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Neste primeiro mês de guerra da Ucrânia – como no restante do ano – o dólar se desvalorizou ante o real, num movimento aparentemente contraintuitivo. E o fortalecimento da moeda brasileira pode continuar
Na última semana, a invasão da Ucrânia pela Rússia completou um mês. O conflito deve agora entrar em uma fase ainda mais devastadora, com risco nuclear à espreita. O mercado financeiro, evidentemente, está com os olhos grudados nas notícias dessa guerra, que tem consequências enormes para a economia mundial.
Como não poderia deixar de ser, os principais investimentos reagiram à dinâmica da guerra nesse último mês. No Brasil, a bolsa se beneficiou da alta nos preços das commodities, e a pressão inflacionária pesou negativamente sobre as aplicações prefixadas de renda fixa.
Mas o comportamento de um dos ativos, neste período, pode parecer um pouco contraintuitivo. O dólar caiu cerca de 3%, para R$ 4,84, exatamente o contrário do que se espera em tempos de guerra, quando investidores correm para ativos seguros, ou mesmo em época de juros em alta nos EUA, como é o caso, no momento.
Só que esse não foi o comportamento global da moeda americana. Ante seus pares, outras divisas fortes, o dólar subiu no último mês. Na verdade, foi o real que se fortaleceu, recuperando uma parte do terreno perdido nos últimos anos.
Este é um fenômeno que já vem se desenhando desde o início do ano e não tem relação apenas com a guerra. Em 2022, o real foi a moeda que mais se valorizou no mundo, entre 33 divisas importantes no mercado internacional.
É bem verdade que a pressão inflacionária trazida pelo conflito beneficia as commodities e, por consequência, as moedas dos países produtores de matérias-primas, como o Brasil. Mas há outras razões, como as ações extremamente depreciadas na bolsa e a disparada na taxa Selic, que atraem recursos estrangeiros para o mercado financeiro local.
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No pregão de ontem (25), aliás, o dólar continuou caindo ante o real, totalizando uma baixa de mais de 5% na semana e atingindo a cotação de R$ 4,74.
O brasileiro, que já estava se acostumando com o dólar acima de R$ 5, agora esfrega os olhos, incrédulo. E se pergunta, é claro, se isso vai durar. Afinal, o dólar vai cair mais? E vai permanecer mais baixo? Ou já é melhor aproveitar a queda para comprar um pouco e proteger a carteira se (ou quando) a cotação voltar a subir?
Bem, por incrível que pareça, o mercado, desta vez, parece estar botando fé no real. A Jasmine Olga conversou com dois gestores que acreditam que o dólar ainda está caro e não é o momento de comprar. Já o Vinícius Pinheiro escreveu sobre a previsão do Credit Suisse de que o dólar deve cair ainda mais - se Lula e Bolsonaro não atrapalharem.
FICAM OS ANÉIS
Como a Vivara (VIVA3) está driblando a alta do ouro com a guerra — e mantém vivo o desejo da joia clássica. Companhia enfrenta conflito no leste europeu com artilharia de brincos e pulseiras reinventados, e pode ser opção para quem quer investir em empresas de varejo na bolsa.
CABO DE GUERRA
Após duas rejeições, Aliansce (ALSO3) se fortalece para uma possível assembleia de acionistas da brMalls (BRML3). A fusão sai? Em meio ao imbróglio da fusão, um acionista majoritário da Aliansce (ALSO3) chegou a 10% do capital da brMalls (BRML3). Entenda a jogada.
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PAPO CRIPTO #015
“Uma regulação ativa não significa que o mercado está maravilhoso e que aquele ativo irá valorizar. Uma lei pode trazer muito mais malefícios do que benefícios”, é o que pensa Rodrigo Borges, sócio no escritório Carvalho Borges Araujo, membro fundador da Oxford Blockchain Foundation e estrategista em blockchain pelo MIT. Ele é o entrevistado do Papo Cripto desta semana e comenta as principais leis para regularizar o mercado de criptomoedas no Brasil e no mundo. Basta dar o play no tocador a seguir!
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