🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

PODE SOBRAR PRA VOCÊ

Guerra entre Israel e Hamas: como o conflito pode mexer com o seu bolso e afetar seus investimentos

O principal efeito dessa guerra declarada deve ser sentido no petróleo, mas há muito mais por trás desse confronto, e os investidores devem estar atentos

Carolina Gama
7 de outubro de 2023
16:06 - atualizado às 15:50
guerra russia-ucrania - dinheiro
Imagem: Fonte: Shutterstock

A guerra entre Israel e o Hamas acontece há mais de 10 mil quilômetros do Brasil. A distância do conflito, no entanto, é apenas geográfica. Quando se trata do seu bolso e dos seus investimentos, o confronto militar está mais perto do que os mapas podem mostrar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O primeiro efeito do ataque surpresa — e histórico — do Hamas ao território israelense deve ser sentido no petróleo. A guerra acontece no quintal dos principais produtores da commodity no mundo, entre eles, a Arábia Saudita

Embora tenha terminado a sexta-feira (6) em alta, tanto o petróleo tipo Brent — usado como referência internacional, inclusive pela Petrobras (PETR4) — como o WTI, a referência para o mercado norte-americano, acumulam perdas de mais de 8% na semana e estão longe do patamar de US$ 100 o barril. 

A guerra entre Israel e o Hamas, portanto, tem um potencial enorme de fazer o petróleo disparar a partir da segunda-feira (9), quando os mercados voltam a operar normalmente. Petróleo em alta é sinônimo de inflação — e é aí que mora o problema.

Inflação, sempre ela

Os bancos centrais ao redor do mundo travam desde o início do ano passado uma batalha contra a inflação, e a principal arma para vencer a guerra contra o aumento de preços é o aperto monetário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil foi um dos primeiros países a iniciar o aumento da taxa de juros e agora vive um momento de afrouxamento monetário. O mesmo, no entanto, não acontece com o principal banco central do mundo, o Federal Reserve (Fed). 

Leia Também

O BC dos EUA ainda está na luta para fazer a inflação voltar para a meta de 2% no longo prazo. Em agosto, o índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) — a medida preferida do Fed para a inflação — alcançou 3,5% em base anual. 

O fato de os preços ainda estarem longe da meta nos EUA é o principal responsável pelo atual nível da taxa básica de juros no país: 5,25% a 5,50% ao ano, o maior patamar em 20 anos. 

Portanto, se o petróleo retomar a trajetória de alta por conta da guerra entre Israel e Hamas, as chances de aceleração da inflação no mundo são grandes — assim como a probabilidade de o Fed seguir elevando a taxa básica por ainda mais tempo do que já é esperado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • ONDE INVESTIR EM OUTUBRO? Analistas da Empiricus Research revelam suas principais recomendações para o mês em entrevista completa para o Youtube do Seu Dinheiro. Assista agora:

Mas não é só isso…

O fato de o petróleo subir e alimentar a inflação já coloca por si uma pressão sobre os investidores. 

A cereja do bolo da possível alta do petróleo em reflexo da guerra entre Israel e Hamas é a pressão sobre os juros projetados pelos Treasurys, como são conhecidos os títulos de dívida do governo norte-americano.

A alta dos yields dos Treasurys significa queda de ativos de risco como ações e a penalização de ativos emergentes, inclusive os brasileiros, além da valorização de refúgios em tempos de incerteza como o dólar e o ouro. 

Nesta semana, os investidores assistiram a disparada dos juros dos Treasurys — que atingiram o maior patamar em 16 anos. Ontem, os yields dos títulos com vencimento mais longo, de 30 anos, bateram na casa dos 5%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse avanço foi patrocinado por alguns fatores como a venda desses papéis por Japão e China, pela perspectiva de novo aumento dos juros pelo Fed ainda este ano e pelos dados mais fortes do que o esperado do mercado de trabalho norte-americano. 

Os juros dos Treasurys são usados como referência para praticamente tudo no mundo: de financiamento imobiliário a crédito bancário. Portanto, se os yields desses títulos disparam, pesa no bolso do investidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar