Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

TEM JEITO DE BANCO, NOME DE BANCO...

Nubank busca licença bancária, mas sem “virar banco” — e ainda pode seguir com imposto menor; entenda o que está em jogo

A corrida do Nubank por uma licença bancária expõe a disputa regulatória e tributária que divide fintechs e bancões

Camille Lima
Camille Lima
11 de dezembro de 2025
15:06
Cartão do Nubank em um degrau branco.
Imagem: Divulgação

Nubank entrou em uma corrida recentemente, que mistura marca, regulação e — sobretudo — imposto. A fintech mais valiosa da América Latina passou a buscar uma licença bancária no Brasil. Mas, segundo apuração do Seu Dinheiro, o objetivo não é “virar banco” agora. O foco, neste momento, é outro: preservar a identidade de marca que acompanhou o roxinho desde o cartão de crédito sem anuidade até os mais de 120 milhões de clientes mundo afora. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outras palavras: o Nubank não quer abrir mão do “bank” no nome por causa de uma mudança regulatória do Banco Central (BC). Ao mesmo tempo, também não parece disposto a assumir todas as características de um banco — incluindo o peso tributário que recai sobre os concorrentes tradicionais. 

Em posicionamento oficial, a empresa reforça que continua sendo uma fintech, e que a autorização no Brasil apenas se somaria às outras licenças solicitadas em mercados, como México e Estados Unidos. 

A declaração abre um conjunto de dúvidas importantes. Faz sentido uma empresa que já superou US$ 80 bilhões (R$ 434 bilhões) em valor de mercado e ocupa espaço comparável ao de grandes bancos médios no país, com mais de 110 milhões de clientes, continuar se apresentando simplesmente como uma fintech

A licença bancária muda seu enquadramento fiscal? Poderia uma instituição obter o status regulatório de banco sem arcar com a carga tributária equivalente? 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Seu Dinheiro tentou esclarecer essas questões diretamente com a instituição, mas o Nubank informou que não concederá entrevista nem responderá aos questionamentos desta reportagem. O espaço, naturalmente, segue aberto. 

Leia Também

Veja a lista de perguntas enviadas pela redação ao banco digital: 

  • O Nubank pretende se tornar um banco de fato ou apenas obter a licença bancária? 
  • Se for apenas pela licença, o único objetivo é preservar o “bank” do nome no Brasil? 
  • Caso obtenha a licença, o Nubank passa a ser tributado como banco ou continua operando com alíquota de fintech? 
  • Como o Nubank enxerga a discussão tributária? 

Sem respostas da companhia, a reportagem buscou especialistas para entender o que está em jogo. Para essa matéria, contribuíram Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research; Ricardo Messetti, advogado, mestre em direito tributário e ex-conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais); e Vanessa Canado, professora e coordenadora do núcleo de tributação do Insper. 

A diferença tributária que separa bancos e fintechs 

A visão dos especialistas ouvidos pela reportagem é que a principal explicação para a relutância do Nubank em definir os planos para se tornar um banco estaria na diferença expressiva de carga tributária.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Atualmente, os bancos tradicionais convivem com a maior alíquota de IRPJ e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) entre todas as empresas da bolsa: de 45% sobre o lucro real. Outras companhias — incluindo fintechs — pagam cerca de 34%. 

Por anos, as fintechs se beneficiaram de um regime mais leve, desenhado justamente para incentivar novos entrantes e aumentar a competição em um setor dominado por poucos players.  

A questão é que, à medida que essas empresas crescem, passam a disputar pelos mesmos clientes e produtos dos grandes bancos — mas sob regras fiscais diferentes, segundo os especialistas. 

Do lado dos bancos incumbentes, o argumento é que, se concorrência é o objetivo, ela deve ser justa também no campo tributário. Afinal, se concorrem pelos mesmos clientes, deveriam operar sob as mesmas premissas tributárias. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Do lado das fintechs, a preocupação é que um aumento na alíquota acabe sufocando a inovação, reduzindo a competição e devolvendo outra vez o poder para os grandes bancos. 

A diferença de carga tributária entre fintechs e bancos tradicionais escalou para um embate público entre o Nubank e a Febraban, a federação que representa os bancões

Na troca de acusações recentes, a Febraban questionou a estrutura internacional do Nubank, em especial dois pontos: por que a empresa abriu capital no exterior e por que mantém sua sede fiscal nas Ilhas Cayman.  

“Seria uma empresa estrangeira, com sede fiscal nas Ilhas Cayman, foco em extrair lucro no Brasil para investir no exterior, cobrando juros altos, tolerando elevada inadimplência e pagando poucos impostos?”, questionou a Febraban.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Ter sede em um paraíso fiscal, como as Ilhas Cayman, não é ilegal por si só: muitas multinacionais usam essa estrutura para otimizar estruturas e reduzir a carga tributária, além de acessar capital com mais facilidade, ganhar flexibilidade regulatória e organizar seu planejamento tributário global. Tudo permitido, desde que feito dentro da lei. 

Imposto das fintechs vai subir? 

Esse conflito entrou na mira do Congresso. A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou um projeto que aumenta a CSLL das fintechs gradualmente até 2028.  

O texto prevê que a alíquota suba de 9% para 12% em 2026, e para 15% em 2028. Em casos em que a CSLL já é de 15%, as alíquotas iriam de 17,5% em 2026 a 20% a partir de 2028. 

O texto deverá ser analisado em plenário no Senado antes de seguir para votação na Câmara dos Deputados. 

Para Larissa Quaresma, o embate ganhou força porque o governo precisa de novas fontes de arrecadação para compensar a isenção do imposto de renda das faixas de menor renda — e optou por aumentar a tributação justamente sobre instituições financeiras e de pagamento (IPs).  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É preciso entender se realmente o governo quer continuar estimulando a entrada de novos players nesse setor. Porque, se ele colocar uma alíquota de partida mais alta, ele realmente vai desestimular, o jogo tributário vai ficar um pouco mais difícil pela menor quantidade de vantagens fiscais”, disse. 

A professora Vanessa Canado, do Insper, já direciona o debate para um plano mais estrutural. Na visão dela, o problema não está em bancões vs. fintechs, mas no desenho do sistema tributário brasileiro.  

Segundo ela, não haveria justificativa econômica para tributar lucros de empresas de setores diferentes com alíquotas distintas — o ideal seria tributar a renda dos sócios, o dividendo. Mas isso hoje é inviável, porque, no Brasil, os dividendos são isentos. 

Enquanto essa distorção permanecer, empresas serão tratadas de maneiras diferentes não por mérito, mas por categorização regulatória, afirmou a professora. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale lembrar que, a partir de 2026, dividendos mensais em valor superior a R$ 50 mil recebidos pelo contribuinte de uma única empresa serão tributados em 10%. Além disso, os dividendos entram na lista de rendimentos sujeitos à tributação mínima das altas rendas, para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano. 

Os impostos do Nubank  

Larissa Quaresma avalia que, apesar do tamanho do Nubank, faz sentido chamá-lo de fintech: é uma empresa financeira que nasceu no ambiente digital, com uma estrutura de custos inferior à dos incumbentes, o que impulsiona sua rentabilidade.  

Do ponto de vista jurídico e tributário, porém, o enquadramento não é tão simples. A definição de “fintech” na legislação é pouco objetiva, e isso abre espaço para disputas. “O regulador precisa dizer qual é o objetivo da tributação: tributar pelo modelo de negócios, pelo tamanho da carteira, pelo tipo de licença ou pelo risco sistêmico?”, diz a analista. 

Na visão de Ricardo Messetti, o Nubank é uma empresa jovem, que cresceu em ambiente de regulação mais branda. Porém, agora que já está madura e lucrativa, naturalmente deveria entrar na zona em que a equiparação de tributação começa a ser discutida. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Licença bancária muda o imposto? Nubank vai virar banco? 

É por isso que, no centro da discussão está uma pergunta-chave: se o Nubank obtiver a licença bancária no Brasil, passará automaticamente a pagar imposto de banco? A resposta dos especialistas é: não necessariamente

Ricardo Messetti afirma que, no direito tributário, o que define o regime aplicável é a essência da atividade econômica, não apenas a licença que a empresa possui.  

Em tese, mesmo que o Nubank venha a adquirir um banco para cumprir a norma do BC, se continuar operando majoritariamente via financeira e instituição de pagamento, poderia defender que continue a pagar taxas de fintech

Mas essa estratégia viria carregada de risco. Manter um banco “dormente”, apenas como peça regulatória, sem operar de fato, poderia ser interpretado pela Receita Federal como planejamento tributário abusivo — uma manobra para evitar o pagamento do imposto devido. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se o Nubank deixasse o banco ‘dormindo’, a alíquota não mudaria de forma automática. No entanto, essa inércia poderia vir a ser um convite para uma autuação fiscal”, disse o especialista tributário. 

Além disso, os rivais incumbentes também reagiriam mal: a estratégia poderia ser vista pelos bancos como uma espécie de arbitragem regulatória para manter vantagens competitivas do lado fiscal. 

Vanessa Canado lembra que ainda não há precedentes no Brasil de uma fintech que tenha obtido licença de banco e tentado manter o regime tributário anterior. A definição, portanto, dependerá da forma como o regulador e a Receita interpretarem a lei da CSLL — e isso abre uma zona de incerteza relevante. 

De todas as formas, a analista Larissa Quaresma avalia que obter a licença bancária só faria sentido se o Nubank tivesse intenção de aproveitar benefícios que bancos possuem — como o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) ou a compensação de créditos tributários acumulados.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tributariamente não seria vantajoso para o Nubank tirar a licença, a menos que pretendesse pagar JCP”, afirmou. 

Quem paga mais impostos: Nubank ou bancões?  

Essa é a pergunta que alimenta o debate — e a resposta depende da régua usada. 

O Nubank afirma ser hoje a instituição financeira que mais paga imposto no Brasil, com uma taxa efetiva acima de 30% — um patamar quase três vezes maior do que a média das instituições incumbentes, de cerca de 12%. 

A Febraban, por sua vez, diz que, quando se observa a relação entre tributos devidos e lucratividade, o Nubank é justamente quem menos paga.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Taxa nominal x taxa efetiva: onde está a polêmica? 

De fato, as fintechs operam com uma alíquota nominal menor do que a dos bancos. Porém, quando o assunto é alíquota efetiva, os bancos, por serem instituições mais longevas e estabelecidas, pagam uma taxa menor. 

Isso acontece porque bancos carregam um estoque grande de créditos tributários acumulados ao longo de décadas — resultado de prejuízos em crises, investimentos pesados e pagamentos de juros sobre capital próprio (JCP). Esses créditos são utilizados para reduzir a carga efetiva ao longo do tempo. 

Já fintechs mais jovens, como o Nubank, não tiveram tempo de acumular créditos na mesma proporção. Na prática, acabam pagando algo mais próximo da alíquota cheia, até que o histórico se acumule. 

Daí nasce a proposta de David Vélez: estabelecer uma taxa efetiva mínima de 17,5% para todo o setor financeiro, independentemente do modelo de negócio. Na visão do fundador do Nubank, isso eliminaria a vantagem gerada pelos créditos acumulados dos bancos e nivelaria o jogo competitivo.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os especialistas, porém, a ideia seria uma “solução perigosa”. Messetti argumenta que uma regra desse tipo poderia ser interpretada como confisco indireto dos créditos tributários já constituídos pelos bancos ao longo de décadas. “Seria uma resposta simplista a um problema complexo”, afirmou. 

Na avaliação do advogado, obrigar as instituições bancárias a pagar um imposto mínimo sem considerar créditos acumulados aumentaria o custo do crédito — já alto no Brasil — e poderia desestimular investimentos de longo prazo. 

“O governo até poderia ganhar no curto prazo com mais arrecadação, mas perderia lá na frente com retração de crédito, menos investimento e mais incerteza.”  

Para ele, a alíquota nominal deveria continuar sendo a métrica principal ao falar de justiça tributária — é ela que define a regra do jogo para todos dentro da mesma categoria. A taxa efetiva, por sua vez, seria consequência: reflete décadas de operações, de ciclos econômicos, prejuízos, investimentos e cumprimento de obrigações fiscais que geraram créditos legítimos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Comparar a taxa efetiva de um banco com 80 anos de história, com a de uma fintech de apenas 12, para mim pode soar falacioso. É como comparar a poupança acumulada de um trabalhador de sua carreira com a de um jovem no início da sua. O primeiro teve décadas para acumular recursos, enquanto o outro está começando agora. Essa narrativa de que os bancos pagam apenas 12% de imposto efetivo é uma cortina de fumaça.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A CERVEJA ESQUENTOU

Nem a Copa do Mundo salva a Ambev (ABEV3): Safra rebaixa ação e aumenta preço-alvo

24 de abril de 2026 - 16:15

Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo

VALE A PENA?

Brava (BRAV3) pode ter novo dono: colombiana compra 26% da junior oil e propõe OPA; o que muda para o investidor?

24 de abril de 2026 - 9:54

A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%

O ÚLTIMO A SAIR...

Sem CEO e sem CFO? Alliança Saúde (AALR3) vive onda de renúncias no comando; presidente sai após menos de um ano no cargo

24 de abril de 2026 - 9:26

Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa

SINAL AMARELO

Adeus, compra: JP Morgan rebaixa Klabin (KLBN11) e elege única favorita em papel e celulose; veja qual

23 de abril de 2026 - 19:45

Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente

PONTO DE VIRADA

Depois de cortar 80% da dívida, Ocyan mira novos contratos da Petrobras (PETR4); estratégia pode até gerar dividendos

23 de abril de 2026 - 16:32

Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás

PRESSÃO MADE IN CHINA

Localiza (RENT3) sofre com invasão de carros chineses, mas há esperanças; ação pode subir até 25%, segundo o BTG

23 de abril de 2026 - 16:03

O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado

O ‘PLANO GALÁXIA’

‘Não vai ser fácil’: o recado da CEO do Banco do Brasil (BBAS3) sobre 2026 — e o que vem depois da crise

23 de abril de 2026 - 14:25

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

O CONTRA-ATAQUE DO BB

O “novo Banco do Brasil” (BBAS3): como o banco tenta virar a página da inadimplência no agro — e saltar no crédito privado

23 de abril de 2026 - 12:34

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

EM RECUPERAÇÃO

Indefinido: veja o que a Raízen (RAIZ4) disse à CVM sobre as negociações com credores

23 de abril de 2026 - 10:31

Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen

OI SOLUÇÕES

Última joia da coroa? Oi (OIBR3) coloca ativo bilionário à venda e movimenta gigantes das telecom; veja detalhes

23 de abril de 2026 - 10:01

Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários

NÚMEROS INCERTOS

Investidores no escuro? Veja por que a Oncoclínicas (ONCO3) descontinuou a divulgação das projeções de lucro e Ebitda

23 de abril de 2026 - 9:33

A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia

REORGANIZANDO A CASA

Após saída de Tanure, Light S.A. (LIGT3) troca CEO em subsidiária e nomeia novo diretor de RI

22 de abril de 2026 - 19:46

A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora

PROVA DE RESISTÊNCIA

O grande teste das incorporadoras: quem aguenta mais um ano de crédito caro no setor? Itaú BBA responde

22 de abril de 2026 - 18:32

Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas

DE PATINHO FEIO A PROTAGONISTA

Após apanhar na bolsa, distribuidoras de energia podem dar a volta por cima. XP diz o que você deve colocar na carteira

22 de abril de 2026 - 18:05

Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic

ENTENDA

A estreia deste banco na bolsa foi um balde de água fria, mas o futuro pode guardar alta de 80%, segundo o BTG

22 de abril de 2026 - 17:06

Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

Gestora resgatou o BRB: conheça a Quadra Capital, que comprou R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master

22 de abril de 2026 - 16:32

A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar

HORA DE ABANDONAR OS PAPÉIS

Ação da Braskem (BRKM5) ainda pode cair pela metade: Bradesco BBI faz alerta para ‘situação insustentável’

22 de abril de 2026 - 15:11

Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos

VAREJO FARMACÊUTICO

A virada da Pague Menos (PGMN3): o que está por trás da recomendação de compra do BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 14:31

Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1

NOVA ESTRUTURA

Sai um, entram dois: Azzas 2154 (AZZA3) reorganiza a casa após baixas no alto escalão; veja como fica agora

22 de abril de 2026 - 13:01

Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino

COSTURANDO UM APORTE

Energisa (ENGI11) anuncia acordo de R$ 1,4 bilhão com Itaú (ITUB4) — e banco entra como sócio em divisão estratégica

22 de abril de 2026 - 11:00

Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia