os ativos comprados do Banco Master.
De acordo com fato relevante divulgado, o valor da operação, aprovada pelo Conselho de Administração, é de R$ 15 bilhões. Do total, R$ 3 bilhões a R$ 4 bilhões serão pagos à vista para o banco estatal, enquanto o pagamento do valor restante será feito em "cotas subordinadas do fundo de investimento a ser estruturado para a gestão e monetização dos ativos".
"O BRB através da operação visa a alienação dos referidos ativos com o objetivo de fortalecer sua estrutura de capital e sua liquidez, bem como aprimorar a gestão de seu portfólio, sendo a transação etapa relevante no processo de readequação da companhia, com expectativa de efeitos positivos sobre a liquidez, a gestão de ativos e a racionalização patrimonial", disse o banco.
Segundo o site institucional, a Quadra Capital é uma gestora de recursos independente. A empresa foi fundada em 2016, em São Paulo, por Nilto Calixto, gestor com passagem pelo Credit Suisse.
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A Quadra Capital gere mais de 35 fundos de investimento "com mandatos amplos, que visam a alocação em operações transformacionais e de longo prazo", diz o site.
A gestora tem como foco a alocação de recursos de longo prazo e com baixa liquidez, assim como ativos de risco jurídico, como direito creditório e precatórios. Além disso, também aposta em operações estruturadas e em investimento direto em participações societárias.
Nas redes sociais, a Quadra Capital se define como uma casa de soluções financeiras, "com disponibilidade de capital flexível e capacidade criativa para construir soluções criativas para os clientes".
A empresa passou por casos emblemáticos, como a privatização da Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) ao arrematar a ex-estatal por R$ 106 milhões em março de 2022, no primeiro leilão de desestatização de autoridade portuária realizada no Brasil.
Na época, Nilto Calixto afirmou que o negócio era uma preparação para novas investidas no setor de infraestrutura, segundo informações do Estadão.
De acordo com fontes do Valor Econômico, os ativos vendidos à Quadra Capital não são fictícios e fazem parte da carteira que o Banco Central exigiu que o Master substituísse após identificar indícios de fraudes.
A operação inclui créditos a pessoas físicas e jurídicas, herdados da Credcesta, e participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar.
Agora, segundo o atual presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza, o banco e o governo estão avaliando quais garantias serão oferecidas, como imóveis públicos e ações em empresas públicas.
Vale lembrar que o BRB tem uma carteira de R$ 21,9 bilhões em ativos que eram do Banco Master. A instituição financeira de Brasília já estava negociando a venda de R$ 1,9 bilhão e tinha R$ 20 bilhões disponíveis.
Com a venda dos ativos, o BRB espera conter a crise de liquidez, mas ainda precisará de um aporte do Distrito Federal.
Para isso, o governo quer buscar um empréstimo de R$ 6,6 bilhões do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e de outros bancos, públicos e privados, para cobrir o rombo deixado pelo Master no patrimônio da instituição estatal.
O BRB enfrentou uma nova crise de liquidez no início deste mês. O presidente do banco estatal e a governadora Celina Leão (PP) foram a São Paulo para se reunirem com o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e outros representantes do sistema financeiro.
Em entrevista ao Estadão, a governadora afirmou que o BRB foi vítima de uma fraude praticada pelo ex-presidente da instituição Paulo Henrique Costa, preso pela Polícia Federal na última quinta-feira (16), para tentar ficar no comando do novo banco que seria criado com a compra do Master.
Já as investigações da Polícia Federal revelam que Paulo Henrique Costa teria recebido R$ 146 milhões em propina paga pelo banqueiro Daniel Vorcaro por meio da transferência de seis imóveis de luxo. Ele nega ter praticado os crimes.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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