🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO DO DIA

Nova York lidera banho de sangue dos mercados e Ibovespa acompanha em queda de 2%; dólar encosta nos R$ 5

No Ibovespa, a temporada de balanços também fez preço, com o setor de bancos reagindo de forma negativa aos números do Santander

Jasmine Olga
Jasmine Olga
26 de abril de 2022
18:25 - atualizado às 16:36
Onda vermelha no céu do Ibovespa e das bolsas internacionais
céu vermelho - Imagem: Shutterstock

A China que surpreendeu o mundo ao apresentar crescimento recorde e ser o primeiro país a superar os efeitos deixados pelo coronavírus também é a nação que hoje assusta as bolsas globais com um cenário desafiador antes mesmo de os desafios anteriores terem sido superados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com o crescimento das novas medidas de confinamento aplicadas em importantes centros comerciais, industriais e financeiros, é quase inevitável que a segunda maior economia do mundo sinta o baque, estendendo os efeitos de desaceleração ao resto do mundo. 

A desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) global não é o único fator que assusta. As chamas do dragão chinês também possuem o poder de desestabilizar novamente as cadeias de suprimento, gerando uma inflação ainda maior. Tudo isso em um momento em que a elevação de juros se torna inevitável para os bancos centrais. 

A queda da China deixa o o Brasil em maus lençóis, já que a paralisação do gigante indica uma menor demanda por uma série de produtos, principalmente commodities. O Ibovespa fechou a terça-feira em queda de 2,23%, aos 108.212 pontos.  

Com o real mais apreciado do que as demais moedas emergentes em 2022, a correção por aqui tende a ser maior. Depois de flertar com a casa dos R$ 5, o dólar à vista encerrou o pregão em alta de 2,36%, a R$ 4,9905.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As projeções de uma economia mais lenta não casam muito bem com uma temporada de balanços que ganha fôlego em Wall Street. Em Nova York, hoje o dia foi um verdadeiro banho de sangue, antes mesmo de grandes empresas de tecnologia divulgarem os seus números. Os principais índices recuaram mais de 2%, com o Nasdaq  em queda de 3,95%. 

Leia Também

As empresas de Elon Musk, que lideraram a virada vista na tarde de ontem, hoje devolveram parte dos ganhos. Enquanto o Twitter recuou cerca de 3%, a Tesla teve um tombo de 12%. 

Por um triz

O dólar à vista passou boa parte do dia flertando com uma volta ao patamar dos R$ 5, atingido pela última vez há pouco mais de um mês. 

Na parte da manhã, quando a situação no câmbio se mostrava mais tensa, o Banco Central anunciou um leilão extra de swap para injetar US$ 500 milhões no mercado. Para o BC, a medida foi tomada visando a grande demanda por dólar em momentos de tensão. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Não é somente contra o real que o dólar anda levando a melhor. O índice DXY, que mede o desempenho da divisa ante uma cesta de moedas fortes atingiu máximas que não eram atingidas desde março de 2020, pico da crise de liquidez gerada pela pandemia do coronavírus. 

Hora de recalibrar

O Banco Central brasileiro voltou a publicar o boletim Focus, após um mês de interrupção, e o documento mostrou uma deterioração das projeções do mercado para as principais variáveis macroeconômicas do país, o que também repercutiu em alguns setores do Ibovespa hoje.

A mudança mais dramática foi observada na alta do IPCA, que teve uma elevação pela 15ª semana consecutiva. A mediana das projeções do mercado para o IPCA ao fim de 2022 passou de 6,86% na pesquisa divulgada em 28 de março para 7,65% no relatório publicado hoje, que tem como data de referência a última sexta-feira, 22 de abril. Para 2023, a projeção para o IPCA passou de 3,80% para 4,00% no período.

Com o cenário delicado no exterior, a curva de juros voltou a inclinar de forma expressiva em todos os principais vencimentos. Confira:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CÓDIGONOMEVALORFEC 
DI1F23DI jan/2313,01%12,95%
DI1F25DI Jan/2512,13%11,99%
DI1F26DI Jan/2611,96%11,83%
DI1F27DI Jan/2711,96%11,82%

Sobe e desce do Ibovespa

Corrigindo parte das perdas dos últimos dias, o petróleo voltou a acelerar nesta tarde. O barril do tipo Brent, utilizado como referência global, subiu mais de 3% e puxou com ele as ações das petroleiras. A Petrobras (PETR4) encerrou o dia em queda, mas chegou a subir quase 2% no melhor momento do dia. 

O setor de energia também foi um destaque positivo do dia. Considerado um setor resiliente e à prova de crises, como a que afeta os demais ativos, as companhias subiram em bloco. Confira os principais destaques do dia no Ibovespa:

CÓDIGONOMEVALORVAR
PRIO3PetroRio ONR$ 25,202,02%
RRRP33R Petroleum ONR$ 44,131,75%
IGTI11Iguatemi ONR$ 20,791,51%
CPFE3CPFL Energia ONR$ 35,751,16%
EQTL3Equatorial ONR$ 25,960,78%


Na ponta contrária, as empresas de tecnologia e crescimento sentiram o forte recuo do Nasdaq e a pressão da alta dos juros. Os bancos também tiveram um pregão de fortes perdas. Além da preocupação com a desaceleração econômica global, o balanço do Santander (SANB11), divulgado nesta manhã, mostrou um crescimento na inadimplência, aumentando o temor de que outras empresas do setor também apresentem a mesma tendência. Confira as maiores quedas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEVALORVAR
LWSA3Locaweb ONR$ 7,26-8,45%
CASH3Meliuz ONR$ 1,93-6,76%
TOTS3Totvs ONR$ 32,30-6,73%
BIDI11Banco Inter unitR$ 16,01-6,43%
CSNA3CSN ONR$ 20,08-6,30%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar