O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O dólar chegou a testar uma alta, mas acabou perdendo força e fechou o sétimo pregão consecutivo com desvalorização
Depois de seis pregões consecutivos de recuo, o dólar teve uma quinta-feira (24) de indefinição e terminou o dia mais próximo da estabilidade, registrando baixa de 0,25% a R$ 4,8320. O euro também recuou sensivelmente em relação ao real e vale R$ 5,3172.
A moeda norte-americana teve um dia cheio de oscilações e chegou a ser negociada a R$ 4,7650 na mínima, a máxima foi de R$ 4,8575. O euro teve mínima de R$ 5,2429 e máxima de R$ 5,3374.
O destaque do noticiário econômico local ficou por conta da sinalização do Banco Central de que o ciclo de aperto monetário deve se encerrar já na próxima reunião, com um aumento de mais 1%, que levaria a taxa Selic a 12,75% por ano.
Apesar da sinalização de que o Banco Central vá empreender uma política menos agressiva no mesmo momento em que o Fed sinaliza sua intenção de pisar mais forte nos freios, o diferencial de juros ainda segue favorável, atraindo importante fluxo de dólares para a economia brasileira.
Além disso, também chamou a atenção um relatório do Credit Suisse que aponta para uma desvalorização ainda maior do dólar ao chamar atenção para o aumento do preço das commodities, o que acaba favorecendo as exportações brasileiras.
Em uma semana recheada de falas de dirigentes do Fed, o mercado permanece de olho nas sinalizações da autoridade monetária. Hoje foi a vez de mais um membro do FOMC (Federal Open Market Committee) discursar.
Leia Também
Neel Kashkari afirmou enxergar taxa básica de juros neutra para a economia norte-americana em torno de 2%, levando em consideração a atual curva de juro de títulos da dívida pública americana.
Mesmo assim, Kashkari afirmou que aumentar a dose do ajuste para mais de 0,25% por reunião pode ser arriscado.
Os investidores também seguem atentos aos desdobramentos da guerra na Ucrânia. Sem uma perspectiva clara de saída para o conflito, Estados Unidos e China seguem trocando farpas.
O DXY, índice que compara o dólar aos seus pares, teve um dia de avanço. Indicando fortalecimento da moeda norte-americana.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,84% | 12,98% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,72% | 12,09% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,54% | 11,88% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,56% | 11,85% |
Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco
Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor
Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor
O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina
Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo
Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito
Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026
Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa
Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado
Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda
Ibovespa recua com juros e guerra no radar, enquanto petróleo dispara e amplia incertezas globais; Eneva lidera ganhos com salto de quase 25%, enquanto Minerva puxa perdas após resultado fraco, e dólar fecha a semana em leve queda mesmo com pressão no fim
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período