O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Investidor confia na agenda econômica positiva, com nova pauta das reformas, leilões e privatizações
O Senado deve retomar hoje a votação da reforma da Previdência, em segundo turno, e a expectativa do mercado financeiro é de que os ruídos políticos envolvendo o presidente Jair Bolsonaro e o PSL não ameacem a agenda econômica. Com isso, os investidores já olham para os próximos temas a serem discutidos no Congresso, dando como certa a aprovação de novas regras para aposentadoria ainda esta semana.
Mas enquanto já se pensa na nova pauta das reformas, como a tributária e a administrativa, ou projetos de privatização, muitos pontos da nova Previdência ainda precisam ser discutidos na chamada “PEC paralela”. O principal debate se dá em torno da inclusão de estados e municípios, mas a proposta já recebeu quase 170 emendas, que serão analisadas a partir de amanhã na CCJ.
Hoje, a Comissão de Constituição e Justiça ainda precisa concluir a votação da reforma previdenciária para encaminhar o texto ao plenário do Senado ainda hoje. Essa confiança na aprovação, combinada com a aposta em uma agenda econômica positiva, que conta ainda com a cessão onerosa e leilões de energia, além da percepção de continuidade da queda da taxa básica de juros (Selic) levou a Bolsa brasileira ao topo histórico.
Ontem, o Ibovespa fechou acima dos 106 mil pontos. O que chama atenção é que esse movimento se dá em meio a mais uma saída mensal recorde de capital estrangeiro da renda variável brasileira. Outubro caminha para superar as retiradas externas (no mercado secundário) registradas em agosto, de mais de R$ 10 bilhões. No ano, o saldo estrangeiro líquido já está negativo em mais de R$ 31 bilhões. Mesmo considerando-se as ofertas públicas iniciais de ações (IPO) e follow-on, a conta também fica no vermelho.
Essa falta de apetite dos “gringos” pelas ações brasileiras explica, em parte, porque o dólar segue cotado acima de R$ 4,00 desde meados de agosto. Ontem, a moeda norte-americana devolveu parte da queda de mais de 1% registrada na sexta-feira passada, mas seguiu abaixo de R$ 4,15, com a perda de atratividade no diferencial de juros praticado no Brasil em relação ao retorno visto no exterior mantendo a pressão no câmbio.
Há quem diga que o mercado financeiro doméstico sorri com a nova era de juros baixos no Brasil, mas é “um riso de nervoso...”.
Leia Também
As principais bolsas europeias iniciaram a sessão em baixa e o índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram com um leve viés negativo, após uma sessão positiva na Ásia, apesar do feriado no Japão, com os investidores digerindo os balanços trimestrais das empresas e confiando em um acordo comercial entre Estados Unidos e China em novembro.
Ontem, o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que o acordo de primeira fase com a China está “indo muito bem”. As declarações se somam à fala do vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, sobre “progresso substancial” nas tratativas, o que deixa a sensação de que algo tangível deve ser assinado pelas duas maiores economias do mundo durante cúpula no Chile em meados do mês que vem.
Já o Brexit enfrenta mais uma sessão no Parlamento britânico. A libra esterlina é negociada abaixo de US$ 1,30, à espera de uma aprovação sobre a saída do Reino Unido da União Europeia (UE) ainda neste mês. O dólar também ganha terreno do euro e mede forças em relação às moedas de países emergentes, o que pressiona as commodities. O petróleo cai, enquanto o ouro avança.
A agenda econômica desta terça-feira traz como destaque a prévia de outubro da inflação oficial ao consumidor brasileiro, medida pelo IPCA-15. O indicador deve registrar taxa mensal próxima a zero pelo quinto mês consecutivo, o que tende a levar a taxa acumulada em 12 meses para abaixo de 3%.
Os números efetivos serão conhecidos às 9h e devem calibrar as apostas do mercado financeiro em relação ao rumo da Selic. A próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) está marcada para a semana que vem e os investidores estão divididos quanto à manutenção do ritmo de corte no juro básico, em meio ponto, ou a aceleração para 0,75 pp.
O fato que a inflação local permanece fraca, em meio ao ritmo ainda lento da atividade, o que dá suporte à ideia de que os juros básicos devem permanecer baixos por mais tempo. Antes, sai a prévia da confiança da indústria neste mês (8h). No exterior, destaque apenas para as vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos em setembro (11h).
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)