🔴 ‘OPERAÇÃO  IKKI-TOUSEN’ – MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 250x DE FORMA AUTOMATIZADA – SAIBA COMO

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

A Bula do Mercado

China e PSL agitam mercado

PIB chinês cresce menos que o esperado e no menor ritmo desde 1992, elevando pressão nos negócios locais em meio à desconforto com racha no partido de Bolsonaro

Ainda assim, investidores estão empolgados com a chance de Selic cair a 4%

A economia chinesa desacelerou um pouco mais no terceiro trimestre, com o Produto Interno Bruto (PIB) crescendo 6,0% em base anual, e renovando, assim, o ritmo mais lento de expansão desde o início da série histórica, em 1992. O número embute um viés negativo no mercado internacional, o que tende a pressionar os negócios locais hoje, que já mostraram ontem certo desconforto com o racha no PSL.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, os dados melhores que o esperado da indústria chinesa em setembro, com alta de 5,6% ante previsão de +5,5%, e o crescimento em linha com a expectativa do varejo chinês no período, em +7,8%, não serviram de alento. Já os investimentos em ativos fixos na China acumulam alta de 5,4% até o mês passado, menos que a previsão de +5,5%.

O fato é que os número não criam um ambiente favorável aos ativos de risco, em meio à desaceleração do crescimento (das principais economias e dos balanços das empresas). Em reação aos números chineses, a Bolsa de Xangai afundou 1,3%, liderando as perdas na Ásia, enquanto Hong Kong caiu 0,6%. Tóquio, por sua vez, subiu 0,2%.

No Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York têm leves baixas, apagando ganhos firmes vistos mais cedo por causa de resultados trimestrais, o que deixa a abertura do pregão europeu sem um rumo definido, em meio às dúvidas sobre o acordo para o Brexit. A libra e o euro estão de lado, assim como o petróleo. O ouro recua.

Os investidores digerem o enfraquecimento da demanda tanto interna quanto externa na China, em meio à guerra comercial com os Estados Unidos, que também já sente os efeitos da disputa na atividade. Talvez, por isso, ambos os países estejam buscando um acordo, capaz de encerrar a guerra tarifária, iniciada há cerca de um ano e meio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O recente progresso nas negociações comerciais em Washington renovou a esperança de encerrar a briga entre as duas maiores economias do mundo. O problema é que, para Pequim, a Casa Branca quer negociar termos que vão além do comércio, com foco na questão tecnológica. E a China sabe que o crescimento econômico e a produtividade do país virão da tecnologia.

Leia Também

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Os 30 minutos que selaram o destino da bolsa em Nova York — e do Ibovespa — após a alta dos juros nos EUA

CONSOLIDAÇÃO DA CARTEIRA

Fundo imobiliário que rende IPCA+ 10%? Patria quer unir FIIs e criar gigante de crédito de R$ 4,5 bilhões

Além de representar uma desaceleração em relação ao segundo (+6,2%) e ao primeiro (+6,4%) trimestres deste ano, o resultado apurado entre julho e setembro está no piso do alvo do governo para o acumulado de 2019, entre 6% e 6,5%. Também ficou abaixo da previsão de analistas, de +6,1%. Em 2018, o PIB chinês cresceu 6,6%.

Os indicadores econômicos da China são o grande destaque da agenda econômica desta sexta-feira, que traz também a segunda prévia deste mês do IGP-M (8h) e o índice de indicadores antecedentes nos EUA em setembro (11h). Diante do calendário do dia mais fraco, as atenções dos mercados domésticos também se voltam para a cena política, após novos episódios na crise do PSL.

O racha

O mercado doméstico mostrou certo desconforto com o racha no PSL ontem, quando Joice Hasselmann foi retirada da liderança do governo no Congresso e soube-se que o líder do partido na Câmara, delegado Waldir, chamou o presidente Jair Bolsonaro de “vagabundo”, em áudio vazado. O temor é quanto ao contágio da crise interno do PSL no andamento da pauta econômica no Congresso e nas eleições municipais do ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A disputa interna opõe Bolsonaro e o presidente do partido, Luciano Bivar, envolvendo o controle da legenda e das verbas milionárias dos fundos partidário e eleitoral, além da permanência do presidente e de deputados aliados no PSL. Além disso, o agravamento da crise política afeta a articulação do governo no Congresso, com os líderes nas duas Casas ficando agora sob o comando do MDB.

Ainda assim, o impacto nos ativos domésticos foi menor, com os investidores empolgados com a possibilidade de a taxa básica de juros cair a 4% ou menos até o próximo ano. O mercado de juros futuros esquenta esse debate, alimentando apostas de que o Banco Central pode acelerar o ritmo de queda da Selic, a doses de 0,75 ponto, nas duas últimas reuniões de 2019. Os mais ousados dizem que ainda caberia um corte adicional no início de 2020, encerrando o ciclo com a taxa em 3,75%.

Enquanto o mercado financeiro joga para baixo as projeções para os juros básicos, o que iça a Bolsa brasileira para perto das máximas históricas e sustenta o dólar acima de R$ 4,15, fica a dúvida se a Selic abaixo de 4% é sustentável ou não. Afinal, não se pode descartar uma reação da inflação quando o país voltar a ter um crescimento robusto, demandando ações do BC em sentido oposto, o que provocaria uma correção nos ativos locais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Vista panorâmica de turbinas eólicas em um campo verdejante com um céu azul claro. 14 de setembro de 2026 - 19:47
Um farol escrito Ibov é atingido por uma onda forte escrito Wall Street 14 de setembro de 2026 - 12:32
14 de setembro de 2026 - 10:01
Assaí (ASAI3). 13 de setembro de 2026 - 13:06
Imagem gerada por inteligência artificial contrastando o mercado financeiro do Brasil e dos Estados Unidos, com as bandeiras dos dois países, gráficos de ações e símbolos icônicos da B3 e Wall Street. 10 de setembro de 2026 - 15:01
9 de setembro de 2026 - 17:02
Touro da bolsa de valores surfando 8 de setembro de 2026 - 13:12
Bandeira do Brasil e gráfico de ações para representar o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira 8 de setembro de 2026 - 12:46
Logo do Itaú (ITUB4) 7 de setembro de 2026 - 16:10
Construção civil 7 de setembro de 2026 - 12:17
dividendos ações proventos 5 de setembro de 2026 - 17:45
Luis Stuhlberger, gestor do fundo Verde 5 de setembro de 2026 - 12:01

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Nem Tesouro IPCA+, nem crédito: aposta de Stuhlberger agora está na bolsa

5 de setembro de 2026 - 12:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar