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Dólar em queda em tempos de guerra? Até onde isso vai?

Neste primeiro mês de guerra da Ucrânia – como no restante do ano – o dólar se desvalorizou ante o real, num movimento aparentemente contraintuitivo. E o fortalecimento da moeda brasileira pode continuar

26 de março de 2022
9:30 - atualizado às 13:47
Dólar para baixo
Eleições são um risco à continuidade da trajetória de queda da moeda americana. - Imagem: Shutterstock

Na última semana, a invasão da Ucrânia pela Rússia completou um mês. O conflito deve agora entrar em uma fase ainda mais devastadora, com risco nuclear à espreita. O mercado financeiro, evidentemente, está com os olhos grudados nas notícias dessa guerra, que tem consequências enormes para a economia mundial.

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Como não poderia deixar de ser, os principais investimentos reagiram à dinâmica da guerra nesse último mês. No Brasil, a bolsa se beneficiou da alta nos preços das commodities, e a pressão inflacionária pesou negativamente sobre as aplicações prefixadas de renda fixa.

Mas o comportamento de um dos ativos, neste período, pode parecer um pouco contraintuitivo. O dólar caiu cerca de 3%, para R$ 4,84, exatamente o contrário do que se espera em tempos de guerra, quando investidores correm para ativos seguros, ou mesmo em época de juros em alta nos EUA, como é o caso, no momento.

Só que esse não foi o comportamento global da moeda americana. Ante seus pares, outras divisas fortes, o dólar subiu no último mês. Na verdade, foi o real que se fortaleceu, recuperando uma parte do terreno perdido nos últimos anos.

Este é um fenômeno que já vem se desenhando desde o início do ano e não tem relação apenas com a guerra. Em 2022, o real foi a moeda que mais se valorizou no mundo, entre 33 divisas importantes no mercado internacional.

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É bem verdade que a pressão inflacionária trazida pelo conflito beneficia as commodities e, por consequência, as moedas dos países produtores de matérias-primas, como o Brasil. Mas há outras razões, como as ações extremamente depreciadas na bolsa e a disparada na taxa Selic, que atraem recursos estrangeiros para o mercado financeiro local.

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No pregão de ontem (25), aliás, o dólar continuou caindo ante o real, totalizando uma baixa de mais de 5% na semana e atingindo a cotação de R$ 4,74.

O brasileiro, que já estava se acostumando com o dólar acima de R$ 5, agora esfrega os olhos, incrédulo. E se pergunta, é claro, se isso vai durar. Afinal, o dólar vai cair mais? E vai permanecer mais baixo? Ou já é melhor aproveitar a queda para comprar um pouco e proteger a carteira se (ou quando) a cotação voltar a subir?

Bem, por incrível que pareça, o mercado, desta vez, parece estar botando fé no real. A Jasmine Olga conversou com dois gestores que acreditam que o dólar ainda está caro e não é o momento de comprar. Já o Vinícius Pinheiro escreveu sobre a previsão do Credit Suisse de que o dólar deve cair ainda mais - se Lula e Bolsonaro não atrapalharem.

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PAPO CRIPTO #015
“Uma regulação ativa não significa que o mercado está maravilhoso e que aquele ativo irá valorizar. Uma lei pode trazer muito mais malefícios do que benefícios”, é o que pensa Rodrigo Borges, sócio no escritório Carvalho Borges Araujo, membro fundador da Oxford Blockchain Foundation e estrategista em blockchain pelo MIT. Ele é o entrevistado do Papo Cripto desta semana e comenta as principais leis para regularizar o mercado de criptomoedas no Brasil e no mundo. Basta dar o play no tocador a seguir!

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