O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine
O Banco Pine (PINE4) começou a semana sob os holofotes do mercado. De um lado, um balanço forte que dá luz à virada operacional do banco no quarto trimestre de 2025 (4T25). De outro, a crescente especulação sobre uma possível oferta subsequente de ações (follow-on) na B3.
Os números ajudam a explicar por que o Pine voltou ao radar dos investidores. No quarto trimestre, o banco registrou um lucro 173,5% maior do que no mesmo período de 2024, alcançando R$ 183,5 milhões.
No acumulado de 2025, o lucro avançou 72% em relação ao ano anterior, para R$ 443,6 milhões — uma performance que consolida o melhor momento da instituição desde a abertura de capital, há quase duas décadas.
Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio recorrente (ROE) do banco disparou para 36% no trimestre, uma expansão de 14,4 pontos percentuais em um ano. No fechamento de 2025, o ROE ficou em 33,4%.
"2025 marca o início de um novo ciclo de elevada rentabilidade, sustentado pela execução disciplinada da estratégia, pela consolidação de um modelo diversificado em múltiplas esteiras de crédito e por uma alocação de capital cada vez mais eficiente", escreveu o Pine, no balanço.
Com resultados mais robustos e ações em trajetória de forte alta, não demorou para o mercado começar a discutir o próximo movimento do Pine. Nos últimas dias, ganhou força a especulação sobre uma possível oferta de ações na bolsa, após reportagem do Valor Econômico.
Leia Também
Em comunicado, o Pine afirmou que “avalia de forma recorrente alternativas que possam contribuir para o fortalecimento de sua base acionária e para a ampliação da liquidez”.
Isso inclui a avaliação de um follow-on de pelo menos R$ 275 milhões, com possibilidade de lote adicional.
Para analisar as alternativas, o banco contratou o Itaú BBA e o BTG Pactual como assessores financeiros.
No entanto, o banco ressaltou que ainda não há qualquer decisão ou aprovação formal para a realização de uma oferta.
Segundo a instituição, qualquer eventual operação dependerá das condições do mercado de capitais, do cenário macroeconômico, das aprovações regulatórias e, sobretudo, do apetite dos investidores.
Caso a oferta avance, os acionistas atuais terão direito de preferência. Isso inclui o controlador do banco, o banqueiro Norberto Nogueira Pinheiro, que hoje detém pouco mais de 67% do capital do Pine e poderia subscrever até 20% da oferta base prioritária.
Fundado em 1997 por Norberto Pinheiro, o Banco Pine abriu capital em 2007, tornando-se o primeiro banco médio listado na B3.
A instituição atua tanto no atacado, com foco em empresas, quanto no varejo, com destaque para o crédito consignado — um segmento historicamente associado a menor risco de inadimplência. O banco também tem presença no agronegócio e no setor imobiliário.
Nos últimos trimestres, a entrega consistente de resultados colocou o Pine novamente no radar do mercado. Em 2025, as ações da instituição dispararam cerca de 200% e, só neste início de ano, acumulam alta adicional de 9%.
A virada operacional também se refletiu na avaliação do mercado sobre as ações. Antes praticamente fora do radar das casas de análise, o Pine passou a ser acompanhado por quatro corretoras de uma só vez — todas com recomendação de compra.
O consenso é que o foco em carteiras colateralizadas, com maior previsibilidade de retorno, tem sido decisivo para sustentar crescimento com risco controlado.
*Com informações do Money Times.
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26