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RESUMO DO DIA: Os mercados internacionais iniciaram a semana em tom positivo, com a agenda esvaziada enquanto investidores aguardam dados de inflação nos EUA e decisões dos bancos centrais americano e europeu.
O Ibovespa acompanhou o ritmo de alta do exterior, mas o desempenho também foi impulsionado pelas ações preferenciais da Petrobras (PETR4) e declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento. Entre as principais falas, Campos Neto reiterou a desaceleração da inflação observada nos últimos meses, com a expectativa de continuidade de queda no IPCA em junho e retomada de alta nos meses seguinte.
Além disso, o presidente do BC afirmou que a recente queda nos juros futuros desde o anúncio do arcabouço fiscal e as expectativas do mercado abrem espaço para "um ambiente com um juro mais baixo em algum momento à frente".
O avanço do Ibovespa, porém, foi limitado por commodities. O petróleo encerrou as negociações em queda de quase 4%, pressionado pela expectativa de aumento na oferta em meio às projeções de demanda mais fraca.
O Ibovespa fechou em alta de 0,27%, aos 117.336 pontos. O dólar à vista encerrou o dia em queda de 0,20%, a R$ 4,8665.
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Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 27,15 | 6,01% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,72 | 5,86% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 22,82 | 4,54% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 49,47 | 3,62% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 21,97 | 3,29% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 33,14 | -3,89% |
| SANB11 | Santander Brasil units | R$ 29,82 | -3,25% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,12 | -2,83% |
| SLCE3 | SLC Agrícola | R$ 35,50 | -2,74% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,67 | -2,69% |
O Ibovespa fechou em leve alta de 0,27%, aos 117.336 pontos. O tom positivo acompanha o desempenho das bolsas internacionais, em dia de agenda econômica esvaziada.
O índice da bolsa brasileira, que ficou instável ao longo do dia, acelerou os ganhos na última hora após Campos Neto afirmar que a recente queda dos juros futuros e as expectativas do mercado, além da desaceleração da inflação, abrem espaço para corte da taxa Selic, mas sem informar quando o Banco Central deve começar a redução no juro.
Os ganhos do dia foram limitados pelo desempenho das commodities: o petróleo encerrou as negociações em queda de quase 4% pressionado pelas expectativas de aumento da oferta do óleo enquanto a demanda deve manter-se mais fraca nos próximos meses.
Na expectativa de dados de inflação (CPI, na sigla em inglês) de maio, que será divulgado amanhã (13), e de manutenção dos juros americanos pelo Federal Reserve (Fed), na próxima quarta-feira (14), as bolsas em Nova York encerraram as negociações em alta nesta segunda-feira (12).
O S&P 500 fechou no maior nível desde abril de 2022.
Confira o fechamento da bolsas em Nova York:
O dólar à vista encerrou as negociações em queda de 0,20%, a R$ 4,8665.
A moeda americana ficou instável ao longo do dia, em meio à agenda econômica esvaziada, e expectativa de manutenção dos juros americanos no intervalo entre 5,00% a 5,25% ao ano. O Federal Reserve deve decidir a trajetória da taxa na próxima quarta-feira (14).
Além disso, as declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento nesta tarde, também impactar no desempenho do dólar. O dirigente da autarquia reafirmou a melhora da inflação e de projeções de longo prazo do mercado, o que "abre espaço para mexer no juro mais para frente".
Nos últimos minutos do pregão, o Ibovespa acelera alta com avanço de 0,47%, aos 117.570 pontos, com investidores repercutindo falas de Roberto Campos Neto em evento do setor varejista.
Entre as declarações, o presidente do Banco Central reconheceu novamente que a inflação tem desacelerado nos últimos meses, e disse que a tendência ainda deve ser observado na IPCA de junho, mas os preços devem retomar alta em seguida.
"Juro futuro e expectativas [do mercado] abrem espeço para mexer no juro mais para frente", disse Campos Neto há pouco. Ele acrescentou que a leitura do mercado "está indo na direção correta".
Nos últimos instantes do pregão, as ações do Assaí Atacadista (ASAI3) aceleraram a alta, com avanço de 7,18%, a R$ 13,88 e assumiu a liderança da ponta positiva do Ibovespa há pouco.
Os investidores reagem aos rumores de potencial venda das ações do controlador francês Casino, com a sondagem dos bancos para "medir" potencial apetite para follow-on no mercado. Além disso, há relatos de possível fusão entre o grupo varejista francês e a operadora de supermercados Auchan.
Na última hora, os papéis também se beneficiam do alívio nos juros futuros (DIs), repercutindo falas de Campos Neto. Entre as afirmações, o dirigente disse que o custo de crédito tem caído, porque ele não está associado à Selic.
Ainda repercutindo as falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento, os juros futuros (DIs) voltaram ao tom baixista há pouco, e rondam a estabilidade em toda a curva.
O dirigente reafirmou melhora na inflação e disse que a IPCA de junho deve vir negativo, na esteira do índice registrado em maio. Contudo, deve haver alguma retomada nos preços nos meses seguintes. Além disso, a queda do dólar no mercado à vista impulsiona o alívio nos DIs.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,99% | 13,02% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,04% | 11,08% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,44% | 10,48% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,51% | 10,51% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,68% | 10,67% |
O dólar à vista opera instável nesta segunda-feira (12), em dia de agenda esvaziada e queda do petróleo. A moeda americana renovou a mínima há pouco a R$ 4,8640, em baixa de 0,21%.
Os contratos futuros do petróleo tipo Brent para agosto encerraram as negociações em queda de 3,95%, a US$ 71,84 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos para julho do petróleo tipo WTI fecharam o dia em baixa de 4,35%, a US$ 67,12 o barril.
O desempenho da commodity foi pressionado por maior cautela a um possível aumento de oferta global, repercutindo relatório do Goldman Sachs divulgado ontem (11).
O banco reduziu o preço-alvo do petróleo tipo Brent de US$ 88 para US$ 82 por barril ao final de 2023. Por outro lado, a instituição financeira elevou as estimativas de oferta da Rússia, Venezuela e Irã.
Além disso, os investidores acompanham rumores de que um alívio nas sanções dos EUA pode ampliam as exportações do petróleo na Venezuela e no Irã, em meio à sinalizações de menor redução da demanda — resultante de uma desaceleração econômica global.
Os juros futuros (DIs) avançam em toda a curva, acompanhando o desempenho dos retornos dos Treasuries, em movimento de realização de lucros. Contudo, a alta foi reduzida há pouco em meio à falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento.
Campos Neto afirmou que "notícias sobre expectativas de inflação começaram a melhorar" e que os preços vêm caindo de uma maneira mais lenta nos últimos meses. "Quando a gente tira alimentos e energia, a inflação brasileira tem uma dificuldade de cair. Está ali no topo como um das mais altas."
O dirigente disse também que "vamos ter número negativo de inflação em junho e depois volta a subir". Vale lembrar que a próxima reunião do BC deve acontecer na próxima semana, entre os dias 21 e 22; o mercado mantém a expectativa de manutenção da Selic a 13,75% ao ano.
Confira o desempenho dos DIs em tempo real:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 13,03% | 13,02% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,10% | 11,08% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,49% | 10,48% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,54% | 10,51% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,70% | 10,67% |
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou o limite de novo teto de de 9,63% para reajuste para planos de saúde individual e familiares regulamentados, ou seja, contratados a partir de janeiro de 1999. O percentual terá vigência entre maio de 2023 e abril de 2024.
Na visão do Itaú BBA, o reajuste devem trazer algum alívios para o setor de planos de saúde neste ano, principalmente a partir do segundo semestre. Sendo assim, o aumento do ticket médio dos planos devem aliviar os custos elevados e níveis ainda altos de frequência de procedimentos que têm afetado negativamente a lucratividade do setor de planos de saúde nos últimos trimestres.
No caso de Hapvida, mais especificamente, os analistas do banco afirmam que o novo teto de reajuste "provavelmente ajudará a empresa a continuar melhorando gradualmente seus níveis de MLR, uma vez que os planos individuais representam 17% da base de planos da empresa combinada".
Em geral, as companhias do setor operam, majoritariamente, em alta na B3. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 32,94 | +2,17% |
| FLRY3 | Fleury ON | R$ 16,21 | +2,01% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 5,18 | +0,19% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,21 | -0,71% |
A demanda pelo edifício Bravo! Paulista, que faz parte do portfólio do fundo imobiliário Rio Bravo Renda Corporativa (RCRB11), está em alta: o FII comunicou nesta segunda-feira (12) o fechamento de um novo contrato de locação para o imóvel.
A assessoria técnica Newland ocupará um dos conjuntos — ou cerca de 215,3 metros quadrados — do empreendimento pelos próximos cinco anos. Com isso, a vacância física projetada do portfólio cairá de 16,9% para 16,35%.
Esse é o segundo contrato fechado pelo fundo para o imóvel neste mês. Na semana passada, o RCRB11 já havia locado outras duas unidades do edifício para a Kat Investimentos, empresa de gestão de portfólio e soluções financeiras.
"A nova locação demonstra o potencial de atração do imóvel e corrobora a tese de investimento da Rio Bravo no empreendimento localizado em um dos principais eixos comerciais do país e em busca de renda imobiliária de longo prazo e construção de um portfólio de alta qualidade", cita o comunicado enviado ao mercado.
As empresas ligadas à celulose Klabin (KLBN11) e Suzano (SUZB3) figuram entre as maiores altas do Ibovespa, com avanço de 2,49% e 2,37% respectivamente.
As companhias seguem sendo beneficiadas pelo preço da commodity abaixo do custo marginal, o que abre oportunidades para montagem de posição. Contudo, segundo analistas do mercado, novos reajustes devem ser anunciados ao longo do terceiro trimestre deste ano.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 21,84 | 2,68% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 46,33 | 2,41% |
As ações da Americanas (AMER3), negociadas fora do Ibovespa, registram alta de 2,75%, a R$ 1,12. Há pouco, a companhia avançou 3,75%, na máxima do dia.
Os papéis repercutem a decisão do trio de acionistas de referência da companhia, Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira de manter uma restrição à venda das ações da varejista por três anos (lock-up) como condição de acordo entre os credores e a empresa, segundo fontes à Bloomberg e ao Broadcast.
A Americanas entrou em recuperação judicial em janeiro deste ano, após revelar "inconsistências contábeis" na ordem de R$ 20 bilhões e mais de R$ 40 bilhões em dívidas.
O Ibovespa registra leve alta de 0,12%, aos 117.164 pontos e acompanha o tom positivo das bolsas em Nova York. Mas, o que dá tração ao índice é o avanço de mais de 1% das ações da Petrobras (PETR4), após o JP Morgan elevar a recomendação dos papéis para compra.
Na ponta positiva, Braskem (BRKM5) lidera os ganhos desde a abertura dos negócios, repercutindo a oferta da Unipar de aquisição de participação da Novonor, a R$ 36,50 por ação.
Na ponta negativa, Prio (PRIO3) é a maior queda do dia, acompanhando o desempenho do petróleo.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 27,41 | 7,03% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,51 | 4,24% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 49,15 | 2,95% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 22,39 | 2,57% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 21,77 | 2,35% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 33,25 | -3,57% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,65 | -2,84% |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 37,19 | -2,59% |
| SLCE3 | SLC Agrícola | R$ 35,68 | -2,25% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 31,84 | -2,24% |
O Ibovespa reduziu a alta há pouco, na esteira da perda de força das ações da Petrobras (PETR4). O índice da bolsa brasileira sobe 0,18%, aos 117.278 pontos.
As bolsas americanas também avançam nesta segunda-feira (12), à espera de novos dados de inflação e a decisão sobre juros americanos pelo Federal Reserve (Fed). A expectativa dos mercados é de que o banco central dos EUA mantenha a taxa de juros no intervalo entre 5,00% e 5,25% ao ano.
Confira o desempenho das bolsas em NY:
A era do dinheiro farto no mercado financeiro já passou há alguns anos — no Brasil, desde março de 2021, quando o Banco Central começou com o aperto monetário. De lá para cá, os juros saíram de 2,00% para 13,75% ao ano — e os efeitos desse movimento afetaram diretamente as fintechs, como Nubank (NUBR33), Inter (INBR32) e Méliuz (CASH3).
De modo geral, todas as instituições financeiras sofrem de alguma maneira com o ambiente de juros altos, que torna o dinheiro mais caro.
Mas, no caso dos “neobancos” e fintechs, esse aperto tende a ser ainda maior: são negócios mais novos e ainda pouco consolidados quando comparados com outros “bancões” do mesmo segmento.
Empréstimos ficam mais custosos e, além disso, o volume de investimentos por parte de fundos e empresas de venture capital — uma fonte essencial de financiamento para companhias que ainda não atingiram a maturidade — acabam rareando.
O JP Morgan se rendeu à Petrobras (PETR4) e se juntou nesta segunda-feira (12) à lista de bancos que recomendam a compra das ações da estatal.
O gigante norte-americano melhorou a indicação de todos os papéis da companhia de neutra para compra e também aumentou o preço-alvo até dezembro de 2023. Confira as novas recomendações:
| Ação | Ticker | Preço-alvo anterior | Novo preço-alvo |
| Petrobras ON | PETR3 | R$ 30,50 | R$ 41,00 |
| Petrobras PN | PETR4 | R$ 30,50 | R$ 41,00 |
| Petrobras ON ADR | PBR | US$ 11,50 | US$ 15,50 |
| Petrobras PN ADR | PBR/A | US$ 11,50 | US$ 15,50 |
Nesta segunda-feira, as ações da Petrobras negociadas na B3 operavam em alta em um momento no qual os preços do petróleo caem 4% no mercado internacional.
Por volta de 13h45, os papéis PETR4 avançavam 1,06%, a R$ 30,59. Já os papéis PETR3 subiam 0,53%, a R$ 33,93. Em Nova York, os ADRs PBR tinham alta de 0,73%, a US$ 13,86.
Após iniciar o dia no campo negativo e chegar a tocar os R$ 4,8683 na mínima, o dólar à vista virou de mão neste início de tarde de segunda-feira (12) e, agora, opera em leve alta de 0,13%, sendo negociado a R$ 4,8822.
A sessão de hoje é marcada por uma tendência global de valorização do dólar. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana em relação a uma cesta com divisas fortes — como o euro, a libra esterlina, o franco suíço e o iene, entre outras — sobe 0,18% neste momento.
Apesar de ser dia dos namorados em muitos lugares pelo globo, o Goldman Sachs não quis dar aos investidores flores ou chocolates, mas sim previsões financeiras — mais especificamente, a respeito do petróleo.
Os analistas do Goldman Sachs cortaram as projeções para o preço da commodity em quase 10%, na terceira redução nas previsões em apenas seis meses.
O banco de investimento reduziu a perspectiva para o petróleo do tipo Brent, considerado referência no mercado internacional, para dezembro para US$ 86 o barril, ante US$ 95 o barril.
Em relatório, a instituição também revisou para baixo a previsão do petróleo WTI para dezembro, que caiu de US$ 89 por barril para US$ 81.
O Ibovespa sobe 0,41%, aos 117.496 pontos, impulsionado pelo avanço das ações preferenciais de Petrobras (PETR4) após o JP Morgan elevar a recomendação neutra para compra dos ativos da estatal.
Contudo, o desempenho negativo das commodities limitam os ganhos do índice. O minério de ferro encerrou as negociações em queda de quase 2% e o petróleo opera com baixa de mais de 3%, com investidores repercutindo relatório do Goldman Sachs divulgado ontem (11).
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 27,90 | 8,94% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 49,15 | 2,95% |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 33,12 | 2,73% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,30 | 2,62% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 44,33 | 2,59% |
E as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 33,33 | -3,34% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,69 | -2,53% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 19,17 | -2,24% |
| SLCE3 | SLC Agrícola | R$ 35,77 | -2,00% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,23 | -1,65% |
O Ibovespa sobe 0,41%, aos 117.499 pontos, impulsionado pelo avanço de mais de 1% de Petrobras (PETR4).
O dólar à vista recua 0,05%, a R$ 4,8769.
As bolsas europeias encerram as negociações em alta nesta segunda-feira (12), com investidores à espera de decisões sobre juros do Federal Reserve (Fed) dos EUA, e do Banco Central Europeu (BCE).
Mais cedo, a dirigente do BCE Catherine Mann afirmou que a inflação no Reino Unido deve cair cerca de 7%.
Confira o fechamento das bolsas europeias:
As bolsas internacionais abriram em tom positivo nesta segunda-feira (12), com a agenda econômica mais esvaziada. Mas, o Ibovespa não performou em linha com o exterior na abertura.
O índice da bolsa de valores brasileira iniciou o pregão em queda, pressionado por commodities. O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian, na China, em queda de quase 2% e o petróleo recuava mais de 4% há pouco, ambos repercutindo relatório do Goldman Sachs divulgado ontem (11).
Na visão do banco, a recuperação do setor imobiliário — um dos principais "motores" da economia chinesa — "não é sustentável" e deve seguir em ritmo lento, somado a ausência de expectativa de novos estímulos.
O banco também reduziu o preço-alvo dos contratos para dezembro de US$ 95 para US$ 86 o barril, com expectativa de oferta crescente de olho na recuperação da produção russa e uma demanda mais lenta por petróleo.
Contudo, o Ibovespa recuperou o fôlego na última hora, impulsionada pelas ações da Petrobras (PETR4) — que destoam do desempenho do petróleo e das demais companhias do setor. Os investidores da estatal repercutem a elevação de recomendação para compra dos ativos pelo JP Morgan.
O índice avança 0,51%, aos 117.616 pontos.
Entre os destaques do Ibovespa estão:
Ponta positiva:
Ponta negativa:
O dólar à vista opera instável. Há pouco, a moeda americana registrava queda de 0,06%, a R$ 4,8759.
Em um momento no qual o fantasma dos calotes ronda os fundos imobiliários, nem mesmo transações mais antigas estão a salvo dessa assombração, como mostra o último comunicado do CSHG Logística (HGLG11).
O FII, que é um dos gigantes da indústria, informou ao mercado sobre o ajuizamento de uma ação de execução contra a compradora de três de seus galpões logísticos.
O HGLG11 vendeu as cotas de uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) que detinha os ativos, localizados na cidade de Extrema, em Minas Gerais, para um comprador não identificado em maio de 2021.
A transação deveria render um total de R$ 90 milhões ao fundo. O lucro caixa estimado era de R$ 44 milhões — quase o dobro dos R$ 46 milhões investidos pelo FII —, ou R$ 2,39 por cota.
Na esteira da recuperação das ações da Petrobras (PETR4), o Ibovespa renovou a máxima do dia há pouco, com alta de 0,57%, aos 117.680 pontos.
Em reação a elevação de recomendação neutra para compra dos papéis da Petrobras (PETR4) pelo JP Morgan, as ações preferenciais da estatal sobem 1% e dão fôlego para o Ibovespa ensaiar alta nesta primeira parte da sessão.
O índice da bolsa brasileira sobe 0,30%, aos 117.374 pontos. No radar também estão as movimentações de matérias fiscais em Brasília. A expectativa é que o texto do arcabouço fiscal seja mantido conforme aprovado na Câmara dos Deputados e apresentado aos senadores ainda nesta semana.
Uma pesquisa mensal sobre a Perspectiva dos Gestores mostrou que a Faria Lima está bem mais construtiva com os principais indicadores de economia no Brasil. Onde estão as oportunidades com esse cenário? Hora de investir na bolsa brasileira?
No Giro do Mercado de hoje, Rafaela Ribas, analista da Empiricus Research, vai explicar o estudo feito pelo time de fundos de investimentos com mais de 40 gestoras.
E falando em bolsa brasileira, será que é hora de comprar B3 (B3SA3)? Larissa Quaresma participa da live de hoje (12) para falar das perspectivas para o desempenho da bolsa e, ainda, se é hora de investir na ação.
Aperte o play e acompanhe:
O petróleo tipo Brent registra queda próxima a 4%, a US$ 72,28 o barril. Os investidores repercutem o relatório do Goldman Sachs divulgado ontem (11).
O banco reduziu o preço-alvo dos contratos para dezembro de US$ 95 para US$ 86 o barril, com expectativa de oferta crescente de olho na recuperação da produção russa e uma demanda mais lenta por petróleo.
“Depois de uma queda inicial de 1,5 milhão de barris por dia, a oferta russa se recuperou quase totalmente, apesar da decisão de muitas empresas de parar de comprar barris russos”, escreveram os analistas do Goldman Sachs.
As ações preferenciais da Petrobras (PETR4) operam em tom positivo, na contramão do desempenho do petróleo e das demais companhias do setor.
No caso específico da estatal, os investidores repercutem a elevação de recomendação neutra para compra dos papéis pelo JP Morgan.
Em geral, o setor acompanha a queda de 4,09%, a US$ 71,80 do petróleo, precificando o relatório do Goldman Sachs divulgado neste fim de semana.
O banco reduziu o preço-alvo dos contratos para dezembro da commodity de US$ 95 para US$ 86 o barril, com expectativa de oferta crescente de olho na recuperação da produção russa e uma demanda mais lenta por petróleo. Na semana passada, a Opep+ anunciou corte unilateral de mais de um milhão de barris por dia.
Confira as cotações das companhias ligadas ao petróleo no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO | VARIAÇÃO |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 33,47 | -2,93% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 31,96 | -1,87% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 33,65 | -0,30% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 30,34 | +0,20% |
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou há pouco que o relatório do arcabouço fiscal deve ser apresentado no plenário do Senado Federal nesta semana. A matéria está sob a relatoria de Omar Aziz (PSD-AM).
Contudo, ainda segundo Wagner, não há uma data prevista para a votação da proposta pelos senadores; a expectativa é que não haja alterações no mérito da matéria aprovada na Câmara dos Deputados, a fim de evitar o retorno da pauta à Casa dos deputados.
As ações das companhias ligadas ao minério de ferro acompanham o desempenho da commodity e operam em tom negativo.
O minério fechou em queda de 1,81%, com a tonelada cotada a US$ 100,03, em reação a avaliação do Goldman Sachs de que o mercado imobiliário da China deve seguir em ritmo lento e sem previsão de novos estímulos por parte do governo.
E, no caso da Vale (VALE3), os papéis também reagem ao corte no preço-alvo das ações de US$ 19 (R$ 95) para US$ 17,50 (R$ 88) pelo Santander; a recomendação de compra dos ativos foi mantida.
Na visão do banco, a companhia deve ser pressionado pela oferta maior de minério de ferro, o que reduz o preço negociado da commodity.
Confira o desempenho das empresas do setor no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | PREÇO | VARIAÇÃO |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,54 | -3,69% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,46 | -2,19% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 24,88 | -1,66% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 67,24 | -1,64% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,63 | -1,36% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 7,27 | -0,82% |
O Ibovespa voltou a ensaiar alta, com avanço de 0,04%, aos 117.069 pontos.
O dólar à vista retomou alta há pouco e sobe R$ 4,8943. Um dos motivos para esse movimento é a realização da moeda americana, ganhando força ante os pares emergentes e ligados a commodities.
Além disso, os ajustes precificam a expectativa de manutenção dos juros americanos pelo Fed, na próxima quarta-feira (14).
No radar, os investidores locais aguardam novas sinalizações sobre o andamento da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados e do arcabouço fiscal no Senado Federal.
As ações da Braskem (BRKM5) registram alta de 7,11%, a R$ 27,43 no Ibovespa.
O desempenho positivo é impulsionado pela proposta de compra de participação da Novonor pela Unipar, com a oferta de R$ 36,50 por ação, um prêmio de 42,5% em relação ao fechamento de sexta-feira (9).
A proposta também é maior do que a do fundo Apollo, de R$ 30 por ação.
À espera do CPI, índice referencial de inflação, e na expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na próxima quarta-feira (14), as bolsas americanas iniciaram as negociações em tom positivo.
O Ibovespa não sustentou os ganhos e voltou ao tom negativo, pressionado pelo forte recuo do petróleo. O índice cai 0,02%, aos 116.991 pontos.
As ações da 3R Petroleum (RRRP3) lideram as perdas da abertura com queda de 3,41%, a R$ 31,42, após leilões.
Os investidores repercutem o anúncio, realizado na última sexta-feira (9), de aumento de capital social da companhia no valor de mais de R$ 899,9 milhões, a R$ 24,45 por ação.
Os papéis também são pressionados pelo recuo de mais de 2% do petróleo no mercado internacional, em meio à preocupações com a demanda e a desaceleração da economia global.
O Ibovespa ensaiou fôlego há pouco, com alta de 0,22%, aos 117.272 pontos.
Em dia de agenda local esvaziada, o Ibovespa abre em queda de 0,14%, aos 117.021 pontos, pressionado por commodities.
O índice opera na contramão do otimismo dos mercados futuros de Nova York, com a expectativa de manutenção dos juros americanos pelo Federal Reserve (Fed).
A disputa pela participação da Novonor (ex-Odebrecht) na Braskem (BRKM5) esquentou ainda mais neste fim de semana com a oferta feita pela Unipar (UNIP6).
O comunicado que a Unipar divulgou trazia poucos detalhes financeiros sobre a proposta, mas na manhã de hoje a própria Braskem trouxe mais informações.
Pelos termos da proposta, o grupo ofereceu R$ 36,50 por ação da petroquímica. Esse valor representa um prêmio de 42,5% sobre as cotações de fechamento da Braskem na sexta-feira na B3 (R$ 25,61).
Como esperado, os papéis da petroquímica reagem em forte alta ao anúncio da nova proposta. Por volta das 10h50, as ações BRKM5 disparavam pouco mais de 6%, a maior valorização do Ibovespa nesta segunda-feira.
As commodities iniciam a semana em queda.
O minério de ferro cai 1,81%, com a tonelada a US$ 100,03 em Dalian. Os investidores repercutem comentários do Goldman Sachs: na visão do banco, a recuperação do setor imobiliário da China "não é sustentável" e deve seguir em ritmo lento, somado a ausência de expectativa de novos estímulos.
O petróleo tipo Brent recua 2,35%, a US$ 72,95 a tonelada. A commodity reage à preocupação sobre a demanda em meio à desaceleração econômica global.
20% DE ALTA: O BULL MARKET BRASILEIRO ESTÁ DE VOLTA
Lá fora, as ações asiáticas subiram, acompanhando os ganhos nos EUA no final da semana passada, enquanto os investidores se preparam para uma semana repleta de decisões sobre taxas de juros dos principais bancos centrais (teremos encontro das autoridades monetárias dos EUA, da Zona do Euro e do Japão).
Por sinal, sobre o movimento do Fed, o aumento dos pedidos iniciais de auxílio-desemprego reforçou as esperanças de que o Fed irá interromper seus aumentos de juros.
Neste momento, a curva indica uma chance implícita de quase 80% para a manutenção dos juros.
Os mercados europeus e os futuros americanos sobem nesta manhã, mas o mesmo não pode ser dito das commodities, que enfrentam uma maior dificuldade neste início de semana depois do Goldman Sachs dar uma opinião negativa sobre o petróleo.
Fora as reuniões de política monetária, ainda contamos com os dados de inflação nos EUA, que podem abalar as expectativas para as próximas reuniões do Fed. Além disso, também precisamos ficar de olho na China, que pode optar por uma redução das taxas de juros para estimular suas economias.
A ver…
00:43 — Bull market
Na sexta-feira da semana passada, depois do feriado, nos encontramos novamente com um patamar que não nos encontrávamos há muito tempo.
O Ibovespa superou os 117 mil pontos. Isso representou uma alta de 20% desde o piso verificado no dia 23 de março aos 96.996,84 pontos, quando o Banco Central endureceu seu tom e mostrou que não iria flexibilizar só porque o governo estava fazendo birra.
Desde então, a inflação deu sinais de desaceleração significativa e o governo conseguiu uma aprovação do arcabouço fiscal na Câmara, fatores que melhoraram o ambiente entre os investidores e possibilitaram o fluxo que vimos até aqui.
A expectativa de um iminente corte da taxa Selic, juntamente com a aposta na pausa do Federal Reserve e as expectativas de estímulos da China são os principais impulsionadores do atual rali nos mercados. Claro, não podemos relaxar, uma vez que ainda precisamos ver o arcabouço aprovado no Senado e as discussões formais sobre a Reforma Tributária, que até podem começar neste mês, mas que só serão concluídas no segundo semestre. Para o próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom), agendado para a próxima semana (dia 21), os investidores aguardam o primeiro sinal de corte da taxa Selic, previsto para ocorrer em agosto.
01:34 — Um agro avançado e produtivo
Ainda em solo brasileiro, ficamos recentemente surpresos com um dado de PIB muito melhor do que o esperado, como já conversamos aqui.
A melhor parte foi que, de acordo com elementos no interior do dado, o crescimento não tem caráter muito inflacionário, não se tornando um impeditivo para o BC reduzir a Selic no terceiro trimestre.
Outro destaque foi o desempenho fenomenal do agro brasileiro. Aliás, um diferencial da agropecuária de ponta brasileira é o investimento em pesquisa e desenvolvimento, fundamental para o desenvolvimento de longo prazo. Tudo isso é possível graças a um ciclo colaborativo entre empresas e universidades.
O resultado dessa dinâmica é um aumento significativo na produtividade no campo. Entre 1975 e 2018, a agropecuária brasileira registrou uma taxa média de crescimento de produtividade de 3,36% ao ano, superando as taxas da China, da Austrália e dos EUA.
Paralelamente, em 20 anos, a safra de grãos aumentou 258% para 310,6 milhões de toneladas por ano. Ao mesmo tempo, a área plantada passou de 43,7 milhões para 76,7 milhões de hectares, um salto de 76,5%.
Esses dados demonstraram o impulso expressivo do setor agrícola brasileiro e o papel fundamental da pesquisa e colaboração entre universidades, empresas e propriedades rurais nesse progresso.
02:22 — Sem cortes nesta semana
Nos EUA, a semana é relevante nos dados econômicos e nas frentes políticas. Os investidores enfrentarão os principais dados de inflação e reuniões do banco central, além de outros lançamentos econômicos e de lucros.
Na frente principal, os mercados financeiros se concentram na decisão política do Federal Reserve de quarta-feira, com expectativas de uma pausa para avaliar os danos da contração monetária realizada até aqui.
Os mercados futuros estão precificando de forma esmagadora uma pausa.
Além disso, o Escritório de Estatísticas do Trabalho deverá relatar o índice de preços ao consumidor de maio na terça-feira, seguido pelo equivalente ao produtor na quarta-feira. As estimativas de consenso são de aumentos de 4,2% e 1,5%, respectivamente.
Por fim, ainda contamos com o índice de otimismo para pequenas empresas, na terça-feira, os dados de vendas no varejo, na quinta-feira, e o índice de sentimento do consumidor, na sexta-feira. Será uma semana emocionante.
03:10 — Atingindo o pico
A ascensão da China nos últimos 40 anos foi excepcional. O país contou com uma combinação entre sorte e fatores irreplicáveis que estão rapidamente se transformando em ventos contrários.
Em quase todas as métricas, as coisas já pararam de melhorar e estão começando a piorar para a China. A desaceleração chinesa é estrutural.
À medida que a China enriquecia, sua força de trabalho se tornava mais cara, diminuindo a atratividade do país como a “fábrica do mundo”. O crescimento oficial do PIB já havia caído para 6% antes de 2019, apesar do estímulo do governo mascarar um crescimento mais fraco, e três anos de pandemia só pioraram a situação.
Não só o crescimento desacelerou a cada ano por uma década, mas o mais importante, a qualidade do crescimento da China se deteriorou. A infraestrutura foi construída para estimular o crescimento, com dezenas de “cidades fantasmas” equipadas com novos prédios de apartamentos, estradas e pontes, mas sem pessoas.
Enquanto isso, o sistema político fechado da China e as preferências econômicas de Xi Jinping impedem a inovação tecnológica, o motor mais confiável do crescimento de longo prazo. Muitos dos melhores e mais brilhantes da China já deixaram o continente para ambientes mais acolhedores, levando seu talento e capital com eles.
04:06 — EUA x China em Taiwan
Os EUA e a China podem já estar travando uma Guerra Fria que pode acabar se tornando uma guerra quente por causa de Taiwan. Para muitos, a questão não é se, mas quando Xi Jinping decidirá invadir a ilha.
Talvez 2025, especialmente se um candidato pró-independência vencer a eleição presidencial de Taiwan no ano que vem e o presidente dos EUA estiver distraído com a própria eleição.
Independentemente disso, anexar Taiwan à força seria uma grande aposta para a China. Xi sabe que não importa o quanto a China aumente os gastos com defesa, suas forças armadas não são testadas em combate desde 1979, quando perdeu uma guerra de fronteira com o Vietnã.
Além disso, o líder chinês provavelmente está tendo dúvidas após a resposta ocidental à guerra da Rússia na Ucrânia.
Se você acha que a guerra na Ucrânia afetou a economia global, uma luta entre EUA e China por Taiwan seria muito pior, uma vez que a ilha é uma superpotência na fabricação de semicondutores, e o possível impacto nas cadeias de suprimentos globais é completamente desconhecido.
Sabemos apenas que será devastador em vários sentidos. É melhor o mundo já começar a se preparar.
A série Succession tornou-se quase que sinônimo ao falar de heranças e controle de grandes conglomerados. Porém, desta vez, a “trama” vai além dos roteiros passados nas telinhas — mais especificamente, para a casa do bilionário, megainvestidor e filantropo George Soros.
Aos 92 anos, Soros anunciou que está entregando o controle de seu império, avaliado em US$ 25 bilhões, para um de seus filhos.
De acordo com a Forbes, o executivo tem um patrimônio líquido de US$ 6,7 bilhões, considerado uma das 400 pessoas mais ricas do mundo.
“Não queria que a fundação fosse assumida por um dos meus filhos, por uma questão de princípio. Achei que deveria ser administrado por alguém mais adequado”, disse George Soros.
Os juros futuros (DIs) abriram com viés de queda em toda a curva, ainda digerindo o IPCA de maio abaixo do esperado. A inflação desacelerou para 0,23% em maio, segundo informou o IBGE na última quarta-feira (7).
Hoje, o Boletim Focus apontou uma melhora no crescimento da economia e redução da inflação, pela segunda semana consecutiva. O que, em linhas gerais, reflete na expectativa de corte na taxa Selic a partir de agosto.
Confira a abertura dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,99% | 13,02% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,02% | 11,08% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,40% | 10,48% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,45% | 10,51% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,62% | 10,67% |
O dólar à vista abre a R$ 4,8807, com alta de 0,05%.
O Ibovespa futuro abre em alta de 0,07%, aos 117.260 pontos. O índice acompanha os futuros americanos, que operam em alta à espera da decisão de juros pelo Federal Reserve (Fed).
Há pouco, o relatório semanal Focus apontou uma expectativa de melhora do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e redução da inflação para este ano, pela segunda semana consecutiva.
Os investidores aguardam a apreciação da proposta do arcabouço fiscal no Senado e as negociações sobre o texto da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados, apresentado em Comissão Mista na semana anterior.
O Banco Central acaba de divulgar a mais recente edição do boletim Focus.
Entre os principais destaques estão a queda da projeção para a inflação e a alta da estimativa do PIB para 2023.
Confira o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (12) com as projeções do mercado para indicadores da economia local, após a primeira leitura após a divulgação do PIB trimestral e da desaceleração do IPCA em maio:
A Wilson Sons confirmou nesta segunda-feira, após notícias publicadas na imprensa nacional, que seu acionista controlador, a Ocean Wilsons Holdings Limited (OWHL), está realizando uma análise estratégica que envolve seus investimentos na companhia.
Segundo reportagem do jornal O Globo, a MSC estaria negociando a compra da Wilson Sons em uma transação de cerca de R$ 5 bilhões.
Em fato relevante enviado à Bolsa de Valores de Londres, a OWHL afirma que a análise, que considerará todas as possíveis opções estratégicas, está atualmente em um estágio inicial e não há certeza quanto ao resultado.
A OWHL também afirmou que não recebeu nenhuma proposta formal de terceiros com relação a uma possível transação envolvendo a Wilson Sons. (Fonte: Broadcast)
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da NeoEnergia (NEOE3).
NEOE3: [Entrada] R$ 17.25; [Alvo parcial] R$ 17.98; [Alvo] R$ 19.08; [Stop] R$ 16.03
Recomendo a entrada na operação em R$ 17.25, um alvo parcial em R$ 17.98 e o alvo principal em R$ 19.08, objetivando ganhos de 10.6%.
O stop deve ser colocado em R$ 16.03, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
O ex-primeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi morreu na manhã desta segunda-feira (12). Ele tinha 86 anos.
De acordo com a mídia italiana, Berlusconi estava internado no hospital San Raffaele, em Milão.
O político e empresário italiano tinha um diagnóstico de leucemia e foi acometido recentemente por uma infecção pulmonar.
Berlusconi começou a vida como cantor. Ganhou projeção ao tornar-se um magnata da mídia na Itália e teve a vida pública marcada por uma série de escândalos. Também foi dono do Milan.
Na política, exerceu três mandatos como primeiro-ministro, tornando-se o chefe de governo mais longevo do país no pós-Segunda Guerra Mundial.
De acordo com a Forbes, Berlusconi amealhou uma fortuna de US$ 6,9 bilhões ao longo da vida.
Os índices futuros de Wall Street amanheceram no azul nesta segunda-feira.
Os investidores estão de olho na possibilidade de o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) interromper seu ciclo de aumento de juros na quarta-feira.
Com a agenda vazia hoje, a expectativa volta-se para novos dados da inflação ao consumidor (CPI) dos EUA, previstos para amanhã (13).
Veja como estavam os índices futuros das bolsas de Nova York por volta das 7h05:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta segunda-feira.
Os investidores preparam-se para uma semana cheia para os banqueiros centrais.
Estão previstas para os próximos dias as decisões de política monetária dos bancos centrais dos Estados Unidos (Fed), da zona do euro (BCE) e Japão (BoJ).
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h:
As principais bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira.
Os investidores aguardam decisões de juros nos EUA, na Europa e no Japão no decorrer da semana.
O índice acionário japonês Nikkei subiu 0,52% em Tóquio hoje, enquanto o Hang Seng mostrou alta marginal de 0,07% em Hong Kong e o Taiex avançou 0,41% em Taiwan.
Já o sul-coreano Kospi caiu 0,45% em Seul. Na China continental, o Xangai Composto teve ligeira baixa de 0,08%.
Passado o feriado de Corpus Christi, os investidores voltam com força total ao mercado doméstico — mas boa parte das atenções estará concentrada no exterior, especialmente nos EUA.
Isso porque a agenda econômica da semana traz dados decisivos nas terras americanas, com destaque para a decisão de juros do Federal Reserve, na quarta (14).
Isso porque as opiniões estão divididas quanto ao próximo passo da autoridade monetária: a percepção de que o Fed pausará o ciclo de alta de juros é majoritária em Wall Street; no entanto, tem crescido a fatia dos investidores que vê espaço para uma nova elevação residual, considerando a força mostrada pelo mercado de trabalho do país.
Ainda nos EUA, dados de inflação ao consumidor (CPI) também são importantes; do outro lado do oceano, destaque para a decisão de juros do Banco Central Europeu (BCE), na quinta (15). No Brasil, a semana será relativamente vazia, com números de atividade e do IBC-Br em abril. Veja abaixo a agenda completa; os horários são de Brasília:
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
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O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista