🔴 ÚLTIMO DIA: FAÇA PARTE DA PRIMEIRA TURMA DA ESPECIALIZAÇÃO EXECUTIVA EM IA –  QUERO PARTICIPAR

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O que mexe com os mercados hoje?

Pronunciamento de Trump alivia os mercados e abre espaço para retomada do risco

Reação positiva ao pronunciamento de Trump deve influenciar os mercados. Por aqui, os investidores seguem cautelosos com o rumo que a Petrobras pode tomar com sua política de preços

Donald Trump
Imagem: Shutterstock

Quem olha isoladamente a reação positiva dos índices futuros das bolsas de Nova York e o fechamento positivo das bolsas asiáticas na manhã desta quinta-feira (09) tem trabalho para imaginar o pânico que tomou conta dos mercados nos últimos dias com a escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Parece que os dois países não estão dispostos a travarem um conflito armado, e depois de dias de perdas no mercado acionário e a disparada de ativos de segurança como o ouro e o petróleo, os investidores voltam a ter estímulos para apostar no risco.

Ontem o que trouxe alívio aos mercados depois de uma madrugada agitada foi o tão aguardado pronunciamento do presidente americano e o aparente desejo dos países de evitar uma escalada militar na região.

Durante o pronunciamento, Trump evitou abrir espaço para uma nova ofensiva iraniana e anunciou novas sanções econômicas ao país, mas sem entrar em maiores detalhes.

O presidente americano também confirmou que o ataque não deixou mortos e apelou para que Reino Unido, Alemanha, Rússia e China se unam aos EUA para liquidar as ambições nucleares do Irã e auxiliar na busca da paz no Oriente Médio, mas não falou em um novo ataque bélico ao país persa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A fala de Trump apaziguou os mercados, mas, mesmo diminuindo as perdas, o Ibovespa não conseguiu sair do campo negativo e fechou o dia o quarto dia seguido no vermelho, com em queda de 0,36%, aos 116.247,03 pontos. Já o dólar teve a primeira queda em quatro dias, recundo para a casa ds R$ 4,0518

Leia Também

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

DOIS GIGANTES, DUAS APOSTAS

200 mil ou pé atrás? Os três elementos que decidirão os próximos meses da bolsa brasileira

Ruídos

As bolsas de Nova York ficaram próximas de fechar o dia nas máximas ontem, mas mísseis disparados na região da embaixada americana em Bagdá trouxe cautela aos investidores. Com a confirmação de que não houveram vítimas e que os países estão longe de quererem uma guerra, a situação se apaziguou.

Mudança de foco

Com a situação no Oriente Médio sob aparente controle, os investidores voltam a ficar de olho no desenrolar dos preparativos da cerimônia de assinatura do acordo de primeira fase entre Estados Unidos e China.

O Ministério de Comércio da China anunciou que a delegação será liderada pelo vice-ministro Liu He. A expectativa é de que o ministro do Comércio, o presidente do BC chinês, o Banco do Povo da China, e os vice-ministros de Finanças, de Agricultura e de Tecnologia da Informação também se unam à delegação que visitará a capital americana entre 13 e 15 de janeiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O acordo preliminar será assinado na próxima quarta-feira (15), às 9h30 do horário de Brasília.

Sob controle

Enquanto as bolsas voltam a subir e encostar nas máximas, commodities como o petróleo e o ouro se retraem.

Mesmo com uma acomodoção do preço do barril, a Petrobras continua sendo um foco de tensão. O ministro de Minas e Energia prometeu apresentar até março um mecanismo permanente que possa ser utilizado em casos de escalada no preço do petróleo para diminuir o impacto ao consumidor. O projeto começou a ser desenhado após o ataque de drones às refinarias da Saudi Aramco, em setembro.

Mas no mercado a dúvida que paira sobre o caminho a ser seguido pela estatal. A suspeita de intervenção estatal no valor do combustível continua causando desconforto nos investidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A queda no preço do petróleo beneficia o setor aéreo e fizeram Gol e Azul apresentarem avanços expressivos no pregão de ontem.

Agenda

Aqui no Brasil o dia é marcado pela divulgação da produção industrial de novembro e a primeira entrevista coletiva do ano de Roberto Campos Neto, presidete do Banco Central.

Lá fora, destaque para os discursos de três diretores do Federal Reserve com direito a voto: Richard Clarida, Neel Kashkari e John Williams. Ainda nos EUA serão conhecidos os números do auxílio-desemprego.

Fique de olho

  • Natura teve rating diminuido de BB para BB- pela agência S&P.
  • Magazine Luiza foi notificado pelo Procon após consumidores apresentarem queixas sobre o mega-saldão da varejista, chamado nas redes de #OutletMagalu
  • Consultoria Letter pediu a falência da Gafisa após a construtora não realizar pagamento de R$ 72 mil.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
3 de setembro de 2026 - 16:48
Ações do mês | ação JBS JBSS3 3 de setembro de 2026 - 6:02
Armazém de varejo cheio de prateleiras com caixas de papelão e pacotes. 2 de setembro de 2026 - 14:41
Unidade da Ambipar (AMBP3) 1 de setembro de 2026 - 10:15
Gráfico de ações e bandeira do Brasil para representar a bolsa brasileira 1 de setembro de 2026 - 7:08
31 de agosto de 2026 - 17:45
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 31 de agosto de 2026 - 16:42
28 de agosto de 2026 - 19:20
Imagem com a bandeira do Brasil ao fundo e um gráfico vermelho com números e uma seta apontando para baixo representando a queda do ibovespa 27 de agosto de 2026 - 17:01
Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro eleições 27 de agosto de 2026 - 15:31
Cifrão em um prédio em construção representando os dividendos das ações de construtoras, incorporadoras e fundos imobiliários 27 de agosto de 2026 - 10:04
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar