O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Na pauta da assembleia que aconteceria nesta segunda-feira (18), estava a proposta de uma ação de responsabilidade contra parte do conselho de administração e da diretoria da Gafisa
A Esh Capital sofreu uma derrota na disputa societária que trava na Gafisa (GFSA3) contra o empresário Nelson Tanure. Isso porque a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu pela irregularidade da convocação de uma assembleia de acionistas marcada pela gestora.
Na pauta do encontro que aconteceria nesta segunda-feira (18), estava a proposta de uma ação de responsabilidade contra parte do conselho de administração e da diretoria da Gafisa. Além disso, a gestora propôs a destituição do atual conselho e a eleição de novos membros para o colegiado.
O problema é que a Gafisa marcou outra data para o encontro: dia 26 de abril. Desse modo, a empresa informou não reconhecer a convocação realizada pela Esh.
O caso foi parar na CVM a pedido dos fundos Estocolmo e Ravello, acionistas da incorporadora supostamente ligados a Tanure.
Conhecida pelo ativismo, a Esh entende que Tanure deveria lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações da Gafisa na B3 após alcançar uma participação direta e indireta acima de 30%, como prevê o estatuto da companhia.
Essa participação estaria oculta em veículos sob gestão da Planner Corretora, Trustee DTVM e do Banco Master. Mas as instituições negam ligação entre si.
Leia Também
A Esh já levou essa pauta a outras assembleias da Gafisa, mas perdeu em todas as ocasiões. A derrota mais recente aconteceu em fevereiro deste ano.
Desde o início da disputa, as ações da incorporadora passam por uma enorme volatilidade na B3. No pregão de sexta-feira, os papéis (GFSA3) fecharam em queda de 8,83%, a R$ 11,15, depois de subirem mais de 10% na véspera.
Após esta última convocação, a gestora de Vladimir Timerman aumentou a posição na incorporadora para 20% do capital.
Mas a questão da data da realização da assembleia se tornou fundamental para a Esh depois que o conselho de administração da Gafisa decidiu aprovar na semana passada um novo aumento de capital.
A operação pode movimentar entre R$ 157 milhões e R$ 550 milhões e, no limite, levar a uma diluição de 50% da participação dos acionistas que não colocarem dinheiro novo na companhia.
Assim, a composição do capital da empresa deve sofrer uma mudança relevante até 26 de abril, data que a Gafisa marcou para a assembleia.
Aliás, o novo aumento de capital acontece apenas um ano após a última operação do tipo. Desde que Tanure investiu na Gafisa, a incorporadora já passou por mais de uma dezena de capitalizações.
A Lei das S/A autoriza a convocação de uma assembleia por acionistas que possuem pelo menos 5% do capital, como é o caso da Esh.
Mas isso só poderia acontecer se a Gafisa retardasse a convocação por mais de 60 dias, o que não ocorreu, de acordo com o entendimento da CVM.
A xerife do mercado de capitais também concluiu que a possível diluição dos minoritários com o novo aumento de capital "não tem o condão de tornar a convocação da assembleia para o dia 26.04.2024 ilegal". Você pode ler a íntegra da decisão da CVM aqui.
Jeff Bezos viu sua fortuna crescer com o anúncio de fechamento de lojas físicas da Amazon Go e Fresh.
A incorporação da xAI pela SpaceX coloca a jogada de Elon Musk no topo do ranking histórico das maiores fusões e aquisições da história
Decisão liminar concede alívio parcial à holding, mas impõe uma perícia para investigar acusações de fraude e capital inflado
Oferta de ações faz parte do plano sob o Chapter 11 e busca reduzir dívidas e atrair capital de longo prazo
Acionistas alegam prejuízos causados por demonstrações financeiras fraudadas e pedem responsabilização de Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles após o colapso da empresa, em 2023
Santander abre a temporada e dá o tom para Itaú, Bradesco, BB e Nubank; veja as apostas dos analistas
Ele confirmou o que a imprensa gringa já dava como certo: o casamento entre a gigante de foguetes e a startup de inteligência artificial; objetivo agora é levar o processamento de IA para fora da Terra
Com a transação de R$ 1,4 bilhão, a multinacional de Porto Rico, que já é dona da Sinqia, avança no mercado brasileiro
Dependente de arrendamentos e com caixa pressionado, braço de alimentos é peça central na estratégia da Fictor para evitar o colapso da holding. Mas será que isso faz sentido?
A empresa de energia, que atua com cultivo de cana-de-açúcar, produção de etanol, açúcar e bioenergia, anunciou mudanças no seu conselho de administração
A refinaria estava parcialmente fechada desde outubro, sob suspeita de crimes contra a ordem econômica e tributária
Grupo expandiu rápido, diversificou negócios e atraiu investidores com promessas ambiciosas. Mas afirma que não resistiu ao efeito dominó da crise do Banco Master
A EMAE opera um sistema hidráulico e gerador de energia elétrica, localizado na região metropolitana de São Paulo, com reservatórios, canais, usinas e estruturas associadas
Se a empresa conseguir cortes de custos de 50% e volumes de água maiores, o potencial de alta chega a 90%, segundo os analistas
Além da água, os rejeitos da operação de mineração de minério de ferro da Vale em Fábrica atingiram o rio Maranhão.
O comunicado da instituição não informou se o Palmeiras será afetado pelo processo de recuperação judicial
Prévia de resultados do BTG Pactual mostram que o setor deve repetir tendências já observadas no trimestre anterior
O valor corresponde a R$ 0,33 por ação, reforçando a estratégia da companhia de manter uma política robusta de remuneração aos acionistas
As apurações estão relacionadas às chamadas “inconsistências contábeis” divulgadas pela companhia em fato relevante em janeiro de 2023
Os recursos serão usados para quitar o financiamento DIP e para sustentar a execução do plano de reestruturação aprovado nos Estados Unidos