Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Análise SD

Na Petrobras (PETR4), a troca no comando traz muitas dúvidas e poucas respostas ao mercado

Adriano Pires, executivo de amplo histórico no setor, foi indicado para a presidência da Petrobras (PETR4). Mas seu nome, por si só, não afasta a percepção de risco político que ronda a estatal

Victor Aguiar
Victor Aguiar
29 de março de 2022
16:04 - atualizado às 17:23
Foto da fachada do prédio da Petrobras (PETR3 e PETR4) na avenida Paulista, em São Paulo. A estatal decide o valor da gasolina vendida às distribuidoras e pode ser uma boa alternativa para quem investe de olho em dividendos e proventos
Imagem: Shutterstock

O pregão de segunda-feira (28) ainda estava aberto quando começaram a circular as primeiras notícias quanto à queda de Joaquim Silva e Luna. Desde o início de sua curta gestão, o general mostrou-se um inesperado defensor da política de preços da Petrobras (PETR4) — e, em meio à alta nos preços dos combustíveis, em linha com a disparada do petróleo no exterior, os atritos com o governo chegaram a um nível insustentável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E digo "inesperado defensor" porque Silva e Luna, sem grande experiência no setor de óleo e gás, foi alçado à presidência da estatal no lugar de Roberto Castello Branco, executivo que sempre se mostrou favorável à paridade de preços com o mercado internacional. Ou seja: imaginava-se que o militar fora escolhido a dedo para adotar uma linha oposta a de seu antecessor — o que não ocorreu.

E, como um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, assim que o site da revista Veja publicou a primeira matéria sobre a demissão do general, às 16h40 de ontem, o mercado reagiu de imediato — uma avalanche de vendas nas ações PETR4. Desta vez, seria fatal: o novo presidente mudaria tudo na Petrobras. Veja o gráfico abaixo:

Comportamento das ações PN da Petrobras (PETR4) no pregão de segunda-feira (28). Note que a queda brusca ocorre por volta de 16h40, coincidindo com o horário em que os primeiros textos sobre a troca no comando da empresa começaram a circular

De fato, a reação de reflexo foi de amplo pessimismo, como o gráfico deixa claro. Mas, passados alguns minutos, um movimento contrário — e de intensidade quase idêntica — começa a ser notado. E muito se deve à continuidade do texto da Veja: o potencial substituto de Silva e Luna era Adriano Pires; nada era oficial até aquele momento.

E quem é Adriano Pires? Bem, estamos falando de uma figura bastante conhecida no mercado financeiro: um dos sócios do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), ele tem ampla experiência como consultor no setor de energia e é visto como um executivo de perfil técnico, com imenso respaldo para assumir o cargo. E mais: em inúmeras ocasiões, ele se mostrou um ferrenho defensor da atual política de preços da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: se a queda de Silva e Luna enviava um sinal negativo ao mercado, a potencial nomeação de Pires dava a entender que pouca coisa mudaria. Portanto, não há motivo para preocupação, certo?

Leia Também

Bem... não é tão simples. Passado o relâmpago da queda-e-recuperação de PETR4 nos minutos finais do pregão de ontem, logo surgiu uma dúvida na cabeça dos agentes financeiros: por que demitir o atual CEO e substituí-lo por outro com perfil semelhante?

Petrobras (PETR4): cartas novas, mesmo jogo?

"Mudar o presidente de uma empresa sempre cria ruído, e na Petrobras não é diferente", disse um gestor de uma asset paulista, ao ser questionado pelo Seu Dinheiro sobre a lógica nessa troca de controle. E ruídos não são novidade para a estatal: estamos diante da terceira mudança na presidência ao longo do governo Bolsonaro.

Ainda na noite de ontem, o governo confirmou a demissão de Silva e Luna e a indicação de Pires à presidência da Petrobras (PETR4) — seu nome ainda precisa ser aprovado pela assembleia de acionistas da companhia, prevista para o dia 14 de abril. Mas, dado o seu perfil técnico, uma eventual reprovação parece uma possibilidade remota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, voltemos à questão proposta alguns parágrafos acima: o que explica o movimento do governo? A mudança é uma simples troca de seis por meia dúzia, como se o governo estivesse usando Silva e Luna como bode expiatório da alta nos combustíveis? Ou há mais fatores a serem levados em conta?

Em primeiro lugar, vale lembrar o contexto em que essa movimentação está sendo feita. A guerra entre Rússia e Ucrânia fez os preços do petróleo irem as máximas em uma década — e, dada a política de paridade com as cotações internacionais da commodity, a Petrobras deveria repassar esse aumento ao mercado interno, de modo a não ter prejuízos.

É por isso que, em 10 de março, a estatal anunciou um reajuste expressivo nos preços às distribuidoras: 19% na gasolina e 25% no óleo diesel. Como resultado, os valores praticados na bomba dispararam, a insatisfação popular aumentou e a Petrobras se viu, mais uma vez, no centro das atenções.

Afinal, a economia já se vê fragilizada após anos de pandemia, a inflação segue elevada e os juros continuam subindo; um cenário que afeta diretamente a população. E, nesse ambiente, os preços dos combustíveis dão um salto — é a receita certa para afetar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, que tentará a reeleição nos próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: a questão do preço da gasolina e do diesel é uma pauta muito cara ao governo, uma vez que a discussão envolvendo os combustíveis tende a ser uma das pautas centrais da disputa eleitoral. Assim, sinalizar uma mudança é uma questão essencial para a administração Bolsonaro.

Em segundo lugar, há a escolha de Adriano Pires em si: um nome com amplo respaldo técnico e que é profundo conhecedor da indústria de óleo e gás. É uma indicação que acalma o mercado financeiro por seu perfil liberal, mas que, ao mesmo tempo, também tem um bom trânsito no Congresso.

E, mais importante: um executivo que defende a política de preços da Petrobras, mas que não se fecha a um eventual mecanismo para blindar o consumidor final das flutuações no preço do petróleo.

A visão de Adriano Pires

Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)
Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e indicado à presidência da Petrobras (PETR4)

É quase unânime a percepção de que Adriano Pires é qualificado para ocupar a presidência da Petrobras (PETR4): doutor em economia, ele tem mais de 40 anos de experiência no setor de energia e, no passado, já atuou junto à ANP e à Aneel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vemos Adriano Pires como uma escolha muito boa para o cargo de CEO, potencialmente trazendo algum alívio aos investidores", diz o BTG Pactual, em relatório. "Ele tem uma carreira acadêmica longa e um histórico sólido nos setores de óleo e gás e de energia".

Opiniões semelhantes são compartilhadas por outros grandes bancos e casas de análise: JP Morgan, Itaú BBA, Morgan Stanley e Bradesco BBI também elogiaram a escolha, destacando o seu perfil técnico. As dúvidas quanto a uma troca no comando da Petrobras, com um executivo inexperiente assumindo o posto para que o governo pudesse intervir diretamente no dia-a-dia da companhia, foram afastadas.

Feita essa observação, algumas declarações recentes de Pires mostram que, por mais que seja um defensor ferrenho da paridade de preços da Petrobras com o mercado externo, ele também reconhece os impactos que acabam chegando ao consumidor final.

Em entrevista ao Seu Dinheiro em janeiro, ele citou a criação de um programa semelhante à tarifa social de energia elétrica como possível saída para conter a alta dos preços na bomba. Em outras ocasiões, ele também se mostrou aberto a um fundo de estabilização para amortecer o repasse à população.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse segundo ponto, inclusive, pode trazer atritos com a equipe do ministro Paulo Guedes, que sempre se mostrou contrária à ideia — a constituição desse mecanismo representaria mais um gasto no já apertado Orçamento; o ministério da Economia, assim, defende que essa eventual ideia seja classificada como gasto extraordinário.

Portanto, Pires não representa apenas uma continuidade pura e simples da gestão Silva e Luna — à primeira vista, ele parece ter interesse em equilibrar os interesses privados da Petrobras com as questões sociais ligadas ao reajuste dos combustíveis. Um perfil 'conciliador', digamos assim.

Por fim, ele também já declarou, em mais de uma ocasião, ser favorável à privatização da Petrobras para protegê-la de eventuais interferências do governo — uma pauta que é defendida pelo presidente Bolsonaro, mas não exatamente por esse mesmo motivo. Sobre o tema, veja o que ele falou ao Seu Dinheiro na entrevista de janeiro:

A privatização vai ajudar a Petrobras a não sofrer o risco de intervenção, porque a empresa passa a concorrer com investidores privados, apesar de as refinarias ficarem distantes umas das outras

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Adriano Pires, diretor do CBIE, em janeiro (na ocasião, ele ainda não era cotado para a presidência da Petrobras)

Petrobras (PETR4): As incertezas persistem

Todos esses fatores parecem se misturar de maneira bastante interessante para as partes envolvidas: um novo presidente, com perfil técnico e proximidade do mercado financeiro, que defende a política de preços da Petrobras (PETR4) mas reconhece o seu papel social. Uma tacada perfeita, não?

É aqui que mora o problema. A troca em si não afasta muitas das dúvidas que rondam a tese de investimento em Petrobras — o elefante segue na sala. O que vai acontecer se o petróleo continuar subindo de maneira descontrolada?

Afinal, a guerra entre Rússia e Ucrânia persiste, e a cadeia global de óleo e gás deve continuar travada mesmo com um acordo de paz no curto prazo. As grandes petroleiras russas sofrem com sanções econômicas do Ocidente e enfrentam dificuldade para cumprir seus acordos comerciais — uma situação que tende a persistir por algum tempo, mantendo a commodity em patamares elevados de preço.

Por mais que Pires se mostre interessado em equalizar a questão do repasse ao mercado interno, fato é que a criação de uma solução não se dá do dia para a noite: um fundo de estabilização ou um programa social para a compra de combustível demandaria grandes esforços coordenados por parte do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No curto prazo, fica apenas uma certeza: a de que, num cenário de alta do petróleo, a Petrobras precisará promover algum reajuste ao mercado doméstico se quiser respeitar sua política de preços — e isso independe de as medidas para mitigar o aumento nos combustíveis estarem prontas.

"O nome em si é muito positivo, mas essa é a duvida. Qual é a estratégia do governo a partir do momento que ele [Pires] entra?", diz outro gestor de ações, que pede para não ser identificado. Para ele, por mais que o perfil do novo CEO seja bom, a troca no comando da estatal mantém essas dúvidas no radar, dando uma carga potencialmente negativa ao noticiário.

Em relatório, o Morgan Stanley vai por um caminho semelhante, questionando as razões para a troca. "Até agora, a companhia tem seguido o seu plano estratégico, e uma mudança no comando é neutra no melhor dos cenários, podendo ser potencialmente negativa caso a intervenção do governo se intensifique".

E a eventual intervenção do governo não necessariamente ocorre através de uma mudança radical na política de preços. É possível que os reajustes sejam mais espaçados, ou que o cálculo para o repasse ao mercado doméstico seja ligeiramente alterado, de modo a mitigar o impacto na ponta final mesmo que isso implique em algum dano financeiro à Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, é importante ficar atento ao restante da administração da Petrobras: até agora, com todas as trocas no comando, os principais diretores da empresa se mantiveram nos cargos — e seus nomes são bastante respeitados pelo mercado. No entanto, eventuais trocas nesses postos estratégicos podem indicar uma mudança sutil nos rumos da empresa.

"Acredito que ele até pode fazer mudanças marginais na dinâmica de preços de derivados (e até mesmo trocar algumas pessoas da diretoria), mas a estratégia e direcionamento gerais da companhia serão mantidos", disse um terceiro gestor, ponderando que a questão fundamental, agora, é o entendimento do nível de interferência do governo na administração.

E agora?

Em linhas gerais, o mercado tem se mostrado receoso quanto às ações da Petrobras (PETR4) desde o início da guerra da Ucrânia e a disparada do petróleo. A priori, a valorização da commodity é boa para uma petroleira, mas dado o impacto do repasse de preços ao mercado doméstico, essa alta tem um viés agridoce para a estatal.

É o chamado 'risco político': como a União é o acionista controlador da Petrobras, ela tem o poder de afetar o dia a dia da empresa — e suas intervenções não necessariamente são tomadas visando o melhor para a empresa. Novamente, estamos falando de preço de combustíveis, um tema que fica ainda mais delicado num ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Desempenho acumulado das ações da Petrobras (PETR4) versus outras petroleiras privadas na B3 desde o começo da guerra na Ucrânia

Repare que, enquanto as ações de empresas como PetroRio (PRIO3), 3R Petroleum (RRRP3) e PetroRecôncavo (RECV3) tiveram um bom desempenho desde o início da guerra, acompanhando a valorização do petróleo no período, as ações da Petrobras (PETR4) ficaram para trás, seguradas pela percepção de que uma intervenção governamental estava por vir, de modo a impedir o repasse ao consumidor.

E, de fato, muitos analistas têm mostrado uma preferência pelas petroleiras privadas nesse momento, dada a ausência dos riscos políticos — e a indicação de Pires à presidência não muda isso, por mais que a Petrobras tenha múltiplos atrativos. Veja abaixo um resumo das indicações e preços-alvo dos principais bancos e corretoras; as informações foram compiladas pelo TradeMap:

EmpresaAçãoRecomendaçõesPreço-alvo médio (R$)Cotação hoje (R$)Alta/baixa implícita
PetrobrasPETR48 de compra, 2 neutras36,7732,1914,2%
PetroRioPRIO39 de compra33,925,1834,6%
3R PetroleumRRRP35 de compra70,5841,1971,4%
PetroRecôncavoRECV34 de compra29,0326,2810,5%
Fonte: TradeMap

Nesta terça-feira (29), as ações PETR4 operam em alta de mais de 2%, acompanhando o bom humor global com o possível avanço nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia — o Ibovespa avança mais de 1% e ronda os 120 mil pontos. As demais petroleiras da bolsa também operam no azul.

O Seu Dinheiro tentou contato com Adriano Pires e pessoas próximas a ele no Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), mas não obteve resposta — a única informação disponível é a de que ele não se pronunciará oficialmente até o dia 14, data da assembleia de acionistas da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, uma declaração dada por ele ao Seu Dinheiro, em janeiro, parece mais apropriada que nunca: ao ser questionado na ocasião quanto a uma eventual pressão maior no preço do petróleo — e a postura do governo caso essa hipótese se concretizasse, Pires afirmou:

Minha preocupação é como o presidente, cada vez mais o Bolsonaro raiz, vai se comportar. Espero que ele não caia no erro da ex-presidente Dilma Rousseff

Adriano Pires, diretor do CBIE, em janeiro (na ocasião, ele ainda não era cotado para a presidência da Petrobras)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PROVENTOS TURBINADOS

Petrobras (PETR4) deve entregar trimestre forte e dividendos robustos, diz BTG; preço-alvo do ADR sobe para US$ 25

4 de maio de 2026 - 15:51

Produção recorde, petróleo mais caro e geração de caixa elevada sustentam expectativa de proventos no 1T26

MAIS UM RECORDE

Embraer (EMBJ3) assina o maior contrato militar até hoje, com os Emirados Árabes Unidos, e ações sobem na bolsa

4 de maio de 2026 - 14:33

O Citi estima o pedido em torno de US$ 700 milhões, cerca de 16% de toda a carteira de pedidos firmes da divisão de defesa da fabricante brasileira de aeronaves, segundo o Broadcast

US$ 55,5 BILHÕES NA MESA

Delírio ou oportunidade? GameStop (GME) quer perder a fama de ‘meme stock’ ao comprar eBay para rivalizar com a Amazon

4 de maio de 2026 - 12:22

A varejista de jogos fez proposta de compra sobre a empresa de e-commerce com valor de mercado quatro vezes maior; qual é o plano da GameStop?

RETORNO AO FOCO

Mais R$ 451 milhões no bolso: Axia Energia (AXIA3) vende participação minoritária em ativos de transmissão de energia

4 de maio de 2026 - 9:28

A operação “reforça o compromisso da Axia Energia com a otimização de participações minoritárias”, disse a ex-Eletrobras em fato relevante

DIA ‘D’ DA NOVA GIGANTE

O primeiro teste da BradSaúde: o que o balanço da Odontoprev (ODPV3) no 1T26 pode revelar aos investidores

4 de maio de 2026 - 6:16

Resultado dos três primeiros meses do ano marca estreia da BradSaúde, enquanto mercado tenta entender quanto vale a nova plataforma de saúde do Bradesco; descubra o que esperar

RESULTADOS CORPORATIVOS

Enquanto elétricas sentem o baque, Axia (AXIA3) desponta como destaque positivo do 1T26; veja o que esperar segundo o Itaú BBA

3 de maio de 2026 - 15:01

Queda de demanda, piora na hidrologia e avanço dos preços de energia marcaram o período, favorecendo empresas mais expostas ao mercado de curto prazo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Itaú (ITUB4), Mercado Livre (MELI34), Prio (PRIO3) e outras 80 empresas divulgam resultados nesta semana; veja datas

3 de maio de 2026 - 13:00

Cenário mistura desafios para instituições financeiras e oportunidades para empresas expostas a petróleo e mercado externo

O LEGADO CONTINUA?

Com Warren Buffett na plateia, novo CEO traça próximos passos da Berkshire Hathaway; veja os destaques da primeira reunião sem o Oráculo de Omaha

2 de maio de 2026 - 13:29

Durante homenagem, o megainvestidor destacou a trajetória da Apple e elogiou a liderança de Tim Cook após a morte de Steve Jobs

FIM DE UMA ERA

Spirit Airlines encerra operações nos EUA após segunda falência; entenda o que levou a companhia aérea ao colapso

2 de maio de 2026 - 10:03

A expectativa da companhia aérea era sair da proteção contra falência no meio de 2026, mas ainda apresentava muitos problemas

COMEÇOU MAIS CEDO

Petrobras (PETR4) antecipa início de produção de plataforma no campo de Búzios, no pré-sal da Bacia de Santos

1 de maio de 2026 - 17:57

Localizada no pré-sal da Bacia de Santos, plataforma tem capacidade de 180 mil barris de óleo

PÚBLICO PREMIUM

Briga de gigantes: Banco do Brasil (BBAS3) entra na disputa pela alta renda e inaugura sala VIP no aeroporto de Guarulhos

1 de maio de 2026 - 13:55

Com inauguração da sala VIP nesta sexta (1), Banco do Brasil se junta a bancos como Bradesco, Nubank, BTG Pactual e C6, que têm espaços premium no aeroporto

ALTA NO COMBUSTÍVEL

Passagem de avião pode ficar mais cara? Petrobras (PETR4) aumenta o preço do querosene de aviação em 18%

1 de maio de 2026 - 13:35

Com tensões no Oriente Médio e alta do preço do petróleo, combustível para aviões passa por novo aumento; Petrobras diz que reajuste pode ser parcelado

DESEMPENHO OPERACIONAL

Com petróleo mais caro, Petrobras (PETR4) abre o ano com produção recorde e vendas pressionadas; confira os números do 1T26

30 de abril de 2026 - 19:00

Dados dos três primeiros meses do ano servem de termômetro para o desempenho financeiro da petroleira; que será divulgado em 11 de maio após o fechamento do mercado

DE GRÃO EM GRÃO...

100% de aproveitamento: Squadra emplaca os três nomes indicados ao conselho Hapvida (HAPV3) e amplia poder na empresa

30 de abril de 2026 - 16:52

A ações da Hapvida chegaram a entrar em leilão por oscilação máxima permitida durante a reunião, com alta de mais de 5%

PÉ NO FREIO

Menos dividendos à vista? Suzano (SUZB3) prioriza dívida e segura remuneração ao acionista

30 de abril de 2026 - 14:47

Com alavancagem acima de 3 vezes e caixa pressionado, companhia indica menor espaço para remuneração ao acionista no curto prazo

SOB PRESSÃO DA DÍVIDA

Kora Saúde (KRSA3) aciona plano de recuperação extrajudicial. O que entra — e o que fica fora — da “cirurgia financeira”

30 de abril de 2026 - 10:33

Plano de reestruturação extrajudicial mira dívidas não operacionais enquanto hospitais seguem funcionando normalmente

IMPASSE

GPA (PCAR3) quer desconto de 90% na dívida de R$ 4,5 bilhões, diz jornal; veja o impasse nas negociações com credores

30 de abril de 2026 - 10:10

A rede, que entrou em recuperação extrajudicial em março, ainda não avançou nas tratativas com os credores, diz o Valor

DO CRESCIMENTO À LIQUIDAÇÃO

Banco Central tira do mercado a Frente Corretora após “graves violações”; o que se sabe sobre a liquidação até agora

30 de abril de 2026 - 9:11

Regulador cita fragilidade financeira e descumprimento de normas; confira os detalhes

AGORA SIM?

Natura (NATU3) está pronta para mostrar que virou a página, mas é isso que o mercado quer ver antes de voltar a comprar a tese

30 de abril de 2026 - 6:01

Mais enxuta e com mudanças no conselho e composição acionária, a empresa está pronta para sua nova fase; no entanto, investidores ainda esperam aumento nas receitas para dizer que o risco de investir na companhia, de fato, caiu

LUTANDO CONTRA OS GARGALOS

Esta ação ganhou o selo de compra da XP e pode subir até 100% na bolsa; preço-alvo é de R$ 26

29 de abril de 2026 - 19:50

Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia