O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os imóveis envolvidos na possível venda estão localizados em uma das regiões com a maior demanda por escritórios do país e têm classificação AAA
Com o mercado pouco favorável a novas emissões de cotas, a indústria de fundos imobiliários passou a ser cada vez mais movimentada por tentativas de natureza consolidativa — como a fusão de gestoras, FIIs e a venda de portfólios.
Uma proposta para a negociação dos ativos que compõem a carteira do Vila Olímpia Corporate (VLOL11), por exemplo, chama a atenção dos cotistas nesta quarta-feira (14).
A RB Capital Asset, gestora do fundo, recebeu um pedido de convocação de assembleia geral extraordinária do Pátria Edifícios Corporativos (PATC11), que detém cerca de 15,9% das cotas do FII.
O objetivo do encontro é deliberar sobre a venda das seis lajes nas quais o VLOL11 investe. Além disso, o PATC11 também propõe alterações de regulamento e a emissão de novas cotas com integralização em bens imóveis.
A possível venda das lajes do edifício Vila Olímpia Corporate alimenta o apetite pelas cotas de um dos fundos imobiliários hoje.
Por volta das 14h08, o VLOL11 avançava 1,41%, a R$ 106 enquanto o PATC11 operava em leve alta de 0,01%, a R$ 72,00.
Leia Também
É importante destacar que os ativos envolvidos na possível venda estão localizados em uma das regiões com a maior demanda por escritórios do país e têm classificação AAA, ou seja, a qualidade máxima possível para a categoria.
Mas, apesar da avaliação positiva do mercado, o destino dos empreendimentos — cuja Área Bruta Locável (ABL) é de pouco mais de 10,3 mil metros quadrados — ainda é incerto.
A RB Capital afirmou que, junto à Oliveira Trust — a administradora do fundo —, ainda irá analisar as informações do pedido e avaliar as alternativas disponíveis para o VLOL11 e seus cotistas antes de convocar uma assembleia.
Vale relembrar que o Pátria Edifícios Corporativos, autor do pedido, também sofreu uma tentativa de liquidação de seu portfólio no início deste ano.
Na ocasião, o PATC11 foi alvo de uma oferta hostil da Capitânia Investimentos para a aquisição de cotas e tomada de controle do FII visando a obtenção de ganho de capital com a venda dos ativos. A operação, no entanto, não foi para frente por falta de adesão.
Além disso, outros pedidos de mudança na estrutura e gestão de fundos imobiliários chamaram a atenção dos cotistas nos últimos meses e provocaram discussões sobre as regras de identificação de investidores ativistas, ou seja, que sugerem mudanças significativas na estrutura de FIIs.
O Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11), por exemplo, recebeu um pedido para que a gestão do fundo, atualmente feita pela Banestes, passasse a ser de responsabilidade da Suno.
Os autores do pedido escolheram permanecer anônimos, mas o sigilo foi contestado na CVM. Segundo os advogados do Banestes, os demais cotistas precisam dessa informação para manter a isonomia da decisão e evitar conflitos de interesses.
A autarquia concordou com a gestora e determinou a identificação dos cotistas do FII. O grupo então preferiu desistir do pedido a divulgar os dados, o que reforçou as suspeitas dos críticos da operação de que estariam ligados à Suno, de alguma forma.
O mesmo argumento foi adotado posteriormente pela Bluecap em outro caso de ativismo. A gestora pede a suspensão da assembleia que aprovou a incorporação do BlueCap Renda Logística (BLCP11) e BTG Pactual Logística (BTLG11).
A identidade dos cotistas que solicitaram a AGE chegou a ser divulgada às vésperas do encontro. Contudo, a gestora afirma que a informação chegou tarde demais para validar a assembleia, na qual 72% dos cotistas presentes aprovaram a operação.
Apesar disso, a Justiça derrubou a liminar concedida à Bluecap para suspender os efeitos da AGE e liberou a fusão. Mas a ação movida pela gestora ainda tramita na 1ª Vara Empresarial e Conflito de Arbitragem do Tribunal de Justiça de São Paulo.
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas