🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DO AVIÃO PARA A ESTRADA

Por que a alta do petróleo pode destravar potencial de até 30% para a Marcopolo (POMO4), segundo o Safra

Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas

Imagem: Reprodução/site

Imagine a cena: você abre o computador para planejar a próxima viagem e leva um susto com o preço da passagem aérea. Um reflexo direto de um petróleo mais caro, que pressiona o custo das companhias aéreas. Do outro lado da tela, a tarifa do ônibus aparece mais competitiva e te faz pensar: agora que voar ficou mais caro, será que não vale a pena recalcular a rota e voltar para a estrada?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É justamente nessa mudança de equilíbrio que o Banco Safra enxerga uma oportunidade para o transporte rodoviário ganhar terreno — e colocar a Marcopolo (POMO4) no radar dos investidores.  

Segundo os analistas, o encarecimento do barril do petróleo Brent, referência no mercado internacional, reacendeu uma dinâmica favorável às fabricantes de ônibus, o que pode dar fôlego extra para POMO4 na bolsa.  

Em meio às perspectivas otimistas para o segmento, o Safra manteve recomendação de compra para as ações da Marcopolo e elevou o preço-alvo da ação para R$ 9,10 — o que representa um potencial de alta de 30%. 

O duelo de preços entre avião e ônibus 

O ponto de partida da tese do Safra está no comportamento dos combustíveis. Desde o início da guerra no Oriente Médio, o querosene de aviação (QAV) acumulou alta de 53%, enquanto o diesel avançou 24% 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso das companhias aéreas, o combustível representa cerca de um terço das despesas operacionais. Já no transporte rodoviário, essa fatia varia entre 25% e 33%, nas contas dos analistas. 

Leia Também

BALANÇO 3T26

Com minério de ferro e petróleo jogando contra, Vale (VALE3) vê lucro cair 53%, para US$ 1,255 bilhão

O FUTURO DA PETROLEIRA

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Margem Equatorial

Na prática, isso significa que o repasse necessário para preservar margens também é diferente.

Pelas estimativas do Safra, as aéreas precisariam elevar tarifas em cerca de 17%. Já os operadores de ônibus conseguiriam equilibrar as contas com um ajuste próximo de 8%.  

É essa assimetria que começa a mudar o comportamento do consumidor — especialmente em viagens de média distância, onde o preço pesa mais na decisão, segundo o Safra. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a Marcopolo, isso significa uma sustentação na demanda por veículos rodoviários interestaduais, um segmento que ainda oferece a vantagem de ter uma renovação de frota mais previsível. 

O freio de mão das cidades para a Marcopolo (POMO4) 

Mas nem tudo é pista livre para a Marcopolo (POMO4). No transporte urbano, a dinâmica é bem diferente.

As operadoras dependem de concessões públicas e de reajustes tarifários que, frequentemente, esbarram em restrições políticas, na visão dos analistas. 

“Aumentam as incertezas sobre fluxo de caixa e rentabilidade... esse ambiente tende a adiar decisões de renovação de frota”, avalia o banco. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É por isso que, no curto prazo, o Safra mantém uma visão de impacto neutro para a companhia: o ganho de competitividade no rodoviário é parcialmente compensado pelo ritmo mais lento do mercado urbano. 

Vale a pena embarcar em Marcopolo (POMO4)? 

Mesmo com esse equilíbrio de forças, a recomendação do Safra para POMO4 segue construtiva. 

A confiança vem da revisão das estimativas após os resultados do quarto trimestre de 2025 e de uma análise de valuation atrativa.  

Aos preços atuais, a Marcopolo negocia a 6,9 vezes o lucro (P/L), patamar que está cerca de 2% abaixo da sua média histórica, o que reforça a visão construtiva do banco.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, o banco elevou a projeção de lucro líquido para 2026 em 4,7%, mesmo projetando uma receita ligeiramente menor devido a um câmbio mais fraco e menores volumes no urbano. 

Apesar do cenário relativamente favorável, a tese não é isenta de riscos, destaca o Safra. 

Os analistas destacam pontos que podem alterar o rumo da história: desaceleração da economia, inflação de insumos, juros mais altos, concorrência mais intensa e até uma nova escalada do diesel — que, neste caso, poderia inverter parte do ganho de competitividade do transporte rodoviário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Celular com logo Nubank 29 de outubro de 2026 - 11:22
Mina da Vale em Ouro Preto (MG) 29 de outubro de 2026 - 6:30
Gilson Finkelsztain, novo CEO do Santander Brasil (SANB11). 28 de outubro de 2026 - 14:32
Interior de centro de distribuição da Shopee em Franco da Rocha (SP). 28 de outubro de 2026 - 10:46
Oceanpact (OPCT3) vence ação contra Petrobras 27 de outubro de 2026 - 17:06
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação 27 de outubro de 2026 - 13:09
Daniela de Castro, diretora do Bradesco Principal. 27 de outubro de 2026 - 12:03
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 26 de outubro de 2026 - 9:12
Fusão de Cobasi com Petz. Montagem com dois cachorros felizes 23 de outubro de 2026 - 16:21
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar