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Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Antes mesmo de bater à porta da bolsa, a Aegea resolveu fortalecer o caixa. Em meio à expectativa de que a companhia inaugure a próxima leva de IPOs na B3, dois de seus principais acionistas decidiram antecipar o movimento — e assinar cheques grandes.
A Itaúsa (ITSA4) e o fundo soberano de Singapura (GIC) aumentaram a aposta na empresa de saneamento com compras de participação. Somados, os aportes garantem à Aegea um reforço de R$ 1,2 bilhão no caixa.
O fortalecimento de capital acontece em um momento em que o grupo não só se prepara para o mercado de capitais, mas também avalia novas frentes de crescimento, incluindo a privatização da Copasa (CSMG3).
Na segunda-feira (9), os acionistas aprovaram um aumento de capital de R$ 797,6 milhões, por meio da emissão de cerca de 14,4 milhões de novas ações ordinárias, ao preço de R$ 55,29 cada.
Desse total, a Itaúsa ficou com pouco mais de 5 milhões de papéis, um investimento de R$ 277,9 milhões. Por sua vez, o GIC abocanhou aproximadamente 9,4 milhões de ações, desembolsando R$ 519,7 milhões.
O reforço de dinheiro não parou por aí. Na mesma assembleia, a companhia obteve sinal verde para um segundo aumento de capital, desta vez de R$ 402,4 milhões.
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Novamente, o GIC liderou o aporte, com R$ 262,2 milhões por cerca de 4,7 milhões de ações, enquanto a Itaúsa se comprometeu com R$ 140,2 milhões para adquirir mais 2,5 milhões de papéis.
Com a conclusão das duas operações, a estrutura acionária da Aegea deve ficar assim:
| Acionista | Capital total | Capital votante |
|---|---|---|
| Equipav | 52,11% | 68,69% |
| GIC | 34,62% | 20,40% |
| Itaúsa | 13,27% | 10,91% |
A Itaúsa afirmou que usará caixa próprio para bancar o aumento de participação. Segundo a holding, a decisão faz parte da “estratégia de alocação eficiente de capital, reforçando seu compromisso contínuo com a criação de valor aos acionistas, investidas e à sociedade”.
Enquanto reforça o caixa e ajusta a estrutura societária, a Aegea também olha para oportunidades além do mercado de capitais. E uma delas atende pelo nome de Copasa (CSMG3).
O presidente da Aegea, Radamés Casseb, deixou claro que a companhia acompanha de perto o processo de privatização da empresa mineira de saneamento — ainda que qualquer decisão dependa do desenho final do leilão.
“Estamos na expectativa dos documentos e da modelagem. Tem muita discussão pública ainda acontecendo em Minas Gerais”, afirmou Casseb, durante evento do BNDES, também na última segunda-feira.
“É um ano difícil, a Selic ainda está a 15% ao ano. Vamos esperar as condições para definir a participação da Aegea. Nossa natureza é saneamento, então vamos estudar todos os projetos sempre na trilha da responsabilidade na alocação de capital”, disse.
No fim de 2025, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais aprovou o projeto de lei que autoriza o governo estadual a iniciar o processo de desestatização da Copasa. Hoje, o estado detém 50,03% do capital da companhia.
Em entrevista à Reuters, em dezembro, o governador Romeu Zema afirmou que a privatização poderia render ao menos R$ 10 bilhões aos cofres públicos. À época, o plano era realizar o leilão até abril deste ano.
No entanto, a Aegea não está sozinha nesse jogo. A Copasa também entrou no radar de outras gigantes do setor.
No início de janeiro, o diretor financeiro da Sabesp (SBSP3), Daniel Szlak, afirmou ao Money Times que a companhia vê a empresa mineira como um ativo potencialmente estratégico.
“A Copasa nos interessa. A gente vai olhar, fazer conta e, se houver retorno ajustado ao risco, convencer o conselho e os acionistas”, disse.
Na semana passada, o presidente-executivo da Sabesp, Carlos Piani, reforçou a tese ao afirmar que a companhia segue avaliando oportunidades de expansão para além de São Paulo — movimento que inclui a privatização da Copasa.
*Com informações da Reuters e do Money Times.
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