O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Varejista anunciou aquisição da empresa de logística Uello, que já prestava serviços para a Renner. Objetivo é melhorar tempo de entrega
Quando fez uma oferta subsequente de ações no ano passado (follow-on), a Lojas Renner (LREN3) gerou expectativas de que grandes aquisições estariam no futuro da companhia. Afinal, a empresa colocou cerca de R$ 4 bilhões em caixa e houve até quem especulasse a compra da rival C&A.
Mas quase um ano se passou e nenhuma movimentação nesse sentido foi feita. Isso não significa, no entanto, que a Renner ficou parada. Ontem (4) foi anunciada a aquisição da empresa de logística Uello, que já prestava serviços para a companhia.
Sem divulgar quanto desembolsou, os executivos da Renner disseram que a escolheram entre outras 15 e que a aquisição é “essencial” para seu ecossistema.
A aposta da Renner na Uello está na plataforma que faz a gestão de rotas de entrega e rastreamento de pedidos, ou o Software as a Service (SaaS). Nesse modelo, o fornecedor da ferramenta - neste caso, a Uello -, se responsabiliza pela estrutura e o cliente utiliza o software.
Mesmo com a aquisição pela Renner, a Uello irá continuar operando de forma independente. A empresa opera nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais e atende nomes como Arezzo (ARZZ3), Enjoei (ENJU3) e Alpargatas (ALPA4). A ideia é continuar em expansão, mas com uma separação das operações com a Renner.
“A gente espera acelerar essa plataforma da SaaS da Uello para outros clientes corporativos. Estamos vendo um potencial de criação de valor muito bacana para o ecossistema e para a Uello como um negócio autossuficiente”, disse o diretor de supply chain da Renner, Pedro Pereira, em vídeo divulgado no site de Relações com Investidores.
Leia Também
Mas o que será que os analistas que cobrem a companhia acharam da aquisição? De forma geral, parece haver concordância de que a aquisição está em linha com os objetivos da Renner.
Para os analistas do Santander, a compra da Uello é um exemplo do que devemos esperar para o futuro das aquisições e fusões da Renner: pequenas empresas que viabilizem diferentes recursos na plataforma. Ou seja, por ora, é melhor deixar de lado a ideia de comprar a C&A.
“Os recursos da Uello nas operações de ‘última milha’ devem ajudar a Renner a melhorar a experiência do consumidor, com entregas mais rápidas e uma experiência de logística reversa melhorada”, disse o Santander em relatório.
Juntando a aquisição ao novo centro de distribuição de Cabreúva-SP, a expectativa do Santander é que haja reflexo de 3 pontos percentuais na margem bruta do e-commerce até 2023.
A Renner está com classificação Outperform, que, no conceito do Santander, significa que espera-se que a empresa supere o benchmark do mercado local em mais de 10%. O banco estipulou o preço-alvo em R$ 40, o que indica potencial de valorização de 36% em relação ao fechamento de ontem (4).
Para o J.P. Morgan, a aquisição se encaixa na estratégia da Renner de desenvolver seu marketplace em torno das categorias principais (moda e casa). O banco identifica duas sinergias principais da aquisição:
A revisão mais atualizada da Renner pelo J.P. Morgan colocou o preço-alvo em R$ 36, ou seja, potencial de alta de 22,5%.
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos