O touro voltou: Ibovespa fecha no maior nível desde novembro; dólar encerra abaixo de R$ 4,90
O Ibovespa encerrou a sexta-feira (9) em tom elevado. Depois de tocar a máxima intradiária dos 117.603 pontos, o principal índice da bolsa brasileira fechou o dia no maior nível desde novembro do ano passado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O movimento positivo fez com que o Ibovespa entrasse em bull market […]
O Ibovespa encerrou a sexta-feira (9) em tom elevado. Depois de tocar a máxima intradiária dos 117.603 pontos, o principal índice da bolsa brasileira fechou o dia no maior nível desde novembro do ano passado.
O movimento positivo fez com que o Ibovespa entrasse em bull market após subir mais 20% frente à mínima intradiária mais recente, de 23 de março.
O dólar, por sua vez, encerrou a sessão abaixo de R$ 4,90 e acumulou perdas superiores a 1% na semana.
Lá fora, os investidores seguirem em ritmo de espera pela decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), prevista para quarta-feira (14). Ainda assim, o S&P 500 conseguiu superar a barreira dos 4.300 pontos ao longo do dia e encerrou a quarta semana seguida com ganhos.
Acompanhe a seguir tudo o que mexeu com os mercados nesta sexta-feira:
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IBOVESPA FECHA EM ALTA DE 1,33% E CONSOLIDA GANHOS NA SEMANA
O Ibovespa manteve o ritmo positivo da abertura na volta do feriado de Corpus Christi e terminou o dia em alta de 1,33%, aos 117.019,48 pontos. Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganhos de 3,96%.
Com a agenda relativamente vazia, a trajetória da bolsa seguiu o mercado externo. Por lá, a expectativa seguiu sendo a divulgação dos dados de inflação de maio, previstos para terça-feira (13), e o anúncio da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed), na quarta-feira (14). As apostas são de manutenção do juro.
Confira as maiores altas de hoje:
- CVC (CVCB3): +9,86%
- Gol (GOLL4): + 7,28%
- Petrobras (PETR4): + 4,88%
- Banco do Brasil (BBAS3): + 4,88%
- Petrobras (PETR3): +4,81%
Confira as maiores baixas de hoje:
- Iguatemi (IGTI11): -2,17%
- Dexco (DXCO3): -1,92%
- 3R Petroleum (RRRP3): -1,84%
- Suzano (SUZB3): -1,29%
- CSN Mineração (CMIN3): - 1,09%
DÓLAR CAI 0,97% E FECHA ABAIXO DE R$ 4,90
O dólar comercial encerrou a sessão abaixo do patamar de R$ 4,90 em meio ao clima positivo nos mercados. A moeda norte-americana terminou o dia cotada a R$ 4,8763, em queda de 0,97%, com o fluxo de recursos externos para os ativos brasileiros, incluindo a bolsa. Na semana, a divisa acumulou baixa de 1,54%.
A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) mantenha os juros na reunião que acontece na próxima semana também ajudou a reduzir a pressão sobre o câmbio.
S&P 500 FECHA A QUARTA SEMANA SEGUIDA COM GANHOS
O S&P 500 terminou o dia em alta, depois de atingir o patamar de referência de 4.300 pontos pela primeira vez desde agosto de 2022. O avanço também marca a quarta semana seguida de ganhos do índice.
A sessão de hoje em Wall Street foi marcada pela expectativa em torno dos novos dados de inflação e da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed).
Na terça-feira (13), primeiro dia da reunião do Fed, o Departamento de Trabalho divulga o índice de preços ao consumidor norte-americano (CPI, na sigla em inglês) de maio. No dia seguinte, o banco central dos EUA deve anunciar a nova taxa de juros.
Atualmente, os mercados estão antecipando mais de 71% de probabilidade de o Fed interromper o ciclo de aumento da taxa, de acordo com a CME FedWatch Tool.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:
- Dow Jones: +0,13%, 33.876,78 pontos
- S&P 500: +0,11%, 4.289,86 pontos
- Nasdaq: +0,16%, 13.289,14 pontos
Proteção extra: UBS fecha acordo com a Suíça contra perdas na compra do Credit Suisse
O ditado popular diz que o seguro morreu de velho e o desconfiado ainda está vivo. E foi mais ou menos como agiu o UBS nesta sexta-feira (9). O banco firmou um acordo com o governo da Suíça contra perdas, que entrará em vigor assim que a aquisição do Credit Suisse for concluída.
Pelos termos do acordo, caberá ao UBS os primeiros 5 bilhões de francos suíços em perdas potenciais no negócio. O governo suíço cobrirá os 9 bilhões de francos suíços seguintes em perdas potenciais realizadas.
“A prioridade do governo e do UBS é minimizar perdas e riscos potenciais para que o recurso à garantia federal seja evitado ao máximo possível”, disse o governo suíço em comunicado.
Como não existe almoço grátis, em troca, o UBS deve apoiar o desenvolvimento do status da Suíça como um centro financeiro. E o banco já está cumprindo.
PETRÓLEO: DÓLAR E DEMANDA GLOBAL DERRUBARAM PREÇO DOS FUTUROS
Os contratos futuros de petróleo não resistiram à valorização do dólar no mercado externo e nem às preocupações com a demanda global e encerraram a última sessão da semana em queda de mais de 1%.
O recuo dos preços ocorre mesmo depois do anúncio do corte adicional da oferta da Arábia Saudita. No início da semana, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados se reuniram, mas divergências entre os membros alimentaram incertezas sobre a perspectiva de oferta global da commodity.
As preocupações sobre a produção ocorrem quando as principais economias do mundo estão desacelerando e recuperação da China ainda patina, o que pode comprometer a demanda global por petróleo.
Confira a variação e a cotação dos contratos futuros de petróleo mais líquidos:
- WTI para julho: -1,57%, a US$ 70,17 por barril. Na semana: -2,19%.
- Brent para agosto: -1,54%, a US$ 74,79 o barril. Na semana: -1,76%.
Lula menos popular: veja o resultado de nova pesquisa sobre a aprovação do presidente
Com seis meses de mandato, a aprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva registrou queda em relação a março, de acordo com dados da pesquisa Ipec/O Globo divulgados nesta sexta-feira (9).
O porcentual dos que classificam a gestão petista como "ótima" ou "boa" passou de 39% para 37%. No levantamento anterior, 26% consideravam o desempenho do governo "ruim" ou "péssimo", e agora são 28%. A avaliação "regular", por sua vez, foi de 30% para 32%. O instituto foi às ruas entre 1º e 5 de junho.
De acordo com o Ipec, apesar de as variações estarem dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para cima ou para baixo, a tendência mostra uma piora da percepção da população sobre o governo.
Em março, quando o instituto fez a primeira pesquisa de opinião sobre o terceiro mandato de Lula, a diferença entre satisfeitos e insatisfeitos era de 17 pontos. Hoje, essa distância é de nove pontos.
DÓLAR EM QUEDA FIRME
O dólar comercial segue firme abaixo do patamar de R$ 4,90 nesta sexta-feira em meio ao clima positivo nos mercados. A moeda norte-americana era cotada a R$ 4,873 no início da tarde, em queda de 1,03%, com o fluxo de recursos externos para os ativos brasileiros, incluindo a bolsa.
A expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) mantenha os juros na reunião que acontece na próxima semana também ajuda a reduzir a pressão sobre o câmbio.
PRINCIPAIS BOLSAS NA EUROPA FECHAM EM QUEDA ANTES DE DECISÃO DO FED E DO BCE
Os investidores europeus se mantiveram em compasso de espera pelas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central Europeu (BCE), que devem ser anunciadas na próxima semana.
O resultado foi o tendência negativa das negociações, que também refletiram a recessão na zona do euro. Ontem (8), a agência de estatísticas Eurostat informou que a contração da economia no primeiro trimestre deste ano, depois da queda no quarto trimestre de 2022, colocou a região em recessão técnica.
Hoje, índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,2%. Os setor de serviços públicos subiu de 0,7%, enquanto o de químicos caiu 2%.
Confira a variação e a pontuação das principais bolsas da região no fechamento:
- Londres: -0,49%, 7.562,36 pontos
- Paris: -0,12%, 7213,14 pontos
- Frankfurt: -0,25%, 15..949,84 pontos
- Milão: -0,41%, 27.162,02 pontos
- Madri: -0,31%, 9.309,7 pontos
APENAS SETE AÇÕES DO IBOVESPA EM QUEDA
Em mais um pregão de forte alta do Ibovespa, apenas sete ações que fazem parte do principal índice da B3 operam em queda nesta sexta-feira. Confira a seguir as maiores baixas do dia:
- IGUATEMI UNIT (IGTI11) -1,06%
- SUZANO ON (SUZB3) -0,74%
- WEG ON (WEGE3) -0,60%
- YDUQS ON (YDUQ3): -0,48%
- DEXCO ON (DXCO3): -0,34%
Corrida com barreira: bitcoin (BTC) tem dificuldade de manter o patamar dos US$ 27 mil — confira o que vem por aí
Se o mercado cripto fosse uma modalidade olímpica, seria uma corrida com barreiras. Embora o bitcoin (BTC) tenha dado um sprint e alcançado o patamar de US$ 27 mil, agora a maior moeda digital do mundo perde o gás diante dos obstáculos.
O bitcoin pode ter mostrado força ao se recuperar rapidamente do nível de US$ 25.500 em 6 de junho, mas isso não significa que saltar acima de US$ 27.500 será uma tarefa fácil.
Os investidores ainda esperam um exame regulatório mais rigoroso após a falência da FTX em novembro de 2022 e dos recentes processos contra a Coinbase e a Binance.
Um total de oito ações de execução relacionadas a criptomoedas foram realizadas pela Securities and Exchange Commission (SEC) — a CVM dos EUA — nos últimos seis meses.
BOLSAS MANTÊM RALI EM NOVA YORK
As bolsas em Nova York sustentam o sinal positivo logo após a abertura nesta sexta-feira. Depois de entrar em "bull market" após subir 20% desde as mínimas em outubro, o S&P 500 superou a marca dos 4.300 pontos — maior patamar desde agosto do ano passado.
Confira a seguir o desempenho dos principais índices acionários de Nova York:
- Dow Jones: +0,40% (33.968 pontos)
- S&P 500: +0,48% (4.317 pontos)
- Nasdaq: +0,63% (13.321 pontos)
MAIORES ALTAS DO IBOVESPA
O Ibovespa tem mais uma sessão de alta firme nesta sexta-feira. Por volta das 11h30, o principal índice da B3 subia 1,40%, aos 117.106 pontos. Confira a seguir as maiores altas do dia:
- CVC ON (CVCB3): +12,02%
- GOL PN (GOLL4): +5,20%
- HAPVIDA ON (HAPV3): +4,48%
- ASSAI ON (ASAI3): +4,54%
- REDE D OR ON (RDOR3): +3,03%
- VIA ON (VIIA3) +3,61%
Destaques da bolsa: 3R Petroleum (RRRP3) sobe com final feliz da novela da Petrobras; Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) de olho na Selic
A bolsa caminha para mais um pregão de alta, com o Ibovespa em alta de mais de 1% na manhã desta sexta-feira. Entre as ações que puxam o desempenho estão as varejistas como Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3). Os papéis da 3R Petroleum (RRRP3) também aparecem na lista das maiores altas do dia.
Vamos falar primeiro das varejistas. Tanto Magazine Luiza (MGLU3) como Via (VIIA3) estão entre as principais ganhadoras do iminente ciclo de queda da taxa básica de juros (Selic).
Os papéis reagem bem aos últimos indicadores de inflação, que vieram abaixo do esperado, com destaque para o IPCA de maio.
No mercado, aumenta a expectativa de que o Banco Central pode começar a reduzir os juros com um corte mais agressivo, de meio ponto percentual, a partir de agosto.
Mais de R$ 7 bilhões podem estar à sua espera nos bancos: Saiba como sacar o ‘dinheiro esquecido’
Ao que parece, milhares de pessoas e empresas com "dinheiro esquecido" nos bancos não lembraram de sacar os valores aos quais tinham direito.
Com isso, mais da metade — 64,3%, para ser mais exata — dos recursos "abandonados" no sistema financeiro não foi resgatada desde que o Banco Central criou o Sistema de Resgate de Valores a Receber (SRV).
Até abril, apenas R$ 3,93 bilhões foram devolvidos, de um total "esquecido" de R$ 11 bilhões, segundo estatísticas do BC.
Isso significa que R$ 7,08 bilhões continuam "largados" na posse da autoridade monetária, apenas aguardando o resgate.
IBOVESPA ABRE EM ALTA
O Ibovespa abriu em alta na volta do feriado de Corpus Christi, em um ajuste ao pregão positivo ontem das bolsas em Nova York. Por volta das 10h08, o principal índice da B3 subia 1,04%.
No mesmo horário, o dólar comercial recuava 0,30%, cotado a R$ 4,909.
Com a agenda relativamente vazia hoje, a trajetória da bolsa vai depender principalmente do noticiário externo. Os dados de inflação na China, que vieram abaixo do esperado, voltaram a despertar a preocupação sobre a economia do gigante asiático.
Vale acompanhar ainda o desempenho dos mercados em Nova York, após o S&P 500 entrar no território do "Bull Market" (mercado de alta) após acumular uma valorização de 20% desde as mínimas, em outubro.
JUROS FUTUROS EM QUEDA
Os juros futuros iniciaram a manhã desta sexta-feira na B3 em queda na maioria dos vencimentos. Os contratos de depósitos interfinanceiros (DI) ainda reagem ao IPCA abaixo do esperado na quarta-feira e ao pregão positivo ontem em Nova York, quando a bolsa brasileira estava fechada em razão do feriado.
Confira a seguir as taxas dos DIs com maior liquidez:
- Janeiro 2024: 13,065% (-0,020 ponto percentual)
- Julho 2024: 12,010% (-0,025 pp)
- Janeiro 2025: 11,190% (-0,055 pp)
- Janeiro 2026: 10,550% (-0,075 pp)
- Janeiro 2027: 10,570% (-0,075 pp)
CVC (CVCB3) oferece “pacote” para atrair investidores em oferta de ações de pelo menos R$ 200 milhões; papéis disparam na B3
A CVC (CVCB3) se tornou uma das principais empresas de turismo do país ao popularizar os pacotes de viagem. Agora com a necessidade de captar dinheiro novo de investidores, a companhia pretende lançar mão de uma estratégia semelhante em uma oferta de ações.
A companhia pretende captar pelo menos R$ 200 milhões e vai oferecer uma espécie de "pacote" aos investidores que participarem da operação.
Quem comprar ações da CVC na oferta levará junto um bônus de subscrição que dará o direito de subscrever uma nova ação da companhia. O prazo e o preço do bônus ainda não foram definidos.
A empresa contratou os bancos Citigroup e Itaú BBA para coordenar a oferta de ações, que ainda não tem data para acontecer.
IBOVESPA FUTURO ABRE EM ALTA E DÓLAR CAI
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,27% nesta sexta-feira, em linha com a alta das bolsas norte-americanas ontem, quando a B3 não funcionou em razão do feriado de Corpus Christi.
Enquanto isso, o dólar comercial opera em queda de 0,17%, cotado a R$ 4,915 logo após a abertura.
Mas a preocupação com o desempenho da economia chinesa pode limitar o ajuste do feriado nos mercados brasileiros. A inflação ao consumidor no gigante asiático veio abaixo do esperado, em um sinal de que a atividade no país está mais fraca.
Lá vem a boiada: Bull market mais perto da B3, investimento bilionário do Itaú, demissões no Nubank e outros destaques do dia
Enquanto você descansava no feriado, as bolsas em Wall Street receberam uma visita ilustre e muito aguardada. A alta de ontem marcou a volta do chamado “bull market” ao S&P 500, o principal índice acionário de Nova York.
Com sua força e impulso ascendente, o touro é o símbolo do período de bonança na bolsa — em contraste com o urso, que ataca a presa de cima para baixo.
O S&P 500 deixou os ursos para trás e entrou novamente no território nos touros ao acumular uma valorização da ordem de 20% desde as mínimas de outubro.
De lá para cá, os mercados se recuperaram com a melhora dos índices de inflação, a queda no preço das commodities e os sinais de que o ciclo de alta de juros nos Estados Unidos está chegando ao fim.
Day trade na B3: Saiba como lucrar até 10% com ações da Eneva (ENEV3) hoje
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de Eneva (ENEV3).
ENEV3: [Entrada] R$ 12.17; [Alvo parcial] R$ 12.67; [Alvo] R$ 13.43; [Stop] R$ 11.33
Recomendo a entrada na operação em R$ 12.17, um alvo parcial em R$ 12.67 e o alvo principal em R$ 13.43, objetivando ganhos de 10.4%.
O stop deve ser colocado em R$ 11.33, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
INFLAÇÃO NA CHINA ABAIXO DO ESPERADO
A taxa anual da inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu 0,2% em maio, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira, 9, pelo Bureau Nacional de Estatísticas (NBS).
O resultado apresentou ritmo menor do que o esperado por analistas consultados pela FactSet, que previam alta de 0,3%.
Já a inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da China teve queda anual de 4,6% em abril. O consenso no levantamento da FactSet era de recuo menos acentuado, de 4,4%.
Em relação a abril, o CPI chinês diminuiu 0,2% em maio, enquanto o PPI cedeu 0,9%. (Estadão Conteúdo/Dow Jones)
PRÉ-MERCADO EM NOVA YORK
Na manhã desta sexta-feira, os investidores seguem em compasso de espera após a alta das bolsas em Nova York na véspera.
Enquanto aguarda novos sinais para a próxima reunião do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), que acontece na semana que vem, o mercado ensaia uma realização de lucros.
Confira a seguir o desempenho dos futuros dos índices acionários de Nova York:
- Dow Jones: -0,23%
- S&P 500: -0,10%
- Nasdaq: +0,05%
Como fecharam os mercados ontem
A quinta-feira (8) começou morna em Wall Street, mas logo os índices pegaram embalo e o fechamento foi de renovação de recordes: o S&P 500 bateu a máxima de 2023 no fim da sessão.
Os investidores seguiram na expectativa dos dados da inflação da próxima semana e da reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed).
Sinais sugerem que a inflação está desacelerando, ainda que permaneça acima da meta de 2% do banco central. Por isso, os mercados estão precificando cerca de 66% de chance de o Fed não mexer no juro na quarta-feira (14), de acordo com dados compilados pelo CME Group.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações dos EUA no fechamento:
- Dow Jones: +0,50%, 33.833,61 pontos
- S&P 500: +0,62%, 4.293,93 pontos
- Nasdaq: +1,02%, 13.238,52 pontos
Pequenas notáveis: as microcaps voaram em maio e isso pode ser apenas o começo
Quem acompanha o mercado acionário deve ter se espantado com a valorização de algumas ações nas últimas semanas. Vimos ativos subirem mais de 100% em questão de dias.
Com grande parte dos resultados corporativos do primeiro trimestre de 2023 (1T23) mostrando redução drástica de lucros, ou até prejuízos em alguns casos, parece contraditório o fato de essas ações terem subido tanto em tão pouco tempo.
Mas saiba que não há nada de estranho nesse desempenho do mercado. Na verdade, mesmo com resultados corporativos ainda patinando, muitos fatores que afetam o preço das ações mudaram para melhor nas últimas semanas.
Hoje eu vou mostrar para você um pouco mais sobre esses avanços macroeconômicos e, mais importante, porque ainda há espaço para mais valorizações pela frente.
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