O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Xerife do mercado de capitais resolveu facilitar a vida das empresas com planos de captar recursos de investidores com um novo conjunto de regras para ofertas públicas; confira o que mudou
Com juros em alta e tensões políticas à flor da pele, o mar não está para peixe no mercado de capitais. Mas a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) resolveu facilitar a vida das empresas com planos de captar recursos de investidores — pelo menos do lado da regulação.
Desse modo, a "xerife" do mercado editou hoje um conjunto de resoluções que traz mudanças na forma como as empresas realizam ofertas públicas. Isso inclui as aberturas de capital (IPO, na sigla em inglês) na bolsa.
Para o pequeno investidor, uma das principais novidades é a criação da "lâmina da oferta", um documento que traz as principais informações sobre a operação de forma resumida. Esse documento já existe para fundos de investimento, por exemplo.
No modelo atual das ofertas, quem deseja saber mais sobre uma operação precisa recorrer ao prospecto, um calhamaço que não raro ultrapassa as mil páginas.
“A lâmina da oferta permitirá que investidores comparem ofertas em andamento mais rapidamente e identifiquem aquelas sobre as quais devem buscar informações mais aprofundadas”, informa a CVM.
Mesmo os prospectos atuais passarão por uma "recauchutagem". Isso porque a nova regra da autarquia prevê a criação de modelos mais sucintos e segmentados pelo tipo de valor mobiliário que a empresa pretende usar para captar recursos no mercado.
Leia Também
Do lado das empresas, as novas regras ampliam as possibilidades para a realização de ofertas públicas com "registro automático" da CVM. Desta forma, as companhias não precisam aguardar a autarquia analisar previamente as operações e ganham tempo para acessar o mercado.
As novas regras, que passaram por audiência pública, começam a valer em janeiro de 2023. Você pode conferir mais detalhes sobre as novidades nesta reportagem.
Entre as novidades das resoluções editadas hoje em relação à proposta original da CVM está o aumento do limite para o chamado lote adicional das ofertas públicas.
Por exemplo, nas regras atuais as empresas podem captar um volume até 35% além do estabelecido na oferta principal. Esse percentual extra se divide em dois lotes:
Com as mudanças, o limite do lote adicional passa para 25%, o que potencialmente eleva para 40% o volume extra nas ofertas. Mas especificamente no caso das emissões destinadas a investidores profissionais (com pelo menos R$ 10 milhões em patrimônio), não haverá limite. Conheça as outras mudanças no comunicado divulgado pela CVM.
Em contrapartida à liberação para a realização de um conjunto maior de operações no mercado de capitais com registro automático, a CVM agora vai exigir o registro das instituições que atuam como coordenadores de ofertas públicas.
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045