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Boa parte da alta do Ibovespa na semana é atribuída à repercussão de medidas adotadas pela China para impulsionar o consumo interno
O Ibovespa acaba de ter a sua melhor semana no que vai de 2025.
Com a alta de 2,64% registrada na sexta-feira (14), o principal índice de ações da B3 acumulou um avanço de 3,14% na semana.
Isso levou o Ibovespa aos 128.957,09 pontos. Trata-se do nível mais alto da bolsa brasileira em 2025.
Analistas atribuíram a forte alta da sexta-feira a notícias vindas da China.
O governo da segunda maior economia do mundo determinou ontem que bancos e instituições financeiras do país incentivem o consumo e estimulem o uso de cartões de crédito.
A iniciativa faz parte de uma campanha para reaquecer os gastos da população.
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A meta é recuperar a confiança dos consumidores chineses, que, preocupados com o emprego e o cenário econômico incerto desde a crise no setor imobiliário, têm preferido poupar a gastar.
O anúncio impulsionou a bolsa, enfraqueceu o dólar e, de quebra, deu uma forcinha para Wall Street.
Embora a sessão de sexta-feira tenha sido positiva, nem todas as ações surfaram a onda de otimismo.
As ações da Natura acumularam queda de 28,95% na semana.
A maior parte dessa queda ocorreu ontem, depois da divulgação do balanço.
O resultado da empresa no quarto trimestre de 2024 veio muito aquém do esperado.
Os detalhes você confere na reportagem da Maria Eduarda Nogueira.
Outra empresa com desempenho ruim na semana foi a Azzas 2154.
A ação da empresa de moda acumulou queda de 19,17% na semana.
O recuo é atribuído a rumores de que Alexandre Birman, anteriormente à frente da Arezzo, e Roberto Jatahy, ex-CEO do Grupo Soma, encontram-se em meio a negociações para um “divórcio”, alimentadas por uma alegada "incompatibilidade de gestão".
Quem explica melhor essa história é a repórter Camille Lima.
Se Natura e Azzas 2154 decepcionaram, o Magazine Luiza (MGLU3) teve o melhor desempenho do Ibovespa na semana.
A ação da verejista saltou 22,14% nos últimos cinco dias.
Os investidores repercutiram o quinto lucro trimestral seguido, acompanhado de aumento da rentabilidade e da margem.
No entanto, nem todos os analistas estão animados com o Magalu.
Outro desempenho fora da curva veio da ação da B3 (B3SA3)
O papel da dona da bolsa brasileira saltou 20,28% na semana.
Na avaliação do banco BTG Pactual, a B3 não precisa de rali da bolsa para se tornar uma ação atraente e a hora de investir nela é agora.
*Com informações do Money Times.
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
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