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Além do aumento do apetite a risco nos mercados, os investidores repercutem o balanço da Braskem no primeiro trimestre
Em uma sessão majoritariamente positiva para as ações brasileiras, a Braskem (BRKM5) emerge como a maior alta do Ibovespa nesta segunda-feira (12).
Por volta das 13h40, os papéis BRKM5 subiam 5,46%, negociados a R$ 10,81. Na máxima do dia, a empresa chegou a furar o teto de 9% de alta na bolsa brasileira.
Em um ano, no entanto, a companhia ainda marca desvalorização da ordem de 44% na B3.
Bem como os demais papéis da bolsa, a performance da petroquímica também recebe uma pequena "ajuda" de Xi Jinping e Donald Trump.
Mais cedo, os Estados Unidos e a China chegaram a um acordo provisório no âmbito da guerra comercial, que impulsiona os mercados acionários globais hoje.
As duas maiores economias do mundo vão reduzir bilateralmente as tarifas impostas sobre a maioria dos produtos em 115 pontos porcentuais. O acordo passará a vigorar na quarta-feira (12) e terá 90 dias de validade.
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Mas o aumento do apetite a risco nos mercados não é o único fator a ajudar a petroquímica hoje. Mais do que isso, os investidores ainda repercutem o balanço da Braskem no primeiro trimestre.
A Braskem (BRKM5) teve um lucro líquido de R$ 698 milhões entre janeiro e março deste ano, revertendo o prejuízo de R$ 1,3 bilhão registrado no mesmo período de 2024.
Em dólares, o resultado foi de US$ 113 milhões, frente a um prejuízo de US$ 273 milhões de um ano antes.
Já o Ebitda (lucros antes dos juros, tributos, depreciação e amortização) recorrente foi de R$ 1,3 bilhão, com alta de 16% ante os primeiros três meses de 2024. Na moeda norte-americana, o indicador ficou em US$ 224 milhões, queda de 2% na mesma base de comparação.
A avaliação do mercado é que os resultados da Braskem (BRKM5) não trouxeram surpresas.
Na visão da XP Investimentos, a petroquímica reportou números em linha com as expectativas e apresentou uma melhora nas métricas, como Ebitda, em comparação com o trimestre anterior.
O analista Regis Cardoso, porém, avaliou que a empresa teve mais um trimestre de queima de caixa. “Apesar do maior Ebitda, a Braskem queimou caixa no trimestre devido ao menor fluxo de caixa operacional em função do capital de giro negativo (principalmente devido a estoques) e do capex (investimentos) ainda elevado”, escreveu Cardoso em relatório.
Já o Santander considerou o balanço misto. De um lado, os números melhoraram em relação ao quarto trimestre de 2024. De outro, os resultados permanecem fracos em geral na comparação anual, dados os spreads comprimidos.
Para o BTG Pactual, os números do 1T25 continuaram a sustentar uma postura mais cautelosa sobre as ações, com o desempenho do trimestre ainda mais próximo dos mínimos observados em 2023 do que os resultados ligeiramente mais fortes de 2024.
“Embora reconheçamos os esforços recentes da empresa para melhorar a competitividade da matéria-prima, continuamos a acreditar que o principal impulsionador de qualquer potencial de desempenho superior será o ciclo petroquímico que, na nossa opinião, ainda levará tempo a recuperar”, escreveram os analistas Luiz Carvalho, Pedro Soares e Henrique Perez em relatório.
Para os analistas, não é hora nem de comprar e nem de vender as ações da Braskem.
Das sete recomendações compiladas pela plataforma TradeMap para BRKM5, seis são neutras e uma, de compra.
O Santander considera que há falta de visibilidade sobre a melhora no ciclo petroquímico global, resultados comprimidos e provável queima de caixa para 2025.
O banco tem preço-alvo de R$ 18 — o que representa um potencial de valorização de 75,6% sobre o último preço de fechamento.
O BTG também reforça a visão cautelosa sobre as finanças da Braskem e afirma que a petroquímica continua a ter dificuldades em gerar fluxo de caixa positivo num ambiente macroeconômico “desafiador”.
“Com a fraca conversão de Ebitda em caixa, impulsionada em grande parte pelas elevadas despesas com juros e desembolsos relacionados com as provisões de Alagoas, acreditamos que a alavancagem poderá continuar a aumentar, a menos que haja uma recuperação significativa no ciclo petroquímico”, avaliam os analistas.
O nível de endividamento da companhia subiu de 7,2 vezes a relação da dívida líquida sobre Ebitda no 4T24 para 7,8 vezes a dívida líquida/Ebitda no 1T25.
O BTG tem preço-alvo de R$ 14 para BRKM5, um potencial de valorização de 36,6% sobre o preço de fechamento anterior.
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