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Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
O alto escalão da Azzas 2154 (AZZA3) registrou várias baixas ao longo dos últimos anos, com nove executivos-chave deixando suas cadeiras, movimento que preocupa o mercado. A mudança mais recente foi o adeus de Ruy Kameyama, que liderava a unidade Fashion & Lifestyle, anunciado no começo deste mês. Nesta quarta-feira (22), a companhia anunciou uma reestruturação da área.
A unidade será novamente desmembrada entre as frentes masculina e feminina, cada uma sob o comando de um novo líder, movimento que resgata uma estrutura semelhante à que havia sido unificada pela companhia em 2025.
As marcas dessa divisão incluem Farm, Farm Rio, Animale, Maria Filó, NV (Nati Vozza), Carol Bassi, Cris Barros no feminino, e Reserva, Oficina Reserva e Foxton no masculino.
O segmento masculino ficará com Roberto Jatahy, o ex-CEO do antigo Grupo Soma e um dos nomes por trás da fusão com a Arezzo que deu origem à Azzas 2154. Até então, ele ocupava o cargo de Chief of Brands Officer (CBO) da companhia, e antes disso comandava o setor de vestuário feminino do grupo.
Já o nome à frente do segmento feminino será David Python, CEO das unidades Basic e Shoes&Bags. Ele trabalhou de 2010 a 2017 na companhia, antes de sair para fundar uma marca própria de calçados, a Cariuma, posteriormente adquirida pela Azzas.
Python retornou à companhia no final do ano passado com o desafio de virar o jogo na Hering após a saída de Thiago Hering, neto do fundador da marca.
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“Com objetivo de potencializar a geração de valor para o negócio, a Companhia buscou a melhor alocação de talentos para este novo momento”, afirmou a Azzas 2154 em comunicado ao mercado.
Desde a fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma, em 2024, a companhia convive com uma elevada rotatividade no alto escalão, o que passou a levantar dúvidas sobre sua capacidade de reter talentos e sustentar uma estratégia consistente.
Como pano de fundo dessas saídas, está em uma integração mais complexa do que o previsto entre culturas e estruturas distintas da Arezzo e do Grupo Soma. Além disso, no ano passado houve rumores de que as coisas estariam difíceis na convivência entre Alexandre Birman, um dos fundadores da Arezzo, e Roberto Jatahy.
Os dois sócios majoritários do grupo discordavam em pontos essenciais sobre os próximos passos que a companhia teria que dar após a junção dos negócios.
Na época, o Citi ligou o alerta para isso. "Embora as sinergias de longo prazo e as iniciativas de eficiência possam destravar crescimento no futuro, permanecemos cautelosos diante do ritmo mais lento de recuperação dessas divisões e da contínua rotatividade na gestão", destacam os analistas em relatório.
Todo esse cenário vem acendendo o alerta do mercado. Se na ocasião da fusão, em fevereiro de 2024, a empresa tinha valor de mercado de R$ 12 bilhões, hoje o valor é de R$ 4,47 bilhões.
Em relatório, o Santander destacou que a reconfiguração no comando adiciona novas camadas de incerteza.
“Na nossa visão, isso se soma às preocupações sobre uma grande fusão e aumenta as dúvidas sobre o processo de integração e captura de sinergias”, escreveram os analistas, após o anúncio da saída de Kameyama.
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