🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

O Sol na cabeça

Eneva (ENEV3) compra a Focus (POWE3) por R$ 960 milhões, de olho na energia solar

A transação entre Eneva (ENEV3) e Focus (POWE3) envolve parcelas em dinheiro e em ações; parques de energia solar são o destaque da compra

Victor Aguiar
Victor Aguiar
15 de dezembro de 2021
10:29 - atualizado às 9:11
Painéis solares espalhados numa área rural
Imagem: Andreas Gücklhorn/Unsplash

O mundo das fusões e aquisições segue agitado nesta reta final do ano: a Eneva (ENEV3) anunciou há pouco um acordo para a compra da Focus Energia (POWE3), numa operação de R$ 960 milhões que envolve parcelas em dinheiro e em ações — e que também inclui toda uma arquitetura financeira para levantar os recursos necessários à continuidade dos projetos da empresa de energia solar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A transação ainda precisa ser aprovada pelos acionistas da Focus, mas tudo indica que o caminho não tem volta: a Eneva diz já ter um acerto com 50,8% da base acionária da companhia; para que a fusão receba sinal verde, é necessário ter o aval de 'apenas' 50% mais 1 dos investidores.

E como os planos da Eneva passam pela unificação das bases acionárias das duas companhias, a Focus deve deixar a bolsa menos de um ano após seu IPO: a empresa de energia solar chegou à B3 em fevereiro de 2021 avaliada em R$ 1,6 bilhão. Sua vida no mercado de ações, no entanto, não tem sido fácil — as ações POWE3 amargam queda de 43% desde a estreia.

Com a aquisição, a Eneva coloca um pé na área de energias renováveis: hoje, o grupo é particularmente forte na geração de eletricidade a partir do gás natural, contando com um parque de 2,2 GW de capacidade — o que representa quase 10% da geração térmica do país.

A Focus, por sua vez, atua na geração e comercialização de energias renováveis, com destaque para a matriz solar; o IPO serviu para que a companhia levantasse recursos para finalizar o primeiro de três grandes parques solares em Juazeiro (PE) — o que ainda não ocorreu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Eneva + Focus Energia: a operação

A aquisição da Focus (POWE3) inclui o pagamento de R$ 715 milhões à vista e uma parcela em ações: a Eneva vai emitir, ao todo, 17 milhões de novos papéis ENEV3 para serem entregues aos acionistas da empresa de energia solar — o que, considerando o fechamento de ontem, de R$ 14,41, totaliza quase R$ 245 milhões.

Leia Também

Ou seja: as duas componentes, somadas, chegam a R$ 960 milhões — um prêmio de somente 4,7% em relação ao valor de mercado atual da Focus, de R$ 917,2 milhões.

Os acionistas da Focus que não concordarem com a operação, caso ela seja aprovada, e desejarem se retirar terão direito a um reembolso de R$ 4,70 por papel POWE3. É um valor bem abaixo da cotação atual, de R$ 10,23, e que, segundo a Eneva, foi calculado com base no balanço patrimonial da companhia ao fim de 2020. Assim, parece pouco provável que a retirada seja exercida por um número grande de investidores.

Mas o acordo entre as partes não termina por aí. As empresas também acertaram a emissão de debêntures da Focus, no valor de R$ 1,5 bilhão, já integralmente subscrita pela Eneva — recursos que serão vitais para o primeiro grande campo de energia solar na Bahia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E os parques solares a serem construídos pela Focus são, de fato, o grande atrativo da companhia. Os projetos Futura 1, 2 e 3 têm potencial para virarem referência nesse tipo de geração de energia no país — o primeiro deles, por exemplo, terá capacidade instalada de 670 MW, sendo o maior campo solar do Brasil.

Os outros dois projetos ainda não começaram a ser construídos, mas devem ser ainda maiores que o primeiro — e, consequentemente, devem demandar investimentos ainda mais volumosos. E, a julgar pelo desempenho da Focus no mercado de ações e o novo cenário de juros no país, obter o financiamento necessário para as obras seria uma tarefa dura para a companhia.

ENEV3 e POWE3: ano negativo

Na bolsa, tanto Eneva (ENEV3) quanto Focus Energia (POWE3) acumulam perdas desde o começo de 2021, embora a primeira tenha um desempenho bem mais resiliente que a segunda. Os papéis ENEV3 recuam pouco mais de 7% no ano — os ativos perderam força a partir de setembro, em linha com o restante do mercado.

Comportamento semelhante foi visto em POWE3: uma das estreantes da bolsa em 2021, a Focus fechou o pregão de ontem muito perto das mínimas históricas, a R$ 10,23.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

ESTRATÉGIA EM FOCO

Fundo TVRI11 vende agência do Banco do Brasil (BBAS3) por R$ 13 milhões; veja lucro por cota para os acionistas

16 de janeiro de 2026 - 11:42

De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Uma surpresa e um ‘soluço’: de Direcional (DIRR3) a Cyrela (CYRE3), quem se destacou na nova leva de prévias operacionais?

16 de janeiro de 2026 - 11:05

Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam

PERSPECTIVAS EM 2026

FIIs em ano eleitoral: o que esperar de tijolo, papel e outros segmentos, segundo o BTG Pactual

15 de janeiro de 2026 - 16:51

As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira

HORA DE COMPRAR?

Movida (MOVI3) dá spoiler dos resultados do quarto trimestre e ações pisam no acelerador; veja o que agradou

15 de janeiro de 2026 - 15:53

Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa

ÚLTIMA CHAMADA?

A Selic vai cair e ficar parado no CDI pode custar caro. Veja as apostas do BTG e do Santander para ações, renda fixa, crédito e FIIs em 2026

14 de janeiro de 2026 - 19:04

Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias

ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar