🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Análise SD

Na Petrobras (PETR4), a troca no comando traz muitas dúvidas e poucas respostas ao mercado

Adriano Pires, executivo de amplo histórico no setor, foi indicado para a presidência da Petrobras (PETR4). Mas seu nome, por si só, não afasta a percepção de risco político que ronda a estatal

Victor Aguiar
Victor Aguiar
29 de março de 2022
16:04 - atualizado às 17:23
Foto da fachada do prédio da Petrobras (PETR3 e PETR4) na avenida Paulista, em São Paulo. A estatal decide o valor da gasolina vendida às distribuidoras e pode ser uma boa alternativa para quem investe de olho em dividendos e proventos
Imagem: Shutterstock

O pregão de segunda-feira (28) ainda estava aberto quando começaram a circular as primeiras notícias quanto à queda de Joaquim Silva e Luna. Desde o início de sua curta gestão, o general mostrou-se um inesperado defensor da política de preços da Petrobras (PETR4) — e, em meio à alta nos preços dos combustíveis, em linha com a disparada do petróleo no exterior, os atritos com o governo chegaram a um nível insustentável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E digo "inesperado defensor" porque Silva e Luna, sem grande experiência no setor de óleo e gás, foi alçado à presidência da estatal no lugar de Roberto Castello Branco, executivo que sempre se mostrou favorável à paridade de preços com o mercado internacional. Ou seja: imaginava-se que o militar fora escolhido a dedo para adotar uma linha oposta a de seu antecessor — o que não ocorreu.

E, como um raio não cai duas vezes no mesmo lugar, assim que o site da revista Veja publicou a primeira matéria sobre a demissão do general, às 16h40 de ontem, o mercado reagiu de imediato — uma avalanche de vendas nas ações PETR4. Desta vez, seria fatal: o novo presidente mudaria tudo na Petrobras. Veja o gráfico abaixo:

Comportamento das ações PN da Petrobras (PETR4) no pregão de segunda-feira (28). Note que a queda brusca ocorre por volta de 16h40, coincidindo com o horário em que os primeiros textos sobre a troca no comando da empresa começaram a circular

De fato, a reação de reflexo foi de amplo pessimismo, como o gráfico deixa claro. Mas, passados alguns minutos, um movimento contrário — e de intensidade quase idêntica — começa a ser notado. E muito se deve à continuidade do texto da Veja: o potencial substituto de Silva e Luna era Adriano Pires; nada era oficial até aquele momento.

E quem é Adriano Pires? Bem, estamos falando de uma figura bastante conhecida no mercado financeiro: um dos sócios do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), ele tem ampla experiência como consultor no setor de energia e é visto como um executivo de perfil técnico, com imenso respaldo para assumir o cargo. E mais: em inúmeras ocasiões, ele se mostrou um ferrenho defensor da atual política de preços da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: se a queda de Silva e Luna enviava um sinal negativo ao mercado, a potencial nomeação de Pires dava a entender que pouca coisa mudaria. Portanto, não há motivo para preocupação, certo?

Leia Também

Bem... não é tão simples. Passado o relâmpago da queda-e-recuperação de PETR4 nos minutos finais do pregão de ontem, logo surgiu uma dúvida na cabeça dos agentes financeiros: por que demitir o atual CEO e substituí-lo por outro com perfil semelhante?

Petrobras (PETR4): cartas novas, mesmo jogo?

"Mudar o presidente de uma empresa sempre cria ruído, e na Petrobras não é diferente", disse um gestor de uma asset paulista, ao ser questionado pelo Seu Dinheiro sobre a lógica nessa troca de controle. E ruídos não são novidade para a estatal: estamos diante da terceira mudança na presidência ao longo do governo Bolsonaro.

Ainda na noite de ontem, o governo confirmou a demissão de Silva e Luna e a indicação de Pires à presidência da Petrobras (PETR4) — seu nome ainda precisa ser aprovado pela assembleia de acionistas da companhia, prevista para o dia 14 de abril. Mas, dado o seu perfil técnico, uma eventual reprovação parece uma possibilidade remota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dito isso, voltemos à questão proposta alguns parágrafos acima: o que explica o movimento do governo? A mudança é uma simples troca de seis por meia dúzia, como se o governo estivesse usando Silva e Luna como bode expiatório da alta nos combustíveis? Ou há mais fatores a serem levados em conta?

Em primeiro lugar, vale lembrar o contexto em que essa movimentação está sendo feita. A guerra entre Rússia e Ucrânia fez os preços do petróleo irem as máximas em uma década — e, dada a política de paridade com as cotações internacionais da commodity, a Petrobras deveria repassar esse aumento ao mercado interno, de modo a não ter prejuízos.

É por isso que, em 10 de março, a estatal anunciou um reajuste expressivo nos preços às distribuidoras: 19% na gasolina e 25% no óleo diesel. Como resultado, os valores praticados na bomba dispararam, a insatisfação popular aumentou e a Petrobras se viu, mais uma vez, no centro das atenções.

Afinal, a economia já se vê fragilizada após anos de pandemia, a inflação segue elevada e os juros continuam subindo; um cenário que afeta diretamente a população. E, nesse ambiente, os preços dos combustíveis dão um salto — é a receita certa para afetar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, que tentará a reeleição nos próximos meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ou seja: a questão do preço da gasolina e do diesel é uma pauta muito cara ao governo, uma vez que a discussão envolvendo os combustíveis tende a ser uma das pautas centrais da disputa eleitoral. Assim, sinalizar uma mudança é uma questão essencial para a administração Bolsonaro.

Em segundo lugar, há a escolha de Adriano Pires em si: um nome com amplo respaldo técnico e que é profundo conhecedor da indústria de óleo e gás. É uma indicação que acalma o mercado financeiro por seu perfil liberal, mas que, ao mesmo tempo, também tem um bom trânsito no Congresso.

E, mais importante: um executivo que defende a política de preços da Petrobras, mas que não se fecha a um eventual mecanismo para blindar o consumidor final das flutuações no preço do petróleo.

A visão de Adriano Pires

Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE)
Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e indicado à presidência da Petrobras (PETR4)

É quase unânime a percepção de que Adriano Pires é qualificado para ocupar a presidência da Petrobras (PETR4): doutor em economia, ele tem mais de 40 anos de experiência no setor de energia e, no passado, já atuou junto à ANP e à Aneel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vemos Adriano Pires como uma escolha muito boa para o cargo de CEO, potencialmente trazendo algum alívio aos investidores", diz o BTG Pactual, em relatório. "Ele tem uma carreira acadêmica longa e um histórico sólido nos setores de óleo e gás e de energia".

Opiniões semelhantes são compartilhadas por outros grandes bancos e casas de análise: JP Morgan, Itaú BBA, Morgan Stanley e Bradesco BBI também elogiaram a escolha, destacando o seu perfil técnico. As dúvidas quanto a uma troca no comando da Petrobras, com um executivo inexperiente assumindo o posto para que o governo pudesse intervir diretamente no dia-a-dia da companhia, foram afastadas.

Feita essa observação, algumas declarações recentes de Pires mostram que, por mais que seja um defensor ferrenho da paridade de preços da Petrobras com o mercado externo, ele também reconhece os impactos que acabam chegando ao consumidor final.

Em entrevista ao Seu Dinheiro em janeiro, ele citou a criação de um programa semelhante à tarifa social de energia elétrica como possível saída para conter a alta dos preços na bomba. Em outras ocasiões, ele também se mostrou aberto a um fundo de estabilização para amortecer o repasse à população.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Esse segundo ponto, inclusive, pode trazer atritos com a equipe do ministro Paulo Guedes, que sempre se mostrou contrária à ideia — a constituição desse mecanismo representaria mais um gasto no já apertado Orçamento; o ministério da Economia, assim, defende que essa eventual ideia seja classificada como gasto extraordinário.

Portanto, Pires não representa apenas uma continuidade pura e simples da gestão Silva e Luna — à primeira vista, ele parece ter interesse em equilibrar os interesses privados da Petrobras com as questões sociais ligadas ao reajuste dos combustíveis. Um perfil 'conciliador', digamos assim.

Por fim, ele também já declarou, em mais de uma ocasião, ser favorável à privatização da Petrobras para protegê-la de eventuais interferências do governo — uma pauta que é defendida pelo presidente Bolsonaro, mas não exatamente por esse mesmo motivo. Sobre o tema, veja o que ele falou ao Seu Dinheiro na entrevista de janeiro:

A privatização vai ajudar a Petrobras a não sofrer o risco de intervenção, porque a empresa passa a concorrer com investidores privados, apesar de as refinarias ficarem distantes umas das outras

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Adriano Pires, diretor do CBIE, em janeiro (na ocasião, ele ainda não era cotado para a presidência da Petrobras)

Petrobras (PETR4): As incertezas persistem

Todos esses fatores parecem se misturar de maneira bastante interessante para as partes envolvidas: um novo presidente, com perfil técnico e proximidade do mercado financeiro, que defende a política de preços da Petrobras (PETR4) mas reconhece o seu papel social. Uma tacada perfeita, não?

É aqui que mora o problema. A troca em si não afasta muitas das dúvidas que rondam a tese de investimento em Petrobras — o elefante segue na sala. O que vai acontecer se o petróleo continuar subindo de maneira descontrolada?

Afinal, a guerra entre Rússia e Ucrânia persiste, e a cadeia global de óleo e gás deve continuar travada mesmo com um acordo de paz no curto prazo. As grandes petroleiras russas sofrem com sanções econômicas do Ocidente e enfrentam dificuldade para cumprir seus acordos comerciais — uma situação que tende a persistir por algum tempo, mantendo a commodity em patamares elevados de preço.

Por mais que Pires se mostre interessado em equalizar a questão do repasse ao mercado interno, fato é que a criação de uma solução não se dá do dia para a noite: um fundo de estabilização ou um programa social para a compra de combustível demandaria grandes esforços coordenados por parte do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No curto prazo, fica apenas uma certeza: a de que, num cenário de alta do petróleo, a Petrobras precisará promover algum reajuste ao mercado doméstico se quiser respeitar sua política de preços — e isso independe de as medidas para mitigar o aumento nos combustíveis estarem prontas.

"O nome em si é muito positivo, mas essa é a duvida. Qual é a estratégia do governo a partir do momento que ele [Pires] entra?", diz outro gestor de ações, que pede para não ser identificado. Para ele, por mais que o perfil do novo CEO seja bom, a troca no comando da estatal mantém essas dúvidas no radar, dando uma carga potencialmente negativa ao noticiário.

Em relatório, o Morgan Stanley vai por um caminho semelhante, questionando as razões para a troca. "Até agora, a companhia tem seguido o seu plano estratégico, e uma mudança no comando é neutra no melhor dos cenários, podendo ser potencialmente negativa caso a intervenção do governo se intensifique".

E a eventual intervenção do governo não necessariamente ocorre através de uma mudança radical na política de preços. É possível que os reajustes sejam mais espaçados, ou que o cálculo para o repasse ao mercado doméstico seja ligeiramente alterado, de modo a mitigar o impacto na ponta final mesmo que isso implique em algum dano financeiro à Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesse sentido, é importante ficar atento ao restante da administração da Petrobras: até agora, com todas as trocas no comando, os principais diretores da empresa se mantiveram nos cargos — e seus nomes são bastante respeitados pelo mercado. No entanto, eventuais trocas nesses postos estratégicos podem indicar uma mudança sutil nos rumos da empresa.

"Acredito que ele até pode fazer mudanças marginais na dinâmica de preços de derivados (e até mesmo trocar algumas pessoas da diretoria), mas a estratégia e direcionamento gerais da companhia serão mantidos", disse um terceiro gestor, ponderando que a questão fundamental, agora, é o entendimento do nível de interferência do governo na administração.

E agora?

Em linhas gerais, o mercado tem se mostrado receoso quanto às ações da Petrobras (PETR4) desde o início da guerra da Ucrânia e a disparada do petróleo. A priori, a valorização da commodity é boa para uma petroleira, mas dado o impacto do repasse de preços ao mercado doméstico, essa alta tem um viés agridoce para a estatal.

É o chamado 'risco político': como a União é o acionista controlador da Petrobras, ela tem o poder de afetar o dia a dia da empresa — e suas intervenções não necessariamente são tomadas visando o melhor para a empresa. Novamente, estamos falando de preço de combustíveis, um tema que fica ainda mais delicado num ano eleitoral.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Desempenho acumulado das ações da Petrobras (PETR4) versus outras petroleiras privadas na B3 desde o começo da guerra na Ucrânia

Repare que, enquanto as ações de empresas como PetroRio (PRIO3), 3R Petroleum (RRRP3) e PetroRecôncavo (RECV3) tiveram um bom desempenho desde o início da guerra, acompanhando a valorização do petróleo no período, as ações da Petrobras (PETR4) ficaram para trás, seguradas pela percepção de que uma intervenção governamental estava por vir, de modo a impedir o repasse ao consumidor.

E, de fato, muitos analistas têm mostrado uma preferência pelas petroleiras privadas nesse momento, dada a ausência dos riscos políticos — e a indicação de Pires à presidência não muda isso, por mais que a Petrobras tenha múltiplos atrativos. Veja abaixo um resumo das indicações e preços-alvo dos principais bancos e corretoras; as informações foram compiladas pelo TradeMap:

EmpresaAçãoRecomendaçõesPreço-alvo médio (R$)Cotação hoje (R$)Alta/baixa implícita
PetrobrasPETR48 de compra, 2 neutras36,7732,1914,2%
PetroRioPRIO39 de compra33,925,1834,6%
3R PetroleumRRRP35 de compra70,5841,1971,4%
PetroRecôncavoRECV34 de compra29,0326,2810,5%
Fonte: TradeMap

Nesta terça-feira (29), as ações PETR4 operam em alta de mais de 2%, acompanhando o bom humor global com o possível avanço nas negociações de paz entre Rússia e Ucrânia — o Ibovespa avança mais de 1% e ronda os 120 mil pontos. As demais petroleiras da bolsa também operam no azul.

O Seu Dinheiro tentou contato com Adriano Pires e pessoas próximas a ele no Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), mas não obteve resposta — a única informação disponível é a de que ele não se pronunciará oficialmente até o dia 14, data da assembleia de acionistas da Petrobras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, uma declaração dada por ele ao Seu Dinheiro, em janeiro, parece mais apropriada que nunca: ao ser questionado na ocasião quanto a uma eventual pressão maior no preço do petróleo — e a postura do governo caso essa hipótese se concretizasse, Pires afirmou:

Minha preocupação é como o presidente, cada vez mais o Bolsonaro raiz, vai se comportar. Espero que ele não caia no erro da ex-presidente Dilma Rousseff

Adriano Pires, diretor do CBIE, em janeiro (na ocasião, ele ainda não era cotado para a presidência da Petrobras)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MEIO AMBIENTE

Petrobras (PETR4) leva multa de R$ 2,5 milhões do Ibama após vazamento em poço na Foz do Amazonas

7 de fevereiro de 2026 - 14:51

Autuação cita descarga de fluido de perfuração no mar; estatal tem 20 dias para pagar ou recorrer, enquanto ANP libera retomada da perfuração

REFORÇO DE CAIXA

Em meio às investigações sobre o Banco Master, BRB apresenta plano de recomposição de capital ao BC

7 de fevereiro de 2026 - 11:02

Banco do DF diz que ações são preventivas e que eventual aporte ainda depende do desfecho das investigações

REESTRUTURAÇÃO

Correios colocam imóveis à venda em todo o país em mais uma tentativa de reduzir rombo no caixa

6 de fevereiro de 2026 - 18:03

Segundo a estatal, alienação de ativos ociosos começa em fevereiro e pode arrecadar até R$ 1,5 bilhão para fortalecer investimentos e sustentabilidade da empresa

Empreendedorismo

Ele faturou R$ 1,6 milhão em um mês com acessório para cerveja criado com impressora 3D

6 de fevereiro de 2026 - 17:11

Jovem de 18 anos fatura R$ 1,6 milhão em apenas um mês com o Beerzooka, acessório para bebidas criado com impressora 3D

QUER SAIR DO BURACO

Dona de Jeep e Fiat em apuros: Stellantis despenca na bolsa após suspender dividendos e fechar 2025 no prejuízo

6 de fevereiro de 2026 - 16:45

Para 2026, a gigante automobilística busca um aumento na receita líquida e na margem ajustada de lucro operacional; UBS diz se a ação ainda vale a pena

O QUE ESPERAR DOS BALANÇOS

As coisas não devem melhorar tão cedo para a Raízen (RAIZ4); XP vê apenas uma ação para comprar no setor

6 de fevereiro de 2026 - 16:00

Às vésperas dos resultados da safra 2025/2026 (3T26), a corretora rebaixou a Raízen e manteve cautela com o setor sucroenergético, por isso, a aposta do segmento veio com ressalvas

Tecnologia

iPhone 17e já tem data de lançamento prevista; veja quando ele chega e quanto deve custar

6 de fevereiro de 2026 - 15:06

De acordo com vazamentos de sites especializados, a versão mais acessível do iPhone 17 deve ser lançada ainda no mês de fevereiro.

CAIXA REFORÇADO

Movida (MOVI3) levanta R$ 3,5 bilhões com ajuda do Banco Mundial e encerra gestão das dívidas de 2026

6 de fevereiro de 2026 - 12:59

Locadora diz ter alcançado os melhores níveis de alavancagem, custo e prazo médio da dívida em três anos

GANHOS E COMPRAS

Petrobras (PETR4) volta à África com compra de bloco exploratório, e recebe R$ 1,65 bilhão após alta do petróleo; entenda os detalhes

6 de fevereiro de 2026 - 12:05

Apesar dos anúncios, as ações da petroleira operam perto da estabilidade, acompanhando o movimento do petróleo no mercado externo

O RITMO DA RECUPERAÇÃO

“Não temos medo de desafio”, afirma CEO do Bradesco (BBDC4) enquanto ação cai na bolsa — e avisa: guidance para 2026 não mudará

6 de fevereiro de 2026 - 11:44

Marcelo Noronha sustenta a estratégia step by step e afirma que acelerar agora pode custar caro no futuro. Veja o que disse o executivo.

MUDANÇA DE ESTAÇÃO

C&A (CEAB3) vira ação preferida do JP Morgan no setor de moda; veja por que investir e qual a recomendação para Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3)

6 de fevereiro de 2026 - 10:45

O banco iniciou a cobertura da C&A e da Riachuelo, com recomendação de compra para ambas. Veja abaixo o potencial de alta nas ações das varejistas de moda

TRÊS PEDIDOS DIFERENTES

R$ 2 bilhões ‘a menos’ para a Vale (VALE3)? Autoridades querem bloqueio de patrimônio depois de extravasamentos em Minas Gerais

6 de fevereiro de 2026 - 10:07

Ações do MPF, do governo de Minas e do MP estadual miram episódios nas unidades de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas

REAÇÃO AO RESULTADO

“Mercado cobra mais do que os chefes”, diz CEO do Bradesco (BBDC4). Por que ação apanha após o balanço do 4T25?

6 de fevereiro de 2026 - 9:44

Mesmo depois de resultados dentro do esperado no quarto trimestre de 2025, os investidores reagiram negativamente à divulgação; entenda o movimento

RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vai sair do modo defensivo? ROE supera o custo de capital pela primeira vez na retomada — mas mercado cobra mais

5 de fevereiro de 2026 - 18:47

Lucro cresce pelo oitavo trimestre seguido e ROE supera o custo de capital, mas ADRs caem em Wall Street; veja os destaques do balanço

SEM MAJESTADE

Rio Tinto desiste de fusão com Glencore e Vale (VALE3) mantém trono do minério

5 de fevereiro de 2026 - 17:40

Megafusão de mais de US$ 260 bilhões sai de cena após empresas não conseguirem chegar a um acordo que beneficiasse os acionistas

DESTAQUES DA BOLSA

Braskem (BRKM5) tomba mais de 4% na B3 com operação no México em apuros. O que está por trás da queda das ações hoje?

5 de fevereiro de 2026 - 17:07

Rumores de um possível pedido de Chapter 11 da Braskem Idesa, petroquímica mexicana controlada pela companhia, pressionam as ações hoje

Empresas

Spotify fecha parceria para bater de frente com a Amazon na venda de livros físicos

5 de fevereiro de 2026 - 16:54

Spotify anuncia parceria com a Bookshop.org para vender livros físicos em seu aplicativo.

TECNOLOGIA POSTA À PROVA

Quem tem medo da IA? Queda da Totvs (TOTS3) pode ser oportunidade para comprar ação com desconto, dizem Safra e Itaú BBA

5 de fevereiro de 2026 - 16:35

Uma única ferramenta derrubou as ações da Totvs (TOTS3) em cerca de 20% em dois dias. Investidores venderam a ação em meio a temores de que o avanço da inteligência artificial tire espaço dos programas da empresa de tecnologia brasileira. No entanto, segundo o Itaú BBA e o Safra, a queda pode ser uma oportunidade […]

TECNOLOGIA PARA NEGÓCIOS

Frontier: OpenAI lança plataforma para ser ‘funcionário artificial’ nas empresas

5 de fevereiro de 2026 - 15:45

Segundo a empresa dona do ChatGPT, a tecnologia será capaz de executar tarefas reais do dia a dia, indo além de testes isolados

MUDANÇA DE COMANDO

B100 propõe OPA para adquirir ações da Ciabrasf (ADMF3), antiga Reag; veja quanto será pago por ação

5 de fevereiro de 2026 - 14:55

A Ciabrasf ficou conhecida no mercado como a provedora de serviços fiduciários da antiga Reag Capital, alvo de operações da PF no ano passado

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar