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O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, possuem recursos não declarados em paraísos fiscais
A bolsa brasileira deve ter um dia tenso pela frente, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, envolvidos no vazamento de dados conhecido como Pandora Papers.
Os documentos expuseram um conflito de interesses entre o alto cargo que ocupam e a manutenção de empresas no exterior não declaradas à Receita, de acordo com a publicação. Na semana passada, o principal índice da bolsa brasileira encerrou o pregão em alta de 1,76%, aos 112.899 pontos. Na semana, o recuo foi de 0,34%. Já a moeda americana fechou o dia em queda de 1,42%, aos R$ 5,3691, num avanço de 0,47% na semana.
O cenário doméstico deve refletir os desdobramentos do Pandora Papers, enquanto lida com uma semana de indicadores caros, como o IPCA de setembro. Na prévia, o IPCA-15 já acumula alta de mais de 10% nos últimos 12 meses.
No panorama internacional, o teto de gastos dos Estados Unidos segue em discussão no Congresso. Os debates devem ser concluídos até o final deste mês, de acordo com o líder no governo na Casa. Somado a isso, o payroll deve ser divulgado nesta sexta-feira (08) e é um dos parâmetros utilizados pelo Federal Reserve para decidir sobre a retirada de estímulos da economia, o tapering.
Confira o que deve movimentar a semana nos mercados e o que esperar da bolsa hoje:
No último domingo (03), uma matéria do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) publicada na revista Piauí aponta que o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, possuem recursos não declarados em paraísos fiscais.
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No Brasil, é totalmente lícito manter dinheiro em contas no exterior, desde que declaradas para a Receita Federal. A publicação afirma que Guedes ganhou cerca de R$ 14 milhões não declarados ao fisco apenas com a valorização do câmbio desde quando assumiu o ministério.
Ambos afirmam que declararam suas empresas no exterior, conhecidas como offshores, à Receita Federal. “O artigo 5º do Código de Conduta da Alta Administração Federal, instituído em 2000, proíbe funcionários do alto escalão de manter aplicações financeiras, no Brasil ou no exterior, passíveis de ser afetadas por políticas governamentais”, afirma o texto.
Os primeiros dias da semana começam sem maiores indicadores pela frente. Não por isso, os desdobramentos de pautas políticas, como a PEC dos precatórios e a reforma do Imposto de Renda seguem no radar do investidor.
As propostas seguem no Congresso. enquanto alguns parlamentares afirmam que foram “destravadas”, outros acreditam que o governo não conseguirá aprovar todas as medidas até o final do ano.
Na quarta-feira (06), a Anfavea divulga a produção mensal de veículos, enquanto na sexta-feira (08), serão divulgados os números de inflação, medidos pelo IPCA, de setembro.
Para o pregão desta segunda-feira, o investidor deve ficar atento a novos casos envolvendo os Pandora Papers, como está sendo chamada a investigação dessas contas no exterior. Campos Neto deve palestrar às 10h, em evento em São Paulo, e às 16h, em evento do Valor Econômico.
Apesar de o foco estar nas pautas econômicas, como o aumento da inflação e da taxa de juros, Campos Neto deve usar esses espaços para sua defesa.
A gigante incorporadora chinesa Evergrande segue chamando as atenções dos investidores no exterior. Além disso, a retirada de estímulos da economia, movimento conhecido como tapering, coloca as falas de dirigentes do Federal Reserve nos holofotes.
A perspectiva de que o governo de Joe Biden consiga destravar a pauta do teto de gastos também deve permanecer na agenda. A perspectiva, segundo o líder democrata no Senado, Chuck Schumer, é de que a proposta seja aprovada até o final do mês.
Nos próximos dias, o investidor internacional deve focar na decisão dos países produtores de petróleo sobre a produção, nesta segunda-feira (04). Na quarta-feira (06), o relatório ADP de emprego dos EUA deve movimentar os negócios e dar uma prévia do payroll, divulgado na sexta-feira (08).
Os principais índices asiáticos começam a semana sem duas principais bolsas. O feriado desta segunda-feira manteve as praças fechadas na Coréia do Sul e, na China, os mercados permanecerão fechados até sexta-feira (08) pelo mesmo motivo.
Os índices de Tóquio e Hong Kong fecharam em baixa, pressionados pela suspensão de negócios com ações do grupo Evergrande e suas subsidiárias, além da eleição do primeiro-ministro do Partido Liberal Demcrático no Japão.
Já as bolsas da Europa operam em queda, sem maiores indicadores locais relevantes para hoje. Dessa forma, os índices europeus devem ampliar as perdas da semana passada.
De maneira semelhante, os futuros de Nova York apontam para uma abertura em queda, de olho nas falas de dirigentes do Federal Reserve ao longo do dia e com as atenções voltadas para o desdobramento de Evergrande.
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