O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa do setor de educação viu o lucro quase dobrar entre janeiro e março deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado; saiba se é hora de comprar os papéis
A Yduqs passou nas provas do primeiro trimestre com folga, segundo avaliação de bancos e corretoras, e nesta quarta-feira (10) está recebendo o prêmio por ter sido uma boa aluna: as ações YDUQ3 disparam mais de 20% e lideram as maiores altas do Ibovespa.
No dia anterior, a empresa do setor de educação reportou lucro líquido de R$ 149,5 milhões entre janeiro e março deste ano — um montante 96,6% superior ao obtido no mesmo período do ano anterior e bem acima das projeções.
O desempenho, segundo a Yduqs, é reflexo do incremento de R$ 98,2 milhões do lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) em comparação com o primeiro trimestre de 2022 — resultado do crescimento dos segmentos Premium e Ensino Digital e de um rigoroso controle de custos e despesas, principalmente no segmento Presencial.
Outros números da Yduqs entre janeiro e março também chamaram a atenção dos investidores — as comparações são em base anual:
O desempenho da Yduqs no primeiro trimestre foi comemorado com uma disparada de 20% das ações YDUQ3 nesta quarta-feira — e pode vir mais por aí.
O Santander, por exemplo, acredita que a empresa está no caminho para entregar resultados melhores do que o esperado em 2023 como um todo.
Leia Também
“A Yduqs registrou resultados melhores do que o esperado durante o 1T23 e forneceu expectativas acima do esperado para o Ebitda ajustado no 2T23. A nosso ver, o principal destaque positivo foram os preços, que aumentaram nos três segmentos de negócios”, diz os analistas em relatório.
A Yduqs prevê Ebitda ajustado consolidado entre R$ 371 milhões e R$ 404 milhões no segundo trimestre de 2023. Já a projeção de investimentos é de até R$ 450 milhões no ano de 2023, abaixo dos R$ 492 milhões desembolsados em 2022.
O Santander recomenda a compra das ações YUDQ3, com preço-alvo de R$ 25 — o que representa um potencial de valorização de 172% em relação ao fechamento de terça-feira (9).
Outro que reiterou a indicação de compra para a Yduqs é o JP Morgan. O banco norte-americano chama atenção para a expansão do curso de Medicina, aprovada em abril, e que deve impulsionar o segmento premium da empresa a partir do segundo semestre.
“A Yduqs reforça suas expectativas de atingir de 8,2 mil a 8,3 mil estudantes de medicina em 2023, com 1,5 mil vagas aprovadas atuais e potencial para atingir 2,3 mil vagas e 16 mil alunos de medicina”, diz o banco.
Os resultados da Yduqs também superaram as expectativas do Itaú BBA, com um melhor desempenho nos segmentos Digital e Premium, com bons números de captação para ambos — o que, segundo o banco, foi mais do que suficiente para compensar um desempenho mais fraco no segmento Presencial —, bem como um aumento no ticket médio em todos os segmentos.
O Itaú BBA também se juntou aos bancos com recomendação de compra para as ações YDUQ3, com preço-alvo de R$ 11 para 2023 — o que representa um potencial de valorização de 19,5%.
Já a XP tem um preço-alvo bem maior para a Yduqs, de R$ 33,7 — o que representa um potencial de valorização de 259,3% em relação ao fechamento de ontem.
A corretora destaca o aumento de dois dígitos da receita da empresa no primeiro trimestre, o crescimento da margem Ebitda e a alavancagem estável no período. “Em nossa visão, os resultados foram sólidos e o guidance para o 2T23 aponta para uma aceleração do processo de recuperação”, diz em relatório.
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço