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Veja as principais reportagens do Seu Dinheiro nas últimas semanas
Na última semana, a Câmara finalmente aprovou a PEC dos Precatórios, que seguiu para o Senado. O mercado reagiu com certo alívio - como já dissemos, não pela aprovação do calote disfarçado ou do drible no teto de gastos, mas porque, dos males, o menor. O que o mercado realmente não gosta é de (muita) incerteza.
Sendo assim, vimos na semana um movimento positivo do Ibovespa, que subiu 1,44%. Foi a primeira vez que o índice conseguiu acumular ganhos em duas semanas seguidas desde o mês de maio.
Já o dólar terminou o período com uma queda de 1,19%, a R$ 5,46, e os juros futuros tiveram um certo alívio, sobretudo nos vencimentos mais curtos, o que também impulsionou os preços das ações.
Mas nesse front, o que influenciou mesmo a baixa foram os números fracos do setor de varejo divulgados pelo IBGE na quinta-feira, mostrando que a economia ainda precisa de estímulo, e que não vai dar para o Banco Central apertar demais essa Selic.
Por sinal, a semana também foi marcada por resultados ruins de empresas cujas vendas estão sendo negativamente impactadas pela inflação elevada e pelos juros altos, como Natura, Via e Magazine Luiza, que viram suas ações derraparem feio na bolsa. E, segundo o próprio setor de varejo, a Black Friday deste ano não deve ser lá muito brilhante.
Vemos que o mercado está vivendo o presente. Apesar da maior definição em relação às contas públicas, a certeza que se mostra é negativa no curto prazo. Além disso, períodos de inflação e juros altos são difíceis de atravessar para boa parte das pessoas e empresas.
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Agora, a dúvida paira sobre quais serão os próximos passos do Banco Central, que precisa subir juros, mas não tanto. E ano que vem ainda tem eleição, e aí, já sabe.
O mercado vive aquele famoso compasso de espera, expressão que a imprensa especializada adora usar. Garantindo os ganhos do curto prazo porque as incertezas quanto ao futuro ainda estão grandes. Assim, ontem foi dia de realizar lucros na véspera de um feriadão, o que levou o Ibovespa a cair mais de 1%. Confira o fechamento do dia.
A seguir, você confere as principais notícias e reportagens do Seu Dinheiro na semana, caso tenha perdido algumas das nossas melhores histórias:
Reportagens sobre criptoativos estão sempre entre as mais lidas do site, mas esta semana mostrou que esse mercado está mais agitado do que nunca e que nem só de bitcoin vive o criptoinvestidor. A promissora Solana (SOL) chamou atenção após seu preço disparar depois da união com o token BAT; a valorização astronômica neste ano - de até 28.000% - das criptomoedas ligadas ao metaverso também fez sucesso entre os leitores.
Mas não faltou notícia sobre a principal cripto do mercado: o bitcoin passa por uma atualização importante no próximo domingo (14), que pode dar um novo gás nos preços da moeda digital. O Renan Sousa explica do que se trata nesta matéria.
Depois de publicarmos uma série de reportagens sobre a adoção de energia solar em casa para economizar com a conta de luz, foram muitos os questionamentos acerca da tal “taxação do Sol”, apelido dado para a cobrança pelo uso da rede de distribuição, estabelecido no Marco Legal da Geração Distribuída, aprovado neste ano na Câmara.
A dúvida é se essa cobrança não acabaria com a vantagem da instalação de painéis solares. Nesta matéria, eu mostro que ainda dá tempo de fugir da “taxação do Sol”, preservando as atuais vantagens da energia solar, mas é preciso correr. E se você ainda não conferiu a nossa série de reportagens sobre o assunto, a matéria também traz um vídeo resumindo os principais pontos.
O mar não está para peixe para os fundos imobiliários, que apanharam com as restrições da pandemia, e depois continuaram levando pancada com a alta dos juros. Mas tem uma classe de FII que está voando já há um bom tempo, e continua em céu de brigadeiro com a alta da Selic e a inflação elevada: os fundos de papel. Na nossa já tradicional matéria do FII do mês, a principal indicação das corretoras foi justamente um fundo desse tipo, para você se proteger e ainda ganhar uns dividendos gordos.
A estreia das ações da GetNet na B3 reacendeu a “guerra das maquininhas” na bolsa e voltou a jogar luz sobre o calvário pelo qual os papéis da Cielo têm passado desde que a concorrência começou a ficar pesada. Afinal, as ações da companhia mereceram desvalorizar tanto? Será que já não caíram demais? E por que a Cielo vale menos que as concorrentes, mesmo sendo a líder do mercado de adquirência? As respostas você encontra nesta reportagem da Jasmine Olga.
Na última semana, a temporada de balanços trouxe os números das grandes varejistas, e o resultado da Via (VIIA3) certamente foi o que chamou mais a atenção, tamanha a decepção que causou no mercado. Como resultado, os papéis da companhia chegaram a despencar quase 20% logo após a divulgação dos números.
Ontem, o nosso colunista Ruy Hungria comparou a Via com o Magazine Luiza (MGLU3), seu principal concorrente, mostrando por que a dona das Casas Bahia não necessariamente é, como querem muitos investidores, a “nova Magalu”. Aliás, se a Via está descontada em relação aos pares, talvez haja boas razões. Vale a leitura!
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro no sábado". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
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