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Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

NO RADAR DO MERCADO

Banco Pine (PINE4) acelera, entrega ROE de 36% e passa a flertar com oferta de ações milionária na B3

Depois de um balanço forte no 4T25, o banco avalia captar recursos na B3; entenda os planos do Pine

Camille Lima
Camille Lima
9 de fevereiro de 2026
10:34 - atualizado às 10:15
Escritório do Banco Pine (PINE4).
Escritório do Banco Pine (PINE4). - Imagem: Divulgação

O Banco Pine (PINE4) começou a semana sob os holofotes do mercado. De um lado, um balanço forte que dá luz à virada operacional do banco no quarto trimestre de 2025 (4T25). De outro, a crescente especulação sobre uma possível oferta subsequente de ações (follow-on) na B3.

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Os números ajudam a explicar por que o Pine voltou ao radar dos investidores. No quarto trimestre, o banco registrou um lucro 173,5% maior do que no mesmo período de 2024, alcançando R$ 183,5 milhões.

No acumulado de 2025, o lucro avançou 72% em relação ao ano anterior, para R$ 443,6 milhões — uma performance que consolida o melhor momento da instituição desde a abertura de capital, há quase duas décadas.

Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio recorrente (ROE) do banco disparou para 36% no trimestre, uma expansão de 14,4 pontos percentuais em um ano. No fechamento de 2025, o ROE ficou em 33,4%.

"2025 marca o início de um novo ciclo de elevada rentabilidade, sustentado pela execução disciplinada da estratégia, pela consolidação de um modelo diversificado em múltiplas esteiras de crédito e por uma alocação de capital cada vez mais eficiente", escreveu o Pine, no balanço.

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Veja outros números do Pine no 4T25:

  • Carteira de crédito expandida: R$ 17,7 bilhões (+23,9% a/a);
  • Receita total: R$ 496,4 milhões (+240% a/a);
  • Margem financeira bruta: R$ 442,2 milhões (+332,7% a/a);
  • Índice de inadimplência acima de 90 dias: 1,9% (+1,1 ponto percentual a/a);
  • Provisão para perdas esperadas (PDD): R$ 180 milhões (-11% t/t).
  • Despesas administrativas e de pessoal: R$ 86 milhões (+32,7% a/a).

Oferta de ações no radar

Com resultados mais robustos e ações em trajetória de forte alta, não demorou para o mercado começar a discutir o próximo movimento do Pine. Nos últimas dias, ganhou força a especulação sobre uma possível oferta de ações na bolsa, após reportagem do Valor Econômico.

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Em comunicado, o Pine afirmou que “avalia de forma recorrente alternativas que possam contribuir para o fortalecimento de sua base acionária e para a ampliação da liquidez”.

Isso inclui a avaliação de um follow-on de pelo menos R$ 275 milhões, com possibilidade de lote adicional.

Para analisar as alternativas, o banco contratou o Itaú BBA e o BTG Pactual como assessores financeiros.

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No entanto, o banco ressaltou que ainda não há qualquer decisão ou aprovação formal para a realização de uma oferta.

Segundo a instituição, qualquer eventual operação dependerá das condições do mercado de capitais, do cenário macroeconômico, das aprovações regulatórias e, sobretudo, do apetite dos investidores.

Caso a oferta avance, os acionistas atuais terão direito de preferência. Isso inclui o controlador do banco, o banqueiro Norberto Nogueira Pinheiro, que hoje detém pouco mais de 67% do capital do Pine e poderia subscrever até 20% da oferta base prioritária.

Quem é o Banco Pine?

Fundado em 1997 por Norberto Pinheiro, o Banco Pine abriu capital em 2007, tornando-se o primeiro banco médio listado na B3.

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A instituição atua tanto no atacado, com foco em empresas, quanto no varejo, com destaque para o crédito consignado — um segmento historicamente associado a menor risco de inadimplência. O banco também tem presença no agronegócio e no setor imobiliário.

Nos últimos trimestres, a entrega consistente de resultados colocou o Pine novamente no radar do mercado. Em 2025, as ações da instituição dispararam cerca de 200% e, só neste início de ano, acumulam alta adicional de 9%.

A virada operacional também se refletiu na avaliação do mercado sobre as ações. Antes praticamente fora do radar das casas de análise, o Pine passou a ser acompanhado por quatro corretoras de uma só vez — todas com recomendação de compra.

O consenso é que o foco em carteiras colateralizadas, com maior previsibilidade de retorno, tem sido decisivo para sustentar crescimento com risco controlado.

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*Com informações do Money Times.

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