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RESUMO DO DIA: Não bastasse a semana agitada por dados de inflação, os mercados acionários entraram em modo de alerta com a escalada das tensões no Oriente Médio — e o Ibovespa não conseguiu ignorar o tom negativo do dia.
O principal índice da bolsa brasileira fechou em queda de 1,14%, aos 125.946 pontos. Na semana, o Ibovespa caiu 0,67%
Já o dólar, que é considerado uma ativo de proteção em tempos de incertezas, ganhou fôlego. A moeda norte-americana terminou o dia a R$ 5,1212, com alta de 0,60% no mercado à vista. Na semana, o avanço foi de 1,10%.
Durante o dia, o dólar chegou a entrar na casa dos R$ 5,14, o maior nível desde outubro do ano passado. O ouro, outro porto seguro, seguiu renovando as máximas históricas.
Com as preocupações voltadas para entrada do Irã efetivamente no conflito entre Israel e Hamas, nem mesmo a quinta alta do minério de ferro foi capaz de ajudar gigantes da bolsa brasileira. A Vale (VALE3), por exemplo, terminou o dia em baixa. Já Petrobras (PETR4) nem sentiu os efeitos positivos da disparado do petróleo, pressionada por questões envolvendo o comando da empresa e a distribuição de dividendos.
Em Wall Street, as preocupações com a trajetória dos juros nos Estados Unidos seguiram pesando sobre os principais índices de ações, com alguns investidores começando a precificar o início de corte dos juros apenas em dezembro deste ano.
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Confira o que movimentou os mercados nesta sexta-feira (12):
Confira as maiores altas do Ibovespa na semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 22,10 | 4,00% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 40,30 | 3,23% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 61,63 | 3,22% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,17 | 2,52% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 21,52 | 2,23% |
Confira as maiores quedas do Ibovespa na semana:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VARSEM |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 2,24 | -17,95% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 11,16 | -13,89% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 14,91 | -10,45% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 12,07 | -9,93% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,67 | -9,13% |
Na ponta positiva, as ações da Prio (PRIO3) acompanharam a valorização do petróleo no mercado internacional.
Os papéis da Eletrobras tentaram recuperar as perdas da semana.
Confira as maiores altas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 50,86 | 2,13% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 5,47 | 1,30% |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 39,02 | 0,46% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 43,78 | 0,32% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 14,35 | 0,21% |
Na ponta negativa, as ações da Azul fecharam como a maior queda, com os papéis pressionados pelo avanço do dólar e do petróleo, que encarecem os custos das companhias aéreas.
Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 11,16 | -10,07% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 6,67 | -6,19% |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 14,40 | -5,76% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 29,01 | -5,54% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 14,91 | -5,21% |
O Ibovespa fechou com baixa de 1,14%, aos 125.946,09 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira foi pressionado pelo avanço do petróleo e do dólar, com a escalada de tensões no Oriente Médio. As incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos também pesaram sobre o índice.
Na semana, o Ibovespa caiu 0,67%.
As bolsas de Nova York fecharam em forte queda com as incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos, além da escalada das tensões no Oriente Médio.
Em destaque, o Bank of America (BofA) atualizou a previsão de que o corte dos juros na maior economia do mundo comece apenas em dezembro, com ciclo atravessando 2025 e com finalização em 2026. O relatório foi divulgado ontem (11).
Confira o fechamento dos índices em Nova York:
O dólar fechou a R$ 5,1212, com alta de 0,60%, no mercado à vista.
A moeda norte-americana ganhou força com as preocupações com a escalada das tensões no Oriente Médio, em meio as incertezas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
O petróleo fechou em alta e voltou aos US$ 90, em meio à escalada das tensões no Oriente Médio e as preocupações sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent com vencimento em junho terminaram o dia com alta de 0,79%, a US$ 90,45 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE). Na semana, a queda acumulada foi de 0,79%.
Já os contratos do petróleo WTI com vencimento em maio subiram 0,75%, a US$ 85,66 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Na semana, o WTI caíram 1,44%.
A previsão não é nada animadora para quem deseja viajar nos próximos dias — mas isso não tem a ver com o clima. A escalada das tensões no Oriente Médio aumenta a apreensão no espaço aéreo global, e isso também se reflete nas companhias aéreas na B3 nesta sexta-feira (12).
As ações da Azul (AZUL4) recuaram mais de 10%, a R$ 10,07, a maior entre os papéis que compõem o Ibovespa. Os papéis da Gol (GOLL4) tiveram queda menor, de 3,36%, a R$ 1,44.
As companhias aéreas são pressionadas, de um lado, pela forte valorização do dólar — que está no maior nível em seis meses. Isso porque a maior parte dos custos das empresas é atrelado à moeda norte-americana, que atingiu R$ 5,1482 nas máximas do dia.
As companhias aéreas também sentem a pressão do petróleo, referência para o custo do querosene de aviação. A commodity opera nesta sexta-feira (12) no maior nível desde o início do conflito entre Israel e Hamas, em outubro do ano passado.
“Israel precisa ser punido e será”. Foi assim que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, jurou vingança ao suposto ataque de Israel à embaixada de seu país em Damasco no dia 1 de abril — poderia ser mentira, mas não é e o mundo vê agora as maiores potências do planeta emitindo alertas de segurança para uma revanche que pode acontecer nas próximas 48 horas.
Os mercados nesta sexta-feira (12) refletem a gravidade da situação geopolítica. O petróleo tipo Brent — usado como referência internacional — já chegou a US$ 92 o barril, uma cotação mais elevada do que os US$ 86 do dia seguinte ao início da guerra entre Israel e o Hamas.
O ouro, por sua vez, renova recordes sucessivos; o dólar dispara — por aqui, a moeda norte-americana já encostou em R$ 5,14 e pode subir ainda mais — e os yields dos Treasurys renovam mínimas. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Nos quatro cantos do mundo, os investidores estão em busca de abrigo e não é para menos: a prometida vingança do Irã contra Israel tem potencial para ampliar a guerra em curso em Gaza e deve colocar fogo de vez no Oriente Médio — ainda mais quando os envolvidos têm armas nucleares.
Os juros futuros (DIs) avançam em toda a curva, com a forte alta do dólar no mercado e o aumento das preocupações sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,07% | 10,09% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,27% | 10,25% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,60% | 10,56% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,92% | 10,89% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,15% | 11,12% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 11,31% | 11,29% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 11,40% | 11,38% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 11,41% | 11,44% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 11,50% | 11,47% |
As ações da Azul (AZUL4) lideram as perdas do Ibovespa e caem mais de 11%. AZUL4 cai 11,12%, a R$ 11,03.
Os papéis são pressionados pela forte alta do dólar e do petróleo, com a escalada das tensões no Oriente Médio, com ameaça de ataques do Irã a Israel.
Gol (GOLL4) também acompanha o recuo do setor e cai 6,71%, a R$ 1,39, na B3.
Se a política monetária das principais economias do mundo norteou os mercados nas últimas semanas, nesta sexta-feira (12), o temor dos juros ganhou um novo aliado: a escalada da guerra no Oriente Médio — e o impacto é sentido diretamente no dólar.
Na comparação com o real, o dólar renovou a máxima intraday a R$ 5,1482 no mercado à vista, por volta das 11h20 (horário de Brasília). Essa é a maior cotação em seis meses. Siga os mercados.
A moeda norte-americana fechou o dia a R$ 5,1212, com alta de 0,60% em relação ao fechamento da véspera. Na semana, a moeda norte-americana avançou 1,10%.
Mas não é só contra moedas emergentes que o dólar se valoriza. O índice DXY, que compara a moeda norte-americana a uma cesta de seis divisas globais como euro e iene , superou os 106 pontos, com alta de quase 1% e opera no maior nível desde outubro do ano passado.
A Prio (PRIO3) anunciou na noite de quinta-feira (11) uma nova vitória em uma disputa que se arrasta há anos — e que deve impulsionar a produção de petróleo da companhia daqui para frente.
A petroleira junior informou que recebeu uma decisão favorável da Câmara de Comércio Internacional (ICC) no processo arbitral com a IBV Brasil relacionado à concessão BM-C-30, no campo de Wahoo.
Localizado na Bacia de Campos, o campo é considerado fundamental para o crescimento da produção da empresa — com previsão de adicionar 40 mil barris de petróleo à produção diária da Prio — e também um dos principais riscos para a companhia em 2024.
“A ICC decidiu em favor da PRIO, não reconhecendo violações contratuais da companhia ou suas subsidiárias, em decorrência da declaração de operação exclusiva de Wahoo”, escreveu a petroleira.
As bolsas europeias fecharam sem direção, com os investidores reagindo aos dados do Reino Unido e o aumento das preocupações sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos.
A produção industrial do Reino Unido subiu 1,1% em fevereiro ante janeiro, segundo dados publicados pelo ONS, o órgão de estatísticas do país. O resultado veio acima do esperado pelos analistas consultados pela FactSet, que previam estabilidade no período.
Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) britânico cresceu 0,1% no mesmo período.
Confira o fechamento dos principais índices da Europa:
Com a deterioração das bolsas de Nova York e a redução dos ganhos de Petrobras (PETR4), o Ibovespa acelera perdas e opera aos 126,987 pontos (-0,32%).
A estatal desacelerou a alta em meio às declarações do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
O chefe da pasta energética afirmou que o governo não pensa em substituir o presidente do Conselho de Administração da Petrobras (PETR4), Pietro Mendes, que foi afastado pela Justiça de São Paulo ontem (11).
Um dia após vir a público que a Justiça embargou as obras do Complexo Boa Vista, um dos principais empreendimentos da JHSF Participações, as ações da companhia (JHSF3) operam em forte queda no mercado.
Por volta das 12h desta sexta-feira (12), os papéis registravam um recuo de 7,22%, a R$ 4,24. Trata-se da terceira maior queda entre todas as ações da bolsa brasileira — acompanhe a nossa cobertura completa de mercados.
A JHSF se pronunciou sobre a decisão judicial nesta manhã. Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que seus advogados avaliam o "sentido e alcance" da liminar expedida na última quinta-feira (10) que determinou a paralisação de todas as atividades do empreendimento da empresa em Porto Feliz (SP).
O embargo foi concedido a pedido do Ministério Público de São Paulo, que alega que a JHSF e outras duas companhias — a Canária Administradora de Bens e a Polônia Incorporações — burlaram regras de licenciamento ambiental para as obras.
O Ibovespa renova mínima com recuo de 0,48%, aos 126.782 pontos.
A Light (LIGT3) deu mais um passo em direção ao fim da reestruturação de dívidas e assinou na noite de quinta-feira (11) um acordo com credores de suas subsidiárias.
Em recuperação judicial desde maio de 2023, a companhia fechou um term sheet que reflete um acordo preliminar com gestores representantes de fundos titulares de debêntures emitidas pela Light Sesa.
De acordo com o fato relevante enviado à CVM, os créditos das debêntures da empresa de energia — das 9ª, 15ª, 16ª, 17ª, 21ª, 22ª, 23ª, e 24ª emissões — somam aproximadamente R$ 4,96 bilhões.
“O acordo representa mais uma etapa significativa no processo de equacionamento do endividamento financeiro das companhias. A administração da Light e os assessores financeiros e jurídicos por ela contratados seguem empenhados nas tratativas e interações com seus demais credores”, escreveu a empresa.
Enquanto o mercado repercute as prévias de seis construtoras e incorporadoras da B3 que divulgaram prévias operacionais na noite de ontem, o destaque desta sexta-feira (12) são as ações da Plano & Plano (PLPL3).
Mas o holofote, porém, não é positivo: negociados fora do Ibovespa, os papéis da companhia lideravam as quedas da bolsa por volta das 11h12, com um tombo de 7,85%, a R$ 12,79
O forte recuo é uma reação a números operacionais considerados neutros por parte dos analistas das principais casas brasileiras.
O Santander, por exemplo, afirma que o Valor Geral de Vendas (VGV) dos lançamentos — que atingiu R$ 418,1 milhões no primeiro trimestre — representa um recuo de 5% ante o mesmo período do ano passado e ficou 25% abaixo das projeções.
O dólar à vista renova máxima a R$ 5,1403, com alta de 0,93% no mercado à vista.
Na ponta positiva, Prio lidera os ganhos dos primeiros minutos da sessão apoiado pela forte alta do petróleo no mercado internacional. As companhias de siderurgia e mineração também acompanham o avanço do minério da China.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 51,74 | 3,90% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,60 | 3,21% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 22,55 | 2,55% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 63,20 | 2,17% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 14,63 | 2,16% |
Com a alta do dólar e do petróleo, as ações da Azul são pressionadas mais uma vez no Ibovespa e lideram as perdas. Na semana, os papéis da companhia aérea caem quase 10%.
Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 11,96 | -3,63% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 6,82 | -2,71% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 15,33 | -2,54% |
| LWSA3 | LWSA ON | R$ 5,33 | -2,38% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 12,32 | -2,22% |
As bolsas de Nova York operam em queda com temores de que a persistência da inflação adie o corte dos juros nos Estados Unidos, antes precificada entre junho e setembro.
Em relatório divulgado ontem (11), o Bank of America (BofA) atualizou a previsão de que o corte dos juros na maior economia do mundo comece apenas em dezembro, com ciclo atravessando 2025 e com finalização em 2026.
O banco também elevou a projeção de taxa de juros terminal para o intervalo de 3,50% a 3,75% ao ano em 2026.
Confira o desempenho das bolsas de NY após a abertura:
O dólar atingiu o maior nível desde outubro de 2023 próximo de R$ 5,13, com a escalada da aversão ao risco nos mercados internacionais, que já precificam o adiamento do corte de juros nos Estados Unidos para dezembro deste ano.
Além disso, números fracos da balança comercial da China em março e os conflitos no Oriente Médio fazem com que os investidores apostem mais em ativos considerados seguros como o dólar. A exemplo disso, o ouro também renovou as máximas históricas mais cedo.
Na comparação com o real, o dólar sobe 0,71%, a R$ 5,1268 no mercado à vista.
O indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis moedas globais, sobe 0,66%, aos 105.980 pontos.
O Ibovespa opera em queda de 0,31%, aos 127.005 pontos após a abertura.
O principal índice da bolsa brasileira acompanha o aversão ao risco dos investidores no exterior.
Por aqui, o avanço das commodities limitam as perdas.
O mercado de commodities operam em forte alta nesta sexta-feira (12), com petróleo retomando o nível dos US$ 90 o barril.
Os contratos mais líquidos do petróleo Brent operam com alta de 1,75%, com o barril a US$ 91,30.
O minério de ferro subiu 3,12%, com a tonelada a US$ 116,55, em Dalian, na China. A commodity avançou pela quinta alta consecutiva.
Os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda em toda a curva, em realização da abertura recente da curva de juros brasileira na esteira dos exterior após dados mais fortes que o esperado nos Estados Unidos.
Hoje, os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro norte-americana caem. As taxas projetadas para a dívida de 10 anos opera em baixa de 4,52%, enquanto as taxas para 30 anos reduzem a 4,623% — o que traz alívio para a curva brasileira.
Confira o desempenho dos DIs na abertura:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,08% | 10,09% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,15% | 10,25% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,51% | 10,56% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,85% | 10,89% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,07% | 11,12% |
| DI1F30 | DI Jan/30 | 11,24% | 11,29% |
| DI1F31 | DI Jan/31 | 11,33% | 11,38% |
| DI1F32 | DI Jan/32 | 11,39% | 11,44% |
| DI1F33 | DI Jan/33 | 11,46% | 11,47% |
EU NÃO QUERIA ESTAR NA POSIÇÃO DELES…
O papel dos banqueiros centrais tornou-se particularmente desafiador no cenário pós-pandêmico.
Apesar dos esforços recentes de aperto monetário, sem precedentes em sua severidade para algumas regiões, a economia global continua demonstrando uma resiliência surpreendente, e a inflação persiste em níveis elevados.
Isso coloca os formuladores de política monetária em uma posição delicada, tendo que ponderar sobre a possibilidade e o timing de redução das taxas de juros, uma questão que tem sido central nas discussões de mercado.
O segundo trimestre será decisivo para ajustar nossas expectativas em relação às direções que as políticas monetárias tomarão, e se essas mudanças poderão impulsionar os ativos de risco.
Neste contexto, os mercados de ações na Ásia tiveram uma performance mista nesta sexta-feira, parcialmente influenciados pelo avanço nas ações de tecnologia nos EUA que ajudou a recuperar as perdas do dia anterior.
Notavelmente, os mercados asiáticos têm mostrado uma resiliência impressionante, apesar de um dólar americano mais forte e os desafios deflacionários enfrentados pela China.
Enquanto isso, os mercados europeus apresentam ganhos nesta manhã, e os futuros dos EUA mostram-se sem uma única direção.
A agenda econômica nos Estados Unidos incluirá a divulgação das expectativas de inflação dos consumidores, além do início da temporada de resultados financeiros.
Entre as commodities, observamos uma alta nesta manhã, com o petróleo acima dos US$ 90 por barril e o minério de ferro superando os US$ 100 por tonelada.
A ver…
00:57 — Qual a Selic terminal?
No Brasil, o Ibovespa experimentou uma queda ontem, encerrando o dia a 127.396 pontos, em contraste com os ganhos observados nas bolsas de Nova York.
Este movimento reflete a contínua análise dos investidores sobre as futuras direções da política monetária do Federal Reserve e suas repercussões nos mercados globais, inclusive para o Banco Central do Brasil.
A Petrobras foi um dos destaques negativos, oscilando em resposta às flutuações no preço do petróleo, apesar de recentemente ter se alinhado mais estreitamente com a tendência de alta do mercado de commodities.
A empresa enfrenta novos desafios, como a recente suspensão judicial do presidente do seu conselho de administração, uma indicação de Silveira, marcando outra derrota para a ala política, mas também complicando a distribuição de dividendos extraordinários (estamos às vésperas da reunião que deveria deliberar sobre o tema).
No campo dos indicadores econômicos, a agenda de hoje destaca o volume de serviços referente a fevereiro.
Um resultado robusto, semelhante ao desempenho positivo observado recentemente no varejo, poderia fortalecer a expectativa de uma desaceleração no ritmo de corte da Selic.
O mercado espera uma quarta melhora consecutiva, antecipando um crescimento de 0,2% na comparação mensal.
Esse vigor na atividade econômica pode sinalizar uma surpresa positiva no crescimento do PIB deste ano, o que seria favorável à arrecadação tributária, mas potencialmente desfavorável para o controle da inflação.
Neste cenário, o debate se acirra entre os benefícios de um aumento na renda disponível das famílias, impulsionado pelo emprego formal e pela elevação dos salários reais, e os desafios inflacionários que isso representa para a inflação, o que pode elevar a projeção da Selic terminal neste ciclo afrouxamento monetário. Quem via 8,5% já foi para 9% e quem via 9% foi para 9,5%.
01:45 — A expectativa de inflação
Nos Estados Unidos, o índice de preços ao produtor de março, divulgado ontem, veio abaixo das expectativas. O indicador subiu apenas 0,2% em relação a fevereiro, contra a previsão de 0,3% dos economistas.
Esse resultado ajudou ontem as empresas mais sensíveis à variação dos juros, como as do setor de tecnologia.
No entanto, não foi suficiente para impulsionar os mercados globais, que permanecem preocupados com a falta de clareza sobre o início dos cortes nos juros nos EUA.
O Federal Reserve, por sua vez, dá mais atenção a outra métrica de inflação, o índice central de preços das despesas de consumo pessoal, que mescla elementos dos índices de preços ao consumidor e ao produtor, e geralmente apresenta valores intermediários entre esses dois indicadores. O dado deverá ser divulgado nas próximas semanas.
A agenda econômica inclui ainda a temporada de resultados trimestrais, que detalharei a seguir, e a divulgação pelo Instituto de Pesquisas da Universidade de Michigan do Índice de Sentimento do Consumidor.
As projeções apontam para um índice de 78,7 pontos, ligeiramente inferior ao anterior. O valor de 79,4 registrado em março foi o mais alto desde julho de 2021, refletindo o impacto de uma economia robusta e uma inflação contida no ânimo dos consumidores, embora ainda partindo de patamares baixos.
Paralelamente, será divulgada a expectativa de inflação dos consumidores, um indicador chave que influencia as decisões de consumo no curto e médio prazo, dependendo das expectativas inflacionárias futuras (as pessoas decidem se consomem mais hoje ou poupam a depender do que esperam da inflação).
02:33 — Já estamos em outra temporada de resultados
Hoje teremos o início da temporada de resultados do primeiro trimestre de 2024 nos Estados Unidos, com a divulgação dos números de grandes instituições financeiras como BlackRock, Citigroup, JPMorgan Chase, State Street e Wells Fargo.
Este período é crucial, pois os investidores estão particularmente focados nas perspectivas dos executivos bancários sobre temas como empréstimos, crédito ao consumidor e demanda empresarial, em um cenário de mercado de trabalho mais robusto do que previsto e persistência de altos preços.
As expectativas de lucro para este trimestre são moderadas: das 112 empresas do S&P 500 que divulgaram suas projeções, 79 apresentaram previsões negativas para o lucro por ação, enquanto 33 foram positivas.
O JPMorgan, sendo o maior banco do país, é visto como um barômetro da saúde econômica, e há grande expectativa para as declarações de seu CEO, Jamie Dimon, sobre o clima econômico atual.
O banco viu um aumento nas atividades de negociação no primeiro trimestre, e os analistas também estão atentos às suas previsões para a margem financeira em 2024.
Por outro lado, o Citigroup está passando por uma grande reestruturação, se desfazendo de alguns de seus negócios internacionais, o que pode resultar em um trimestre movimentado devido aos custos associados a essas mudanças.
Vale a pena observar as declarações do Wells Fargo sobre questões de inadimplência e o mercado imobiliário, assim como os comentários de Goldman Sachs e Morgan Stanley sobre o mercado de banco de investimentos, incluindo fusões e aquisições e ofertas públicas iniciais.
03:29 — Sem fazer nada por enquanto
O Banco Central Europeu (BCE) está cada vez mais próximo de reduzir as taxas de juro, enquanto o Federal Reserve dos EUA estende seu calendário de política monetária.
Na última reunião do BCE, realizada nesta quinta-feira, percebeu-se que cinco membros do Conselho demoraram mais do que outros para se convencerem a manter as taxas inalteradas.
Inicialmente, havia um forte apoio para começar a reduzir os custos dos empréstimos imediatamente, mas a maioria decidiu por estabelecer junho como o momento para iniciar a flexibilização.
Prevê-se que a primeira etapa do ciclo de cortes do BCE possa reduzir a taxa de depósito em até 100 pontos-base a partir do atual nível recorde de 4%.
O timing exato desses cortes ainda é incerto. Durante a coletiva de imprensa após a reunião, Christine Lagarde, presidente do BCE, não ofereceu novas informações além do que os mercados já esperavam.
A direção, no entanto, está clara: os cortes nas taxas estão a caminho e podem ocorrer antes mesmo de serem implementados nos EUA, marcando um passo inicial crucial para a redução de juros nos países desenvolvidos.
04:11 — Excesso de capacidade
A capacidade industrial excessiva da China foi um ponto chave tanto na recente conversa telefônica entre o Presidente Biden e Xi Jinping, quanto na visita da Secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, à China.
Washington sustenta que, apesar da China representar um terço da produção industrial global, ela responde por apenas um sexto do consumo mundial. Esse desequilíbrio resulta em empresas chinesas — muitas das quais são fortemente subsidiadas ou estatais — saturando os mercados ocidentais e globais com produtos de baixo custo, especialmente em áreas críticas como veículos elétricos, baterias e energia solar fotovoltaica.
Embora isso beneficie consumidores globalmente através da redução de custos e da promoção de energias renováveis, também prejudica os fabricantes americanos, que são menos competitivos. No Brasil, esse impacto é notório no setor siderúrgico.
Paradoxalmente, enquanto os EUA e a Europa criticam a China por tornar a transição energética mais acessível, também a repreendem por não fazer o suficiente para descarbonizar sua economia.
Essa contradição é claramente percebida pelos chineses e por muitos no Sul Global. Sob o ponto de vista de Washington, a superprodução chinesa é uma falha crítica de sua política industrial, exacerbada pela relutância de Xi em estimular o consumo interno.
Em um ano eleitoral, espera-se que os Democratas imponham algumas barreiras ao acesso ao mercado antes de novembro, possivelmente através de impostos sobre a indústria siderúrgica chinesa, investigações sobre segurança dos dados em veículos elétricos chineses, e um reajuste das tarifas da era Trump sobre outras importações.
Essa tendência sugere uma continuação ou intensificação das restrições comerciais, especialmente se Trump reassumir a presidência.
O volume de serviços prestados caíram 0,9% em fevereiro ante janeiro. O dado veio abaixo do esperado. O mercado projetava um crescimento de 0,2% na comparação mensal, o que seria a quarta melhora consecutiva.
Na comparação anual, o volume aumentou 2,5% em relação ao mesmo mês de 2023.
O Ibovespa futuro amanheceu em leve alta de 0,15%, aos 127.605.
O índice vai na contramão de Wall Street, enquanto investidores internacionais aguardam divulgação dos resultados dos grandes bancos nos EUA.
Com a crise da Petrobras (PETR4) esfriando nos últimos dias, o Ibovespa futuro volta a ganhar espaço para recuperar o fôlego.
O dólar à vista abriu o último pregão desta semana em alta de 0,53%, a R$ 5,1177.
Os índices futuros de Wall Street começaram o dia sem um único sinal.
Enquanto os investidores ainda ajustam suas posições e expectativas em relação ao futuro dos juros por lá, a temporada de balanços corporativos movimenta o dia.
No campo dos indicadores há pouca coisa relevante. Assim sendo, os investidores acompanham as falas de membros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) hoje.
Confira:
As bolsas europeias abriram em alta nesta sexta-feira, ensaiando recuperação de perdas de ontem.
Os investidores reagem aos dados de inflação da Alemanha e da indústria do Reino Unido, enquanto esperam o início da temporada de balanços corporativos dos EUA, com resultados de gigantes bancários como JPMorgan e Citigroup.
Confira:
A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da Alemanha desacelerou de 2,5% em fevereiro para 2,2% em março, segundo dados finais divulgados hoje pelo Destatis, como é conhecido o escritório de estatísticas do país.
O número veio em linha com projeção da FactSet.
Na comparação mensal, o CPI alemão subiu 0,4% em março, também em linha com a previsão.
Além disso, a produção industrial do Reino Unido subiu 1,1% em fevereiro ante janeiro, segundo dados publicados há pouco pelo ONS, como é conhecido o órgão de estatísticas do país.
O resultado veio além do esperado por analistas consultados pela FactSet, que previam estabilidade no período.
Na comparação anual, a produção industrial britânica avançou 1,4% em fevereiro. Neste caso, a projeção era de alta de 0,5%.
As bolsas da Ásia encerraram os negócios desta sexta-feira majoritariamente em baixa, com a de Hong Kong derrubada por dados fracos de exportação da China.
O Hang Seng, único índice de ações asiático relevante que ainda não havia fechado quando os últimos números da balança comercial chinesa foram divulgados, com algumas horas de atraso, amargou queda de 2,18%.
Na China continental, onde os mercados já estavam fechados quando o indicador de comércio foi publicado, o dia também foi de perdas, lideradas por ações de energia e do setor imobiliário.
Em outras partes da Ásia, o Kospi cedeu à medida que o apetite por risco se enfraqueceu após o banco central sul-coreano, conhecido como BoK, deixar seu juro básico inalterado em 3,5% pela décima vez consecutiva.
Exceção, o japonês Nikkei avançou, ajudado por ações de eletrônicos e da indústria real, graças em parte à fraqueza do iene.
Veja como fecharam as bolsas por lá:
As exportações da China tiveram queda de 7,5% em março ante igual mês do ano passado, segundo dados publicados pelo órgão alfandegário do país nesta sexta-feira.
O resultado veio aquém da expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam alta de 0,1% das exportações.
Também na comparação anual, as importações chinesas registraram baixa de 1,9% em março. O resultado do mês passado também frustrou o consenso da FactSet, de acréscimo de 1,0%.
Ainda em março, a China acumulou superávit comercial de US$ 58,55 bilhões, abaixo da projeção da FactSet, de US$ 64,9 bilhões.
As ondas da inflação nos Estados Unidos continuaram agitando os mares dos mercados com a incerteza sobre a trajetória dos juros da maior economia do mundo e abalou o navio brasileiro mais uma vez.
O Ibovespa fechou em queda de 0,51%, aos 127.396 pontos. Já o dólar se fortaleceu e terminou a R$ 5,0906, com alta de 0,24% no mercado à vista — o maior nível desde 4 de abril de 2023.
Por aqui, as vendas do varejo subiram 1% em fevereiro ante janeiro, acima do esperado, reforçando a chance de redução do ritmo de cortes da taxa Selic em junho, na visão do BTG Pactual.
O mercado local também voltou às atenções para o cenário fiscal, com a definição da meta fiscal de 2025, que deve ser anunciada na próxima semana.
Lá fora, dados de inflação ao produtor e declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) trouxeram mais incertezas sobre a trajetória dos juros nos EUA. Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) manteve os juros inalterados.
Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (11).
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