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Além disso, o cenário interno deve contar com pressão em cima do governo federal deve atrasar os planos da equipe econômica
O trabalho com vidraçaria ainda é majoritariamente manual. Apesar de existirem máquinas que esquentam o material e prensas que entalham complicadas formas em copos e taças, os melhores ainda são feitos à velha maneira: soprando, rodando e, com muito cuidado, entalhando losangos, retângulos e triângulos diretamente no vidro vermelho de quente.
Não se deixe enganar. O vidro, submetido a uma altíssima temperatura, ainda é um material frágil, apesar de facilmente manipulável.
Tão frágil quanto é o cenário brasileiro. Apesar do otimismo com a bolsa ter empurrado o índice acima dos 130 mil pontos, o panorama doméstico deve seguir atrapalhando os negócios. Os investidores conseguiram ignorar os dados locais à época, mas a realidade se impõe.
A pressão em cima do governo federal pode esvaziar a reforma tributária e atrasar ainda mais a agenda de privatizações. Além disso, está marcado para esta quarta-feira (30) o depoimento de Carlos Wizard, acusado de ser um dos integrantes do chamado gabinete paralelo.
E as últimas denúncias envolvendo os contratos da Covaxin devem aumentar o preço do apoio do Centrão para a aprovação das propostas do Palácio do Planalto.
A crise hídrica e energética também está no radar, com a Aneel aumentando a bandeira tarifária para R$ 9,49 kWh. O cenário brasileiro dificilmente deve se manter intacto com o avanço da variante delta, que aumenta a cautela sobre o mundo.
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Ainda no cenário doméstico, a participação de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, em dois eventos ao longo do dia deve seguir no radar.
O que dá o tom do cenário externo são os dados locais da Europa, com a inflação da Zona do Euro vindo abaixo do esperado, e o índice do gerente de compras da China acima das expectativas.
Confira o que mais movimenta os negócios nesta quarta-feira (30):
Por volta das 9h, o IBGE deve divulgar a PNAD Contínua, que traz como dado mais importante a taxa de desemprego oficial no Brasil. A expectativa dos especialistas ouvidos pelo Broadcast varia de 14,50% até 15,30%, com mediana em 14,70%.
No trimestre anterior até março, a taxa de desemprego ficou em 14,70%. Apesar de a retomada econômica vir com bons números, como o avanço do PIB e arrecadação acima do esperado, os postos de trabalho tendem a demorar para voltarem a patamares melhores.
O relatório de empregos privados em junho dos Estados Unidos também deve influenciar os negócios hoje. Nos próximos dias, o mundo deve conhecer a folha de pagamento dos EUA (payroll) e desemprego nos EUA. A expectativa é de que sejam criados 550 mil postos de trabalho.
A economia americana já está em um momento mais avançado da retomada, o que acende os temores de que possa chegar a um ponto de “superaquecimento”. No radar, também ficam as falas de dirigentes do Fed hoje.
Os investidores devem ficar atentos, ainda que o presidente do BC americano, Jerome Powell, tenha acalmado os ânimos sobre a retirada de estímulos da economia e aumento da taxa de juros, as falas de membros da instituição financeira costumam ter sinais do que está sendo debatido.
Os principais índices asiáticos fecharam majoritariamente em alta, seguindo o tom positivo das bolsas americanas do dia anterior. Apesar dos dados da atividade chinesa animarem os negócios, o medo da variante delta do coronavírus tem se espalhado pela região, o que limita os ganhos.
No Velho Continente, o otimismo se converteu em cautela, e os principais índices amanheceram caindo hoje. Mesmo com as vacinas protegendo contra a variante delta da covid-19, ela foi considerada “a mais transmissível” pela OMS, o que pode influenciar na decisão de um novo lockdown em algumas regiões.
Já os índices futuros de Nova York também operam no vermelho, à espera dos dados do emprego nos EUA e mantendo cautela antes da divulgação do payroll na sexta-feira (02).
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