O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Europa não escapa do dia de fúria, com os sinais de recessão da economia britânica derrubando as bolsas do continente e fazendo a libra atingir o menor nível em quase 40 anos
O urso bateu à porta de Wall Street nesta sexta-feira (23) e o Dow Jones abriu: um dos principais índices da bolsa de Nova York caiu para uma nova mínima do ano e entrou em bear market, como é chamado o território de baixa.
O índice de 30 ações caiu mais de 800 pontos na sessão de hoje, ficando abaixo de 30 mil pontos — um nível 20% menor do que seu pico.
E engana-se quem acha que o Dow Jones recebeu a ilustre visita do urso sozinho: o S&P 500, que terminou o dia no menor nível do ano e do Nasdaq chegou a cair mais de 3%.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices da bolsa dos EUA no fechamento:
Uma onda de vendas tomou conta de Wall Street hoje, liderada pelas perdas na casa de 9% do setor de energia, em meio a temores de que uma recessão mais profunda esteja no horizonte da economia norte-americana.
Esses temores de recessão se intensificaram depois que o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, sinalizou que o banco central dos EUA segue firme na missão de conter a inflação, ainda que isso custe o crescimento econômico.
Leia Também
Mais cedo, Powell voltou a discursar, reafirmando que o Fed usará todas as ferramentas necessárias para trazer a inflação para perto da meta de 2% no longo prazo.
Em outras palavras: a autoridade monetária deve continuar com a política agressiva de aumento de juro até que esteja convencida de que a alta de preços finalmente está dando uma trégua.
Na quarta-feira (21), o banco central norte-americano elevou a taxa básica em 0,75 ponto percentual (pp) pela terceira vez seguida. Saiba mais sobre essa decisão.
Não foi só o Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq que sentiram os efeitos do temor de uma possível recessão nos EUA.
O juro projetado pelos títulos de dívida do governo dos EUA dispararam nesta semana após o Fed, com as taxas dos papéis de 2 e 10 anos atingindo níveis nunca vistos em mais de uma década.
As ações posicionadas para sofrer mais em uma recessão lideraram as perdas desta semana com o setor discricionário de consumo do S&P 500 com queda de 7%.
Energia caiu mais de 9% com a queda dos preços do petróleo. As ações em crescimento, incluindo grandes nomes de tecnologia como Apple, Amazon, Microsoft e Meta também afundaram hoje.
As principais bolsas europeias mantiveram as portas fechadas, mas encerraram o dia em forte queda, com os investidores digerindo decisões de política monetária e um novo plano econômico do Reino Unido.
O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 2,3%, com todos os setores sendo negociados no vermelho.
As ações do setor de petróleo e gás e de recursos básicos foram as mais afetadas, ambas com queda de mais de 5%.
Os movimentos do mercado ocorrem depois que o governo do Reino Unido anunciou uma série de cortes de impostos, enquanto o país se prepara para uma recessão. A libra caiu 3% em relação ao dólar, para US$ 1,0919, nas horas seguintes à notícia.
O Banco da Inglaterra elevou o juro em 0,50 ponto percentual na quinta-feira (22) — o sétimo aumento consecutivo — e disse acreditar que a economia do Reino Unido já está em recessão.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM