O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Reação positiva ao pronunciamento de Trump deve influenciar os mercados. Por aqui, os investidores seguem cautelosos com o rumo que a Petrobras pode tomar com sua política de preços
Quem olha isoladamente a reação positiva dos índices futuros das bolsas de Nova York e o fechamento positivo das bolsas asiáticas na manhã desta quinta-feira (09) tem trabalho para imaginar o pânico que tomou conta dos mercados nos últimos dias com a escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã.
Parece que os dois países não estão dispostos a travarem um conflito armado, e depois de dias de perdas no mercado acionário e a disparada de ativos de segurança como o ouro e o petróleo, os investidores voltam a ter estímulos para apostar no risco.
Ontem o que trouxe alívio aos mercados depois de uma madrugada agitada foi o tão aguardado pronunciamento do presidente americano e o aparente desejo dos países de evitar uma escalada militar na região.
Durante o pronunciamento, Trump evitou abrir espaço para uma nova ofensiva iraniana e anunciou novas sanções econômicas ao país, mas sem entrar em maiores detalhes.
O presidente americano também confirmou que o ataque não deixou mortos e apelou para que Reino Unido, Alemanha, Rússia e China se unam aos EUA para liquidar as ambições nucleares do Irã e auxiliar na busca da paz no Oriente Médio, mas não falou em um novo ataque bélico ao país persa.
A fala de Trump apaziguou os mercados, mas, mesmo diminuindo as perdas, o Ibovespa não conseguiu sair do campo negativo e fechou o dia o quarto dia seguido no vermelho, com em queda de 0,36%, aos 116.247,03 pontos. Já o dólar teve a primeira queda em quatro dias, recundo para a casa ds R$ 4,0518
Leia Também
As bolsas de Nova York ficaram próximas de fechar o dia nas máximas ontem, mas mísseis disparados na região da embaixada americana em Bagdá trouxe cautela aos investidores. Com a confirmação de que não houveram vítimas e que os países estão longe de quererem uma guerra, a situação se apaziguou.
Com a situação no Oriente Médio sob aparente controle, os investidores voltam a ficar de olho no desenrolar dos preparativos da cerimônia de assinatura do acordo de primeira fase entre Estados Unidos e China.
O Ministério de Comércio da China anunciou que a delegação será liderada pelo vice-ministro Liu He. A expectativa é de que o ministro do Comércio, o presidente do BC chinês, o Banco do Povo da China, e os vice-ministros de Finanças, de Agricultura e de Tecnologia da Informação também se unam à delegação que visitará a capital americana entre 13 e 15 de janeiro.
O acordo preliminar será assinado na próxima quarta-feira (15), às 9h30 do horário de Brasília.
Enquanto as bolsas voltam a subir e encostar nas máximas, commodities como o petróleo e o ouro se retraem.
Mesmo com uma acomodoção do preço do barril, a Petrobras continua sendo um foco de tensão. O ministro de Minas e Energia prometeu apresentar até março um mecanismo permanente que possa ser utilizado em casos de escalada no preço do petróleo para diminuir o impacto ao consumidor. O projeto começou a ser desenhado após o ataque de drones às refinarias da Saudi Aramco, em setembro.
Mas no mercado a dúvida que paira sobre o caminho a ser seguido pela estatal. A suspeita de intervenção estatal no valor do combustível continua causando desconforto nos investidores.
A queda no preço do petróleo beneficia o setor aéreo e fizeram Gol e Azul apresentarem avanços expressivos no pregão de ontem.
Aqui no Brasil o dia é marcado pela divulgação da produção industrial de novembro e a primeira entrevista coletiva do ano de Roberto Campos Neto, presidete do Banco Central.
Lá fora, destaque para os discursos de três diretores do Federal Reserve com direito a voto: Richard Clarida, Neel Kashkari e John Williams. Ainda nos EUA serão conhecidos os números do auxílio-desemprego.
Com as aquisições, o XPLG11 passa a ter um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 5,4 bilhões, distribuído em 31 empreendimentos
O fundo imobiliário está a caminho de aumentar ainda mais o portfólio. A gestora vem tentando aprovar a fusão do PML11 com o RBR Malls FII
O novo rendimento tem como referência os resultados apurados pelo fundo em março, que ainda não foram divulgados
O vencimento de Opções sobre o Ibovespa movimentou R$ 81 bilhões, funcionando como o grande motor que empurrou a bolsa para o um novo topo operacional
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, detalhou os motivos por trás da forte desvalorização do dólar e por que esse movimento pode estar perto do fim
Gestores entrevistados pelo BofA seguem confiantes com a bolsa brasileira, porém alertam para riscos com petróleo e juros nos EUA
Para os analistas, a B3 tem buscado a liderança na agenda de sustentabilidade; a ação divide o pódio de recomendações com uma varejista que pode valorizar até 44%
No começo da semana, a companhia anunciou a ampliação de seu acordo de fornecimento de carne com a subsidiária do fundo soberano da Arábia Saudita, além de avanços nas aprovações para um possível IPO da Sadia Halal
Volume estrangeiro nos primeiros dois meses do ano cresceu 60% em relação a 2025; só em fevereiro, gringos representaram 24% do volume negociado de fundos imobiliários
Bolsa brasileira segue o bom humor global com o alívio das tensões no Oriente Médio, mas queda do preço do petróleo derruba as ações de empresas do setor; dólar também recua
Apesar de preço mais alto para o aço, o valuation da empresa não é mais tão atraente, e potenciais para a empresa já estão precificados, dizem os bancos
O novo fundo imobiliário comprará participações em sete shoppings de propriedade da Allos, com valor de portfólio entre R$ 790 milhões e R$ 1,97 bilhão, e pode destravar valor para os acionistas
Com a transação, o fundo passa a ter uma exposição de 21% do seu portfólio ao setor bancário, o que melhora a relação risco e retorno da carteira
Retorno foi de 101,5% de abril de 2021 até agora, mas para quem reinvestiu os dividendos, ganho foi mais de três vezes maior, beirando os 350%
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
Ibovespa supera os 197 mil pontos e atinge novo recorde; apesar disso, nem todas as ações surfaram nessa onda
A companhia foi a maior alta do Ibovespa na semana, com salto de quase 25%. A disparada vem na esteira da renovação no alto escalão da companhia e o Citi destaca pontos positivos e negativos da dança das cadeiras