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Com os investidores de cabelo em pé e de olho nas contas públicas, o dia abre no vermelho no Ibovespa, com dólar e juros disparando em direção às máximas
Se você esperava uma quinta-feira (21) menos turbulenta, sinto em dizer que, pelo menos no Brasil, não vai ser esse o caso. Na verdade, o dia que não foi bom e caminha para mais uma sessão sangrenta, mas não tão ruim quanto poderia ter sido.
A leve alta do Ibovespa ontem não convenceu e hoje o cenário doméstico se encontra ainda mais deteriorado. Se a coletiva do ministro da Cidadania não trouxe detalhes sobre o que o mercado pode esperar para o Auxílio Brasil, o ministro Paulo Guedes deixou as coisas mais claras, mas passou longe de agradar.
Em participação em eventos na noite de ontem, Guedes admitiu a possibilidade de que o teto de gastos seja furado para pagar o valor de R$ 400 imposto pela ala política do governo. A ‘licença para gastar’ é a última coisa que o mercado financeiro gostaria de ouvir no pós-pandemia, principalmente em um governo que tenta contornar a queda da popularidade no ano que antecede eleições por meio de medidas populistas.
As falas do ministro Paulo Guedes ainda reverberam, mas durante a tarde quem causou mal estar foi o próprio presidente Jair Bolsonaro, ao afirmar que atenderá a demanda feita pelos caminhoneiros e ajudar a 'compensar' a alta do preço do diesel para evitar uma possível paralisação.
Também não devemos nos esquecer que a inflação dos últimos 12 meses segue em patamares elevados e que logo os Estados Unidos devem reduzir o seu programa de estímulos e, quem sabe, até mesmo elevar os juros já no próximo ano.
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Com os investidores de cabelo em pé e de olho nas contas públicas, o dia abriu no vermelho e foi renovando seguidas mínimas. Só que a leitura do relatório da PEC dos precatórios aliviou a situação. O documento propõe uma correção no valor do teto de gastos, adiantando o que só deveria ocorrer em 2026.
A confiança do mercado segue abalada, mas a bolsa conseguiu algum respiro. Por volta das 16h, o Ibovespa recuava 2,85%, aos 107.634 pontos. O dólar à vista, que chegou a encostar em R$ 5,70, sobe 1,82%, a R$ 5,6613.
O mercado de juros futuros é um retrato do estresse e da elevação do risco Brasil nos últimos dias, com as taxas renovando máximas e pesando sobre os negócios.
O mercado entende que o Banco Central deve agir por meio da política monetária para segurar os danos, mas a medida deve ter impacto nas projeções de crescimento para os próximos anos. As Opções de Copom, negociadas na B3, mostram que muitos já esperam uma atitude mais dura já na próxima reunião.
As saídas para não sobrecarregar o teto de gastos são indigestas. Uma delas seria a antecipação da revisão do valor limite, que só deveria ocorrer em 2026. Para a equipe da Ajax Capital, os maiores riscos da proposta atual estão no valor maior do que o esperado, aumento das famílias atendidas acima dos 17 milhões e a exclusão do Teto além dos R$ 30 bilhões. Isso sem falar na possibilidade de que ocorram novas baixas no ministério da Economia.
Durante sua fala, Guedes também colocou na conta do impasse em torno da reforma do imposto de renda a falta de recursos. Outra saída estudada pelo governo é aproveitar a folga no orçamento que deve vir da PEC dos precatórios.
Enquanto isso, a temporada de balanços no exterior segue a todo vapor, com importantes empresas como AT&T, American Airlines, Intel e Whirlpool divulgando seus resultados hoje.
De acordo com a Bloomberg, 79% das empresas do S&P 500 que reportaram os seus números mostraram um resultado acima do esperado até agora. No Nasdaq, esse índice é de 72%.
O saldo é positivo, mas os investidores seguem de olho nos desdobramentos do caso Evergrande, que fracassou em vender a fatia de uma de suas subsidiárias, a Evergrande Property Services.
Sem fôlego, nenhuma ação sobe neste momento.
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 44,43 | -7,73% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 7,74 | -7,31% |
| BIDI4 | Banco Inter PN | R$ 15,09 | -7,25% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 36,97 | -6,85% |
| CMIG4 | Cemig PN | R$ 13,91 | -6,08% |
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