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A australiana Ashleigh Barty anunciou a aposentadoria por “falta de motivação”, aos 25 anos, nas redes sociais
A tenista número 1 do mundo, a australiana Ashleigh Barty, pegou o mundo do esporte de surpresa ao anunciar nesta terça-feira (22) a sua aposentadoria das quadras com apenas 25 anos.
“Estou tão grata por tudo o que esse esporte me deu e saio orgulhosa e realizada. Obrigada a todos os que me apoiaram durante o caminho, serei sempre grata pelas memórias ao longo da vida que criamos juntos”, disse em vídeo publicado nas redes sociais.
A decisão de sair do esporte, porém, não foi prematura. Barty afirmou que “estava pensando na decisão há muito tempo”. Contudo, a virada de chave aconteceu na conquista do título do Grand Slam em Wimbledon, no ano passado.
“Houve essa mudança de perspectiva em mim, nesta segunda fase da minha carreira, de que minha felicidade não dependia dos resultados e o sucesso, para mim, é saber que dei absolutamente tudo o que posso”, declarou a tenista.
Assista abaixo ao vídeo da tenista australiana:
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Ao longo da carreira, Barty ganhou 15 títulos — sendo três de Grand Slam — e 12 títulos de duplas no WTA Tour, e foi a primeira australiana a ganhar o título do Aberto da Austrália desde 1978.
Pode parecer precoce a aposentadoria da tenista número 1, mas a decisão de Ashleigh Barty não é inédita. Também nesta semana, o músico Daddy Yankee, conhecido pelo hit “Despacito”, anunciou que pretende deixar a música.
Mas, afinal, o que a decisão de abandonar uma profissão na qual se é bem sucedido pode nos ensinar a respeito da nossa própria carreira?
Ao longo da trajetória profissional, entender que é possível mudar pode ser uma saída quando não se encontra mais motivação na profissão – e essa foi uma das justificativas de Ashleigh. “Como pessoa, é isso que eu quero. Quero correr atrás de outros sonhos que sempre quis realizar.”
Outro sinal de que é tempo de mudar é quando o profissional se encontra “preso” na carreira, segundo a treinadora Emma Harrison. “É cada vez mais comum mudar de carreira e, embora isso possa parecer assustador e esmagador, também pode ser revigorante, libertador e levar a uma melhor satisfação no trabalho”, disse em entrevista à CNBC.
Harrison também destacou que existe “um número crescente de pessoas” antes dos trinta anos de idade que estão repensando seus desejos, objetivos e prioridades.
Logo, reavaliar o caminho não deve ser um problema, pelo contrário.
Ainda a exemplo da aposentadoria da tenista número 1, Ashleigh Barty, saber quais são as expectativas para o futuro e assimilá-las às habilidades e hobbies pode ser a chave de mudança para a carreira.
“Reservar um tempo para aprender novas competências, além de conversar com outras pessoas sobre suas experiências profissionais” são atitudes importantes para a tomada de decisão, afirmou a treinadora Harrison.
Sendo assim, definir os planos para o futuro, se dedicar a novos projetos, experimentar coisas novas e, até mesmo, a busca por novos desafios são alguns pontos a serem colocados na mesa. Contudo, devem estar alinhados às habilidades, pelo menos, no início da transição da carreira.
Por fim, o primeiro passo para saber qual é o tempo de mudar, principalmente na jornada profissional, é entender que existem possibilidades de recomeçar e seguir novos caminhos.
Confira, abaixo, o vídeo do nosso colunista Thiago Veras sobre transição de carreira:
*Com informações de CNN e CNBC
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