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Assembleia não contou com os votos dos fundadores da Kora, porque a B3 entendeu que eles estão ligados ao fundo HIG Capital, controlador da empresa de saúde

Em uma assembleia que contou com a participação apenas dos acionistas minoritários, a Kora Saúde (KRSA3) rejeitou a proposta de saída do Novo Mercado — o segmento de listagem das empresas com práticas mais rigorosas de governança corporativa da B3.
Aliás, a assembleia contou com uma polêmica envolvendo a dona da bolsa. Isso porque a B3 barrou a participação de Bruno Moulin Machado e Ivan Lima, fundadores da Kora.
No entendimento da B3, eles estão ligados ao fundo HIG Capital, controlador da empresa de saúde com 68,4% do capital e responsável pela convocação da assembleia.
O fundo já não poderia votar de qualquer modo na assembleia. Mas os fundadores da Kora poderiam fazer a diferença a favor da proposta do HIG, já que eles possuem 10,6% das ações da companhia, o que representa quase metade dos papéis em circulação.
Embora sejam minoritários, a dupla faz parte de um acordo de acionistas com o controlador. Essa situação deixou um grupo de minoritários insatisfeitos, por considerarem um abuso do poder de controle.
Assim, apenas os demais minoritários votaram na assembleia. Entre eles, gestoras como Leblon Equities, Polo Capital e Itaú. Todos eles votaram contra a proposta do HIG.
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Embora tenham sido impedidos de votar, Machado e Lima apresentaram manifestação contrária à saída da Kora do Novo Mercado. Ou seja, mesmo que participassem da assembleia é provável que o resultado fosse o mesmo.
Ao apresentar a proposta de tirar a empresa do Novo Mercado, o HIG argumentou que a listagem no segmento mais rigoroso de governança restringe as alternativas disponíveis para a rede de hospitais.
As regras do Novo Mercado impedem, por exemplo, a emissão de ações preferenciais (sem direito a voto) e a fusão com empresas que não integram o segmento de listagem da B3.
Por isso, a proposta inicial era que a empresa migrasse voluntariamente para o segmento básico de listagem da bolsa.
Na sequência, o HIG pretendia lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) para tirar a Kora da bolsa. O fundo pretendia pagar R$ 0,87 por ação, o equivalente a uma avaliação de R$ 673 milhões pela companhia. Mas com a derrota na assembleia, o HIG anunciou a desistência da OPA.
Por fim, vale destacar que Kora abriu o capital na B3 há três anos. De lá para cá, as ações da empresa amargam uma queda da ordem de 90%. No pregão de ontem, os papéis encerram o dia a R$ 0,70, em queda de 1,41%.
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