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Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
A Direcional (DIRR3) deve acelerar o ritmo de lançamentos ao longo de 2026, apoiada por três vetores principais: a demanda resiliente do Minha Casa Minha Vida (MCMV), as mudanças recentes nas regras do programa, que ampliaram o público elegível, e a sazonalidade do setor, que concentra novos projetos no segundo e terceiro trimestres.
Na avaliação do BTG Pactual, esses fatores sustentam uma visão positiva para a companhia, mesmo diante de um cenário de custos de construção mais pressionados. A leitura veio após reuniões com o CFO, Paulo Sousa, e o diretor de RI, André Damião.
O ponto de partida já foi sólido. No primeiro trimestre de 2026, a construtora registrou vendas líquidas de R$ 1,6 bilhão, alta de 19% na comparação anual e de 4% frente ao quarto trimestre de 2025, com desempenho equilibrado entre regiões e projetos.
No acumulado de 12 meses, as vendas somam cerca de R$ 6,4 bilhões, avanço de 7% em base anual.
Ainda assim, a expectativa da administração é de uma aceleração mais evidente nos próximos meses, acompanhando o padrão histórico do setor, com maior volume de lançamentos concentrado na metade do ano.
A companhia vê espaço para esse avanço justamente no reforço do MCMV, que deve ganhar tração adicional com ajustes conduzidos pela Caixa Econômica Federal — incluindo o aumento do teto de financiamento para imóveis de até R$ 600 mil e a ampliação do limite de renda familiar para até R$ 13 mil mensais.
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O BTG Pactual mantém recomendação de compra para as ações DIRR3, com preço-alvo de R$ 20, o que implica um potencial de valorização de 34% em relação ao último fechamento.
O BTG destacou também que, assim como outras construtoras, a Direcional vem enfrentando aumento nos seus custos primários e de insumos, como concreto, PVC e alumínio.
Ainda assim, a avaliação da empresa é de que esse movimento de alta não deve comprometer a rentabilidade futura. Isso porque a companhia ainda mantém estoques relevantes, que mitigam as pressões de custos no momento.
"Além disso, os novos lançamentos continuam gerando margens brutas saudáveis”, disse o banco.
De acordo com o BTG, um dos principais pontos levantados pelos executivos foi o potencial de avanço para os lançamentos ao longo de 2026. Esse cenário está atrelado, principalmente, a mudanças no Plano Diretor de Belo Horizonte (MG), ainda em fase de aprovação, onde a empresa possui forte atuação.
“Embora ainda esteja pendente de aprovação [prevista para maio], a Direcional já posicionou suas equipes de vendas e engenharia e garantiu um banco de terrenos crescente na região [de BH], o que poderia adicionar de R$ 300 milhões a 500 milhões em lançamentos ao ano”, afirmou o banco.
O CFO também reforçou aos analistas que, apesar da maior alavancagem, já que a empresa antecipou R$ 804 milhões em pagamentos de dividendos no final de 2025, a companhia ainda ostenta uma estrutura de capital saudável, com a geração de caixa livre (FCF) projetada para melhorar nos próximos trimestres.
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