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Desde o início do ano o mercado está esperando por este momento: o plenário da Câmara aprovou ontem à noite a reforma da Previdência. Poderia ter sido antes, nos primeiros 100 dias do novo governo, mas o importante é que passou. Os investidores já estão em festa desde que Rodrigo Maia deu sinais de que iria votar a reforma em dois turnos na Câmara antes do recesso parlamentar de julho.
A aprovação da reforma já era esperada, mas o placar surpreendeu positivamente: 379 votos favoráveis, bem acima dos 308 necessários e até mesmo da "contagem" que rolava por aí e apontava para algo entre 320 e 340 votos.
Os próprios deputados não estavam tão otimistas. Ninguém acertou o placar no bolão improvisado feito por parlamentares do DEM e pela líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann. O maior lance foi 367, com 12 votos abaixo do resultado oficial.
As bolsas já estão surfando na maré alta da Previdência há dias. Ontem, o Ibovespa renovou o seu recorde pela terceira vez seguida, encerrando o dia com alta de 1,23%, aos 105.817 pontos. O dólar fechou a sessão com queda de 0,77%, a R$ 3,7568.

Quem tem amigos no mercado financeiro certamente já recebeu memes e piadinhas nos grupos de Whatsapp sobre estagiários bêbados em algum happy hour animado.
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Com o placar positivo da reforma e o cenário favorável no exterior diante de uma expectativa de que o Federal Reserve poderá segurar os juros americanos, a bolsa pode ter novo dia de alta hoje. Na Ásia, as sessões encerraram no positivo. Os índices futuros em Nova York sinalizam alta, seguido pela Europa. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
Em Brasília, as discussões sobre a reforma da Previdência seguem. O grito de “já ganhou” foi dado, mas ainda tem jogo pela frente. Falta ainda votar o texto em segundo turno na Câmara e no Senado. Se os senadores decidirem mudar o texto, ele terá de voltar para a Câmara.
Rodrigo Maia e seus aliados são considerados os grandes vencedores da articulação em torno da Previdência. Agora o mercado deve olhar para os próximos eventos do “calendário Maia”. Ele esteve ontem na instalação da comissão especial da reforma tributária, outro tema complexo que está na agenda do líder da Câmara e precisará de um entendimento entre Executivo e Legislativo.
Com a bolsa batendo sucessivos recordes, você certamente se pergunta se ainda existe um ativo barato na prateleira. Eu desafiei o colunista Alexandre Mastrocinque a garimpar as oportunidades da bolsa e te indicar um trade por mês. Sabe aquela pechincha que o mercado ainda não descobriu?
Pois bem. O Alê aceitou o desafio e apresenta hoje aos leitores do Seu Dinheiro o seu primeiro “achado”. Ele usou três métodos diferentes para avaliar o potencial de valorização desse papel e todos indicam que ele está MUITO barato.
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A agenda liberal segue também em outras frentes. Após a Caixa fazer uma oferta de ações para se desfazer de papéis da Petrobras e o Banco do Brasil vender na bolsa suas ações da Neoenergia, agora é a vez do IRB Brasil. O ressegurador confirmou que a União e o Banco do Brasil farão uma oferta de ações para vender até mesmo toda a sua fatia na empresa. Era um movimento esperado, mas que só foi possível por conta de uma mudança regulatória que permitiu que resseguradoras de capital aberto tivessem controle pulverizado. Confira os detalhes.
Falando ainda de bull market, mas mudando de assunto de bolsa para criptomoedas, algo não saiu como o esperado. No último ciclo de alta do bitcoin, as outras criptomoedas (ou altcoins, como são conhecidas) acompanharam a escalada. Hoje, se você analisar as top 10 moedas alternativas por tamanho, apenas a litecoin e a binance coin se valorizaram acima do bitcoin desta vez. O André Franco comenta o que mudou neste texto.
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