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RESUMO DO DIA: Os investidores internacionais começaram o dia digerindo o corte de juros na China. O alívio monetário foi aquém do esperado pelos operadores do mercado financeiro, o que representa uma "pausa" do país nos estímulos à economia. Em reação, as commodities e as bolsas de Nova York encerraram o dia em tom negativo.
Com a ausência de estímulos do governo chinês ao setor imobiliário, somado ao ajuste de posições, o dólar voltou a ganhar força. A moeda americana fechou a R$ 4,7961, em alta de 0,43%, no mercado à vista.
Por aqui, a perda do apetite ao risco impulsionou o movimento de realização dos ganhos recentes da bolsa brasileira, no primeiro dia de reunião do Copom. É esperada para a quarta-feira a decisão do Banco Central sobre a taxa básica de juros, a Selic.
O Ibovespa encerrou as negociações em leve queda de 0,20%, aos 119.622 pontos.
Mais cedo, a segunda leitura do IGP-M de junho registrou nova deflação, o que influenciou na continuidade do alívio dos juros futuros. Os investidores seguem monitorando a tramitação do arcabouço fiscal no Senado Federal, com a votação em plenário prevista para amanhã (21).
Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (20):
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O Ibovespa fechou em queda de 0,20%, aos 119.622 pontos.
Em dia de agenda esvaziada no exterior e primeiro dia de Copom, o índice foi pressionado pelo recuo das commodities após a decisão do Banco Central da China e ausência de estímulos econômicos no país asiático.
Além disso, a cautela das bolsas de Nova York e o movimento local de realização dos lucros recentes contribuíram para o tom negativo.
Por fim, segue no radar a votação do arcabouço fiscal no Senado Federal nesta semana e as movimentações da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados.
Ainda bem abaixo dos R$ 5,00, o dólar à vista retomou o fôlego nesta terça-feira (20) e encerrou as negociações a R$ 4,7961, em alta de 0,43%.
Dessa vez, o cenário macroeconômico impulsionou ganhos da moeda americana em relação a outras moedas emergentes — entre elas, o real —, afastando, na outra ponta, o patamar de R$ 4,76 do fechamento anterior.
Em linhas gerais, a alta do dólar tem, pelo menos, uma explicação: a queda das commodities. O minério de ferro encerrou as negociações em queda de 0,92% em Dalian, na China, com a tonelada cotada a US$ 112,39. E, o petróleo tipo Brent fechou em baixa de 0,25%, a US$ 75,90 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Vale ressaltar que as commodities são como “esponjas” do mercado financeiro, que absorvem a cautela dos investidores sobre a economia global — o que, de fato, aconteceu nesta terça-feira.
Na retomada dos negócios após o feriado e a "frustração" do corte de 10 pontos-base pelo Banco Central da China, as bolsas em Nova York encerraram a sessão em queda.
Com a retomada da cautela global, as commodities voltaram a operam em tom negativo.
Os contratos futuros do petróleo tipo Brent para agosto encerraram as negociações em baixa de 0,25%, a US$ 75,90 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos para agosto do petróleo WTI fecharam em queda de 1,03%, a US$ 71,19 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
Além do corte de juros abaixo do esperado pelo Banco Central da China, o petróleo foi pressionado pelo temor de uma desaceleração global e da possibilidade de que o Federal Reserve (Fed) volte a elevar os juros na próxima reunião, em julho.
O BTG entrou para a lista de preferências do Itaú BBA, que melhorou a recomendação das units BPAC11 depois que o banco conseguiu resolver questões importantes como aquelas envolvendo risco de crédito corporativo. Mas não foi só isso: a instituição financeira também recebeu uma forcinha da Selic.
Com a perspectiva de queda de juros à frente, o Itaú BBA elevou a recomendação da unit do BTG de neutra para compra, com um novo valor justo para o ano de 2023 de R$ 38 — o que representa um potencial de valorização de 27% em relação ao fechamento de segunda-feira (19).
Na tarde de hoje, as units BPAC11 tinham alta de 1,34%, cotadas a R$ 30,32. No mês, os papéis acumulam ganho de 15%. Em um ano, de 46%.
Ao melhorar a recomendação para o BTG, o Itaú BBA também reforçou que a divisão de vendas e negociação do banco provou ser mais orientada para o cliente, merecendo assim uma avaliação mais alta.
O texto do arcabouço fiscal deve voltar à pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal nesta quarta-feira (21).
Embora a previsão era de que o texto seria votado hoje na comissão, a apreciação foi adiada após o senador Rogério Marinho (PP-RN), líder da oposição na Casa, fazer o pedido de vista, por 24 horas.
O texto apresentado na CAE, pelo relator senador Omar Aziz (PSD-AM), retirou do limite de gastos o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e despesas com ciência, tecnologia e inovação.
Sendo assim, a expectativa é que a proposta seja votada amanhã (21) na Comissão e, em seguida, seja apreciada no plenário do Senado.
O Ibovespa cai 0,34%, aos 119.459 pontos. Os investidores realizam os ganhos recentes em meio à queda das bolsas de Nova York e recuo das commodities. No radar, a movimentação do arcabouço fiscal no Senado Federal.
De olho na decisão do Copom amanhã (21), os juros futuros (DIs) operam em ajuste e reduzem o alívio em toda a curva, e afastam-se das mínimas da sessão.
No vencimentos mais longos, os DIs ensaiam alta, com ajuda da alta do dólar.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,98% | 13,03% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,06% | 11,14% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,48% | 10,52% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,51% | 10,52% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,69% | 10,68% |
A Petrobras (PETR4) ainda está desenvolvendo um plano para definir a melhor alternativa sobre a Braskem (BRKM5), de acordo com informações da agência Broadcast.
O presidente da estatal, Jean Paul Prates, afirmou na semana passada que a empresa tomará a decisão "no momento devido" sobre a venda da participação da Novonor (ex-Odebrecht) na Braskem. As discussões envolvem a Petrobras porque a petroleira detém o direito de preferência da Braskem.
Ainda segundo a Broadcast, a Petrobras não tem "qualquer decisão da Diretoria Executiva ou do Conselho de Administração em relação ao processo de desinvestimento ou de aumento de participação na Braskem."
A Novonor detém 50,1% do capital ordinária da petroquímica e, até o momento, recebeu duas propostas para venda de participação na Braskem: do fundo Apollo e da Unipar. Há rumores de que a J&F, controladora da JBS, também teria interesse na fatia, mas ainda sem oferta anunciada.
Enquanto os frigoríficos operam em tom positivo, em movimento de recuperação e se beneficiando da alta do dólar, as ações da Minerva (BEEF3) destoam dos pares e são negociadas em tom negativo.
Os papéis da Minerva caem 1,84%, a R$ 11,19, com investidores mais cautelosos com China. O movimento de baixa deve-se ao corte menor que o esperado — de 10 pontos-base — do juro pelo Banco Central chinês, sem a sinalização de esforços para estímulo da economia do país.
Em relatório, o Itaú BBA afirma que os investidores deverão permanece mais cautelosos, enquanto os dados de exportação para a China permanecerem aquém do esperado. Soma-se a isso, os preços menores de boi gordo, que também impactam o desempenho do frigorífico.
Contudo, o banco mantém a recomendação de compra para os papéis da Minerva, sendo a empresa preferida (top pick) do setor. O Itaú BBA, por sua vez, cortou o preço-alvo das ações de R$ 20 para R$ 17, o que ainda representa um potencial de valorização de 49% em relação ao fechamento desta segunda-feira (19).
Depois de meses de expectativa no setor da construção civil, o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) decidiu, nesta terça-feira (20), aumentar o subsídio para unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e reduzir a taxa de juros para famílias de baixa renda nas faixas 1 e 2 do programa.

O conselho decidiu ainda pela correção no valor dos imóveis que podem ser financiados pelo MCMV. Assim, o subsídio para famílias de baixa renda com renda mensal de até R$ 2.640 (faixa 1) e até R$ 4,4 mil (faixa 2), passou de R$ 47 mil para até R$ 55 mil.
O subsídio é uma espécie de desconto e é aplicado conforme a renda da família e a localização do imóvel. Com a alteração, o teto dos imóveis para as faixas 1 e 2 do programa será de:
A notícia ajuda a impulsionar as cotações das construtoras e incorporadoras da B3 voltadas para o segmento de baixa renda, que também são favorecidas pela queda dos juros futuros hoje.
O Ibovespa cai 0,39%, aos 119.387 pontos.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,75 | 5,41% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,38 | 4,36% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 7,75 | 3,61% |
| COGN3 | Cogna ON | R$ 3,42 | 2,40% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 21,27 | 2,36% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 19,27 | -4,60% |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 29,94 | -3,26% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,16 | -2,80% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,07 | -2,61% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,68 | -2,48% |
O fundo imobiliário CSHG Residencial (HGRS11) pode deixar de existir em breve. Isso porque o FII firmou um memorando de entendimentos para a venda de todos os imóveis em seu portfólio, composto por 110 unidades residenciais da cidade de São Paulo.
Segundo a Credit Suisse Hedging-Griffo — corretora do banco suíço homônimo e administradora do FII —, o acordo prevê a venda de 43 apartamentos no empreendimento JML 747, localizado no bairro dos Jardins, e outras 67 unidades do JFL Faria Lima, em Pinheiros.
O valor a ser recebido pelos ativos, que totalizam 9,97 mil metros quadrados de área privativa, não foi divulgado, pois o potencial comprador, que também permanece anônimo, negociou uma cláusula de confidencialidade.
Mas, de acordo com a administradora, mais informações devem ser divulgadas "oportunamente" nos fatos relevantes e no relatório gerencial do FII.
No início desta segunda parte da sessão, as bolsas em Nova York reduziram as quedas:
Com a melhora de Wall Street, o Ibovespa reduziu o tom negativo. Há pouco, o índice brasileiro operava em queda de 0,48%, aos 199.283 pontos.
O Ibovespa segue em queda na tarde desta terça-feira (20), mas reduziu o ritmo das perdas e retomou o patamar dos 119 mil pontos. Por volta das 14h, o índice operava com um recuo de 0,47%, aos 119.296 pontos.
A melhora no desempenho foi possível graças à queda dos juros futuros, que impulsiona as ações do setor imobiliário e de outros segmentos ligados ao consumo.
As bolsas de Nova York, por outro lado, seguem pressionando o índice com uma volta de feriado negativa, assim como as commodities.
Já o dólar à vista subia 0,53% no mesmo horário, cotado em R$ 4,8007.
Na esteira da fraude na Americanas (AMER3), os sócios de referência da varejista — Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira — ofereceram R$ 2 bilhões na forma de linha de crédito — e R$ 1 bilhão já foram gastos pela companhia na tentativa de arrumar a casa.
"A Americanas já sacou R$ 1 bilhão da linha de DIP de R$ 2 bilhões, concedida por seus acionistas de referência, que ofereceram as melhores condições em processo competitivo conduzido pela companhia, restando ainda um saldo de R$ 1 bilhão para suprir eventuais necessidades de recursos da Americanas antes da solução definitiva de sua estrutura de capital", reforça a empresa.
E mais recursos estão a caminho. Nesta terça-feira (20), a Americanas informou que sua estrutura de capital está sendo discutida com credores e prevê, por parte dos acionistas de referência:
"Os dois aumentos de capital adicionais poderão ser acionados caso a companhia esteja, nas datas futuras a serem acordadas, acima de determinados limites máximos de alavancagem ou abaixo de um nível mínimo de liquidez, ambos a serem detalhados oportunamente”, disse a Americanas em comunicado.
Pressionado por NY e commodities, o Ibovespa recua 0,83%, aos 118.864 pontos. Os investidores também realizam os lucros recentes.
Hoje é o primeiro dia de reunião do Copom. O mercado espera que o colegiado mantenha a taxa Selic em 13,75% ao ano, com a sinalização de início do ciclo de corte a partir de agosto; a decisão sai amanhã (21) depois do fechamento dos mercados.
No radar, a votação do arcabouço fiscal no Senado Federal.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,71 | 4,97% |
| JBSS3 | JBS ON | R$ 19,32 | 4,04% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 7,68 | 2,67% |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 4,89 | 2,04% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 21,20 | 2,02% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 29,76 | -3,84% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 19,48 | -3,56% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 20,78 | -2,99% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,04 | -2,83% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,61 | -2,58% |
A retomada do programa “Minha Casa, Minha Vida” tem levado o foco dos analistas de mercado imobiliário de volta para as ações de empresas que atuam no segmento de baixa renda. E, ao apontar a lupa para a Cury (CURY3), o JP Morgan encontrou uma companhia já lucrativa e com potencial para crescer ainda mais.
O banco de investimentos iniciou a cobertura da construtora nesta terça-feira (20) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 18 por ação — a cifra implica em um potencial de alta de cerca de 19% para os papéis CURY3, em relação à cotação atual.
“Nossa visão positiva é apoiada pelo retornos superiores da Cury. Esperamos que o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) fique em torno de 45% nos próximos 2 anos, tornando-a um player premium no segmento”, citam os analistas em relatório divulgado hoje.
O JP Morgan é atraído ainda pelo balanço saudável da companhia, com forte geração de caixa e velocidade de vendas acima dos pares.
As bolsas europeias acompanharam a cautela internacional, após o Banco Central da China cortar os juros em 10 pontos-base — o que foi considerado "insuficiente" e menor do que o esperado pelo mercado, que projetava corte em 15 pontos-base.
Confira o fechamento na Europa:
Na retomada dos negócios em Nova York., a temor de desaceleração global com o corte nos juros da China, mas sem a sinalização de novos estímulos ao setor imobiliário pelo governo asiático, impera nos mercados internacionais.
Em Wall Street, as bolsas registram queda próxima a 1%.
Por aqui, o Ibovespa recua 0,96%, aos 118.710 pontos, com a cautela externa e recuo das commodities. Em meio a isso, os investidores locais realizam os lucros recentes à espera da votação do arcabouço fiscal no Senado Federal.
Entre os destaques do dia estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
Os juros futuros (DIs) operam com viés de baixa em toda a curva, com investidores monitorando o arcabouço fiscal no Senado Federal e acompanhando os retornos dos Treasuries, além do ajuste técnico com a precificação de início do ciclo de cortes na Selic dos últimos dias; o dólar limita a realização dos DIs.
O dólar sobe a R$ 4,7907, em alta de 0,27%, no mercado à vista. A moeda americana se beneficia da "decepção" dos investidores com o corte de 10 pontos-base no juro da China e à medida que aumenta a cautela internacional. Permanece também no radar, as negociações do arcabouço fiscal e reforma tributária em Brasília.
Com valorização de mais de 73% na semana, as ações da Embraer (EMBR3) realizam os ganhos recentes no Ibovespa.
Os papéis da companhia recuam 2,67%, a R$ 19,66.
Mais cedo, a Embraer divulgou as projeções para os próximos 20 anos. Entre elas, a estimativa de demanda global de 11 mil novos jatos e turboélices de até 150 milhões, em um mercado avaliado em US$ 650 bilhões.
A empresa espera que o tráfego mundial de passageiros, medido em receita de passageiro/quilômetro (RPK, na sigla em inglês), retorne aos níveis de 2019 até 2024. A previsão é de que o volume global de passageiros crescerá 3,2% ao ano até 2042.
Por que a Empiricus Research voltou a apostar nas ações da Disney (B3: DISB34 | NYSE: DIS)? Assista ao Giro do Mercado de hoje (20) com Enzo Pacheco para saber o que motivou o otimismo com a companhia.
O dólar chegou ao menor patamar em um ano à 4,77 e analistas não acham absurdo dizer que a moeda pode chegar a R$4,50 nos próximos meses: É hora de comprar?
A Vale (VALE3) tem sofrido com o enfraquecimento da economia chinesa, e hoje o minério de ferro fechou em tom negativo. Isso coloca pressão sobre as ações da mineradora?
O analista João Piccioni também estará presente na edição de hoje para comentar os principais pontos e como o investidor deve olhar para a ação.
Acompanhe:
Os papéis da Light (LIGT3), negociadas fora do Ibovespa, sobem 12,52%, a R$ 8,00, mantendo o ritmo de alta da sessão anterior.
Os investidores repercutem, nesta terça-feira (20), a posição da companhia na disputa com credores debenturistas, em meio ao processo de recuperação judicial. Em comunicado, a Light afirmou que não fará "pagamento relacionados às escrituras de debêntures neste momento".
Em reação, as ações operam voláteis na B3, mas tentam se firmar no tom positivo na última meia hora.
O movimento de realização dos ganhos recentes do Ibovespa foi acentuado pela queda das bolsas em NY, com perspectiva de desaceleração global e recuo das commodities.
O índice da bolsa brasileira cai 1,11%, aos 118.522 pontos.
As bolsas de Nova York intensificaram a queda na última hora. Os investidores operam mais cautelosos com a expectativa de desaceleração global e "demora" do pacote de estímulos ao setor imobiliário pelo governo chinês.
Os papéis da C&A (CEAB3), negociadas fora do Ibovespa, operam em alta de 3,04%, a R$ 5,08. O movimento de alta é beneficiado pelo alívio nos DIs e acompanham a recuperação do setor varejista, na esteira de Lojas Renner (LREN3).
Ontem (19), a companhia anunciou a renúncia de Milton Lucato Filho aos cargos de diretor vice-presidente financeiro (CFO) e de relações com investidores (RI) após 17 anos na C&A; o motivo não foi informado.
Laurence Beltrão Gomes deve assumir as posições.
As ações do BTG Pactual (BPAC11) operam em alta de 1,64%, a R$ 30,36.
Os papéis repercutem a elevação da recomendação dos ativos de neutro para compra pelo Itaú BBA, com preço-alvo de R$ 38,00 — prêmio de 27% sobre o fechamento de ontem (19).
A melhora da recomendação deve-se à diminuição do risco de crédito corporativo "com o recente retorno dos mercados de capitais de dívida", avalia o analista Pedro Leduc, que assina o relatório do banco.
Além disso, a consolidação da divisão de 'Sales & Trading' e fatores macroeconômicos, como a administração federal e a expectativa de reforma tributária beneficiam o BTG Pactual, na visão do Itaú BBA.
O banco também elevou o lucro líquido do BTG esperado para 2023/2024 em 20%-24%, para a faixa de R$ 4 bilhões e R$ 12,3 bilhões.
O Ibovespa opera em tom negativo, em baixa de 0,70%, aos 119.022 pontos. O índice realiza os ganhos recentes e acompanha a cautela do exterior.
A queda das commodities aprofunda as perdas do dia.
A JBS opera entre as maiores altas do dia, com avanço de mais de 2% no Ibovespa.
Os investidores repercutem a aprovação de mais de R$ 2,2 bilhões em dividendos intermediários, anunciados ontem pela companhia depois do fechamento dos mercados.
Os proventos serão pagos com base acionária de 22 de junho de 2023, sendo ações negociadas a "ex-divendos" a partir do dia 23 de junho. O pagamento será efeituado em 29 de junho.
Na volta do feriado, as bolsas em Nova York abriram em queda. Os investidores repercutem as incertezas sobre a economia global, além de movimento de realização de ganhos recentes.
Confira a abertura em NY:
As ações da São Martinho (SMTO3) operam em alta de 1,31%, a R$ 38,01, repercutindo os resultados do quarto trimestre do ano-safra 2022/23.
A companhia reportou lucro líquido de R$ 151,877 milhões, o que representa uma queda de 32,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ficou em R$ 917,140 milhões no quarto trimestre, uma alta de 19% ante o mesmo período de 2022.
Na avaliação do BTG Pactual, os resultados foram positivos, "dadas as circunstâncias" do período.
"O período fiscal do 4T23 marcou o trimestre final de um dos cenários operacionais e de preços mais difíceis que enfrentam a indústria de Açúcar & Etanol brasileiros em anos, em uma combinação de clima desfavorável e preços adversos de etanol", escrevem os analistas do banco em relatório.
O banco reiterou compra dos papéis e elevou o preço-alvo de R$ 41 para R$ 49.
"A SMTO continua possuindo uma recomendação de compra, sendo uma tese de carrego com negociação a múltiplos descontados historicamente, apesar das perspectivas brilhantes de retorno."
Dono de marcas como AliExpress, o Alibaba anunciou uma verdadeira dança das cadeiras no alto escalão do conglomerado nesta terça-feira (20). Com as mudanças, dois executivos próximos do bilionário fundador do conglomerado, Jack Ma, assumem a linha de frente.
A manhã começou com a renúncia do CEO e presidente do conselho de administração (chairman, em inglês) do gigante asiático, Daniel Zhang, que deixará as posições em setembro.
O executivo enviou um comunicado aos funcionários revelando as razões para deixar os cargos, motivadas pela transformação organizacional do grupo e as futuras cisões da companhia.
A mudança no “C-level” ocorre quase três meses depois que o Alibaba anunciou planos de dividir a empresa em seis grupos de negócios. São eles:
O Ibovespa abre queda de 0,39%, aos 119.857 pontos. O índice acompanha o desempenho de Wall Street na volta do feriado, além de correção dos ativos locais no primeiro dia do Copom.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam tom positivo, na volta das negociações em Nova York após feriado.
Ainda em movimento de ajuste após as recentes altas e em temor à recessão global, com a continuidade do aperto monetários dos bancos centrais das maiores economias do mundo, as commodities operam em tom negativo nesta terça-feira (20).
Os ativos também repercutem a decisão do Banco Central da China (PBoC, na sigla em inglês) em cortar os juros em 10 pontos-base, menor do que o esperado pelos analistas do mercado.
Em Dalian, o minério de ferro encerrou as negociações em baixa de 0,92%, com a tonelada a US$ 112,39.
O petróleo tipo Brent, negociado em ICE, opera em queda de 0,33%, a US$ 75,85 o barril.
Já pensou em se deslocar de "carro voador" em algumas das principais cidades brasileiras? Se depender da Eve, essa pode se tornar uma realidade daqui a alguns anos. A empresa criada pela Embraer (EMBR3) assinou uma carta de intenções para a venda de mais 70 aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL) no país.
Quem fez a potencial encomenda foi a Voar Aviation, uma empresa de serviços de aviação. A intenção da companhia é operar nas principais áreas metropolitanas e destinos turísticos populares. Entre elas estão São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Vitória, Florianópolis, Camboriú, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador.
Com 35 anos no mercado de aviação, a Voar possui 16 hangares no país, quatro centros especializados de manutenção e uma base nos Estados Unidos. A parceria entre as empresas também pode incluir outras soluções de mobilidade aérea urbana da Eve, de acordo com comunicado da companhia.
Com o anúncio de hoje, a empresa da Embraer já conta com pelo menos 285 acordos que podem resultar na venda de carros voadores apenas no Brasil.
OPERAÇÃO TESOURA AFIADA: O CORTE DE JUROS ESTÁ CHEGANDO
Lá fora, os mercados de ações asiáticos fecharam em baixa nesta terça-feira (20), acompanhando os sinais negativos dos mercados europeus durante o pregão de ontem, já que os investidores permanecem cautelosos depois que o banco central da China não introduziu mais estímulos como especulado para sustentar sua recuperação econômica (a autoridade monetária até cortou algumas de suas principais taxas de empréstimo pela primeira vez em 10 meses, mas o movimento não foi tão abrangente como esperado).
Em outras palavras, as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico chinês acabaram compensando os cortes pelo banco central.
Os mercados europeus e os futuros americanos têm uma manhã de queda por enquanto, com os investidores aguardando os depoimentos do presidente do Fed, Jerome Powell, no Congresso, na quarta e quinta-feira, em busca de pistas sobre a política monetária à frente.
A inflação de preços ao produtor alemão continuou as tendências de desinflação há muito estabelecidas, vindo com uma queda bem mais forte do que a esperada (embora observe que a faixa de previsão de consenso é ampla e baseada em uma pequena amostra).
Fala da autoridade monetária britânica também é aguardada na véspera da reunião do Banco da Inglaterra no final da semana.
A ver…
00:48 — Quantos cortes vem aí?
Por aqui, começa hoje a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), devendo manter a taxa de juros inalterada em 13,75% na conclusão do evento (amanhã depois do fechamento do mercado).
Acompanhando o Boletim Focus, a nova onda de revisões de menos inflação e mais crescimento tem provocado um movimento positivo sobre os ativos locais.
Adicionalmente, a nova redução do preço da gasolina alimenta a expectativa de deflação do IPCA de junho, dando ainda mais argumentos para o Banco Central começar a reduzir a Selic no terceiro trimestre, provavelmente em agosto.
O relatório também indicou que a mediana para a taxa de juros no final do ano caiu para 12,25%. Dos atuais 13,75% isso se traduz em um corte de pelo menos 150 pontos ao longo das quatro reuniões do segundo semestre.
Se começarmos em agosto com 25 pontos-base e depois acelerarmos para 50 pontos nos três encontros posteriores, há espaço para encerrarmos o ano em 12% de Selic.
Na sequência, vejo a taxa caindo para algo entre 10% e 9% até o final de 2024. Vai depender da trajetória da inflação corrente. A terça-feira reserva a votação do arcabouço fiscal na CAE do Senado.
01:35 — Os IPOs estão voltando
Nos EUA, o mercado de IPOs (“initial public offering”, ou “oferta pública inicial” em português) mostra alguns sinais de vida após ondas de incerteza econômica e um ciclo de aperto da política monetária que freou a abertura de capital.
Houve 44 IPOs nos EUA este ano que levantaram US$ 7,3 bilhões, logo podendo ultrapassar os 71 IPOs do ano passado, que arrecadaram US$ 7,7 bilhões.
Ainda é insignificante em comparação com as listagens de 2021, cujos 397 IPOs arrecadaram US$ 142,4 bilhões, destacando que o mercado ainda está longe de um retorno total.
O mesmo pode ser esperado para o Brasil. Como Felipe Miranda chamou a atenção em sua carta para investidores ontem, depois de uma safra lamentável de IPOs em 2021, em que muita empresa não deveria ter aberto o capital e só o fez por conta da taxa de juros em 2%, tivemos uma completa esterilização das ofertas iniciais em 2022.
Se não houver qualquer oferta inicial neste ano, será a primeira neste século que não tivemos IPOs no Brasil por dois anos seguidos. Contudo, as coisas parecem estar mudando.
Na última sexta-feira, a Localiza anunciou uma oferta de R$ 4,5 bilhões. Entendo que uma janela para ofertas de ações grandes possa estar sendo reaberta.
Começamos ganhando intensidade em follow-ons de empresas de altíssima qualidade, como no caso de Localiza, e logo voltaremos a debater os IPOs.
Ganham os nomes do segmento financeiro, como B3, BTG, XP, BR Partners e outros.
Outra que chamou a atenção foi a Copel, que quer fazer sua oferta de ações entre R$ 3 e R$ 5 bilhões. Depois de uma completa esterilidade, o Ibovespa em 120 mil pontos pode estar ressuscitando os IPOs.
Talvez esse seja o grande tema para o segundo semestre. Que o novo ciclo seja de uma qualidade melhor que a última safra.
02:48 — Frustrações e o mercado imobiliário
O Banco Popular da China cortou sua taxa básica de juros de empréstimo em 10 pontos-base, conforme amplamente esperado pelos mercados. Embora se espere que a medida desbloqueie mais estímulos no país, ela também destaca uma desaceleração da recuperação econômica na China.
O movimento, contudo, frustrou as expectativas mais ansiosas do mercado, que esperavam mais novos estímulos à economia. Como consequência, vemos certa fraqueza na maioria das commodities em nível internacional, o que poderá dificultar as coisas para o pregão no Brasil.
As perspectivas econômicas para a China permanecem sombrias, com uma série de grandes bancos de investimento reduzindo suas previsões de crescimento para o ano.
Ainda assim, a redução marginal das taxas de referência das hipotecas dificilmente fará tanta diferença econômica real, uma vez que as taxas de poupança preventiva são altas.
Por falar em hipotecas, outro mercado preocupado com o mercado imobiliário é o americano, que ainda precisa absorver o enfraquecimento do dado de construção de novas moradias, embora se espere que haja estabilidade nos níveis vistos em 2019.
03:29 — Tensão no relacionamento
O ex-secretário de Estado dos EUA, Henry Kissinger, ao completar 100 anos e ainda se manter inacreditavelmente mais lúcido que muita gente por aí, disse acreditar que o conflito militar entre a China e Taiwan é provável se as tensões continuarem em seu curso atual, embora ele ainda espere um diálogo que leve à desescalada.
Os comentários foram alguns dos mais pessimistas sobre o estado das relações entre a China e os EUA, que prometeram apoiar Taiwan no caso de ataques da China.
Kissinger disse que cabe a Washington e Pequim recuar de seu impasse. O ex-diplomata dos EUA falou dias antes de o secretário de Estado, Antony Blinken, viajar a Pequim para negociações.
Ao que tudo indica, sua passagem pelo território chinês foi frutífera e deverá impedir, ao menos no curto prazo, nova escalada de tom entre os dois países.
Contando que a ordem econômica global seja mantida e os fluxos de comércio preservados, o mercado deverá deixar essa história um pouco de lado.
04:09 — Parece que o "El Nino" chegou!
A confirmação recente de que as condições meteorológicas do El Niño estão presentes acrescenta um novo desafio para uma economia global já em dificuldades.
De acordo com a modelagem da Bloomberg Economics, os El Niños anteriores resultaram em um impacto marcante na inflação global, adicionando 3,9 pontos percentuais aos preços das commodities não energéticas e 3,5 pontos ao petróleo.
Eles também atingiram o crescimento do produto interno bruto, especialmente no Brasil, Austrália, Índia e outros países vulneráveis; afinal, culturas de milho, soja, açúcar e algodão são afetadas.
Também pode significar más notícias para a luta para domar a inflação.
Claro, é provável que o impacto econômico varie consideravelmente de acordo com o local, mas um tema comum nos eventos do El Nino são mais pressões inflacionárias como resultado dos preços mais altos das commodities, como aconteceu com os preços do milho em 2012, por exemplo, quando as condições de solo e chuva eram equivalentes às atuais.
Para piorar, a Rússia promete não renovar o acordo de exportação via Mar Negro, o que poderia gerar ainda mais pressão de oferta. Algo para observarmos.
Os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda em toda a curva, acompanhando a desaceleração da segunda leitura do IGP-M de junho.
Os investidores devem continuar o movimento de correção do excesso de otimismo com o início do ciclo de queda da Selic.
No radar, a votação do arcabouço fiscal no Senado Federal e as negociações da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados.
Confira a abertura dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,99% | 13,03% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,10% | 11,14% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,49% | 10,52% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,50% | 10,52% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,66% | 10,68% |
O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,19%, aos 122.105 pontos. No mesmo horário, o dólar à vista começou o dia em alta de 0,26%, negociado a R$ 4,7880.
O novo arcabouço fiscal pode ser votado pelo Plenário do Senado na quarta-feira (21).
O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados e ainda depende do aval da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), mas já foi incluído na pauta da sessão deliberativa de amanhã.
Além de analisar a proposta do novo regime fiscal do país, senadores podem votar na mesma sessão mensagens com indicações de autoridades sabatinadas pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) e pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
E, em meio a especulações e torcida de alguns setores — como o varejista — de adiamento da votação da reforma tributária, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), disse ao Estadão que o calendário está mantido para a primeira semana de julho.
Segundo ele, essas especulações de atraso não são verdadeiras.
Lira afirmou que a sua viagem para Portugal, onde participa da abertura do Fórum Jurídico de Lisboa na próxima semana, não atrapalha as negociações da reforma e nem atrasa o calendário.
"A reforma já teve discussão em todos os âmbitos e precisa agora do texto (parecer)", disse. Na sua avaliação, o prazo de 15 dias para que o texto possa ser criticado e negociado é suficiente até a votação.
"Vou chegar para ajustar a parte política", afirmou.
Fonte: Agência Senado e Estadão Conteúdo
O IGP-M recuou 1,78% na segunda prévia de julho, de acordo com a FGV, após uma queda de 1,50% na mesma leitura de maio.
Também conhecido como "índice do aluguel", o recuo do IGP-M foi puxado pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) e pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), também calculados pela FGV.
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de BrasilAgro (AGRO3).
AGRO3: [Entrada] R$ 25.00; [Alvo parcial] R$ 26.24; [Alvo] R$ 28.12; [Stop] R$ 22.92
Recomendo a entrada na operação em R$ 25.00, um alvo parcial em R$ 26.24 e o alvo principal em R$ 28.12, objetivando ganhos de 12.5%.
O stop deve ser colocado em R$ 22.92, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
| Horário | País / Região | Evento |
| 7h30 | Estados Unidos | Discurso de Jim Bullard, Membro do Fomc, o Copom dos EUA |
| 8h | Brasil | IGP-M de junho (2ª prévia) |
| 9h30 | Estados Unidos | Permissão de novas moradias em maio |
| 10h | Brasil | CNI: evolução da produção industrial em maio |
| 10h15 | Brasil | Monitor do PIB |
| 12h45 | Estados Unidos | Discurso de John Williams, membro do FOMC |
| -- | Brasil | Primeiro dia da reunião do Copom |
Os índices futuros de Nova York amanheceram no vermelho nesta terça-feira.
Depois de passarem a segunda-feira fechadas por um feriado nos Estados Unidos, as bolsas de Nova York sinalizam realização de lucros na retomada dos negócios.
Enquanto isso, os investidores aguardam discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e dados do setor imobiliário norte-americano.
Confira:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em baixa nesta terça-feira.
Os investidores da região repercutem persistentes temores em relação à perspectiva economia europeia.
Enquanto a bolsa de Londres oscila entre leves altas e baixas, as de Frankfurt e Paris começaram o dia no vermelho.
Confira:
O banco central chinês cortou os juros, mas os investidores acharam pouco. Em reação, as principais bolsas de valores da Ásia fecharam em baixa nesta terça-feira.
Na China continental, o índice Xangai Composto recuou 0,47%. Mas a queda mais forte ocorreu em Hong Kong, onde o índice Hang Seng cedeu 1,54%.
Em Seul, o índice Kospi caiu 0,18%. Em Taiwan, a queda foi de 0,52%. A exceção foi a bolsa de Tóquio, que fechou em alta de 0,06%.
O Banco do Povo da China (PBoC, o banco central chinês) cortou nesta terça-feira suas principais taxas de juros.
A redução foi de 10 pontos-base. Trata-se do primeiro corte em dez meses.
Em comunicado, a instituição informou que a taxa de juros de referência para empréstimos (LPR, na sigla em inglês) de 1 ano caiu de 3,65% para 3,55% e que a taxa para empréstimos de 5 anos recuou de 4,30% para 4,20%.
A redução das LPRs era esperada pelo mercado. Entretanto, parte dos analistas esperava um corte mais acentuado.
Na semana passada, o PBoC ajustou os juros da linha de empréstimo de médio prazo (MLF) para 1 ano de 2,75% para 2,65% e os juros de recompra reversa de 7 dias de 2% para 1,9%.
A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) começa hoje e tem previsão para acabar amanhã. A novidade da vez não estará na decisão em si, mas no comunicado. Na verdade, podemos estar diante de um ponto de inflexão importante no Brasil, no qual começaremos a flexibilizar a política monetária — primeiro por meio do tom do comunicado e, posteriormente, com a queda da Selic propriamente dita.
Desde o último encontro da autoridade monetária, bastante coisa aconteceu, em especial com as expectativas para o país.
Não que estejamos super construtivos com as coisas e que o Brasil deva virar uma Suíça. Não é disso que estamos tratando. Mas talvez a situação não acabe sendo tão ruim pensávamos.
Isso pode ser observado semanalmente no Relatório Focus do Banco Central, conforme abaixo.
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
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Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
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