🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercado mantém radar no exterior, em dia de payroll

Dados de emprego nos EUA em abril devem calibrar apostas em relação aos juros norte-americanos neste ano, após o Fed afastar a chance de corte

Olivia Bulla
Olivia Bulla
3 de maio de 2019
5:29 - atualizado às 9:52
Na agenda doméstica, destaque para os dados da indústria em março -

Com a reforma da Previdência só voltando ao radar do mercado financeiro doméstico na semana que vem, as atenções dos investidores seguem concentradas no cenário externo. Ainda mais porque hoje é dia de divulgação do relatório oficial de emprego nos Estados Unidos (payroll), às 9h30.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dados de abril sobre a geração de vagas e a renda do trabalhador devem calibrar as apostas em relação a um corte nos juros norte-americanos neste ano, após o Federal Reserve ter afastado essa possibilidade. A postura do Fed evitou a euforia dos investidores e trouxe uma correção nos preços dos ativos.

Os comentários não tão amenos (dovish) do presidente do Fed, Jerome Powell, nesta semana, dizendo que a autoridade monetária está “confortável” com a política atual, recalibrou o mercado de juros futuros, empurrando as apostas de um corte de 0,25 ponto na taxa norte-americano no fim deste ano para meados de 2020.

A previsão para o payroll é de abertura de 210 mil postos de trabalho, com a taxa de desemprego seguindo em 3,8%. Mas o foco estará mesmo no ganho médio salarial do trabalhador, que podem indicar pressões inflacionárias à frente. A estimativa é de aumento de 0,3% em relação a março, ganhando ritmo na comparação com a alta de 0,1% no período anterior, mas desacelerando-se a 3,2% no confronto com um ano antes.

Até então, os payrolls já divulgados têm mantido a tônica de sólido crescimento de emprego, sem preocupação com a inflação. Porém, à medida que o cenário de pleno emprego nos EUA se consolida, as dificuldades de contratações tendem a elevar os salários ofertados, permitindo às famílias gastarem mais e pressionando os preços ao consumidor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por ora, o Fed não vê nenhuma necessidade de ação, em termos de política monetária. Ao que tudo indica, o momento é de esperar para ver como irá se definir o atual fenômeno nos EUA de inflação baixa, atividade econômica aquecida, liquidez abundante e melhora constante do mercado de trabalho.

Leia Também

Nos mercados

À espera dos dados mais recentes de emprego no país, os índices futuros das bolsas de Nova York estão em alta, influenciados também pela temporada de balanços norte-americana. Mas os ganhos são limitados, em meio aos ajustes pós-Fed e à preocupação de que um acordo comercial entre EUA e China permanece elusivo.

Na Ásia, a Bolsa de Xangai permaneceu fechada hoje, devido a um feriado, assim como a de Tóquio, que celebra a nova era imperial ao longo de dez dias, o que enfraqueceu o volume financeiro na região. Hong Kong subiu e Seul caiu, enquanto, na Oceania, Sydney também fechou em queda. Na Europa, as principais bolsas estão à deriva.

Nos demais mercados, os juros projetados pelos títulos norte-americanos (Treasuries) estão de lado, após a alta das taxas ontem, ao passo que o dólar segue firme, ganhando terreno das moedas rivais. Entre as commodities, o petróleo continua em queda, após as fortes perdas nos últimos dias, e o cobre também está mais fraco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De um modo geral, os investidores estão buscando um novo catalisador para engatar um rali entre os ativos de risco, apesar dos sinais de que o crescimento econômico global segue frágil.

Agenda também tem dados de atividade e inflação

Além do payroll, a agenda econômica desta sexta-feira tem outros destaques. No Brasil, as atenções se voltam para o desempenho da indústria em março (9h). A previsão é de que a produção tenha recuado 0,8%, anulando a alta registrada em fevereiro. No confronto anual, a atividade deve ter voltado a cair, em -2,5%, após interromper três quedas seguidas.

Se confirmados os números, o setor industrial deve acumular um desempenho negativo no acumulado dos três primeiros meses deste ano, elevando as chances de uma queda do Produto Interno Bruto (PIB) no período. Essa contração realça a perda de dinamismo da economia brasileira na virada de 2018 para 2019.

A agenda política está esvaziada nesta semana. A capital federal segue em clima de feriado, o que mantém o ambiente mais calmo em Brasília, com poucos ruídos no ar. A reforma da Previdência só volta à pauta dos deputados na terça-feira que vem, quando a comissão especial inicia os trabalhos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A questão mais sensível ao mercado é o tamanho dos cortes na proposta original. Já no exterior também serão conhecidos dados de atividade, mas referentes ao setor de serviços nos EUA e no Reino Unido em abril. Já na zona do euro, merecem atenção os índices de preços ao produtor (PPI) e ao consumidor (CPI) no mês passado, logo cedo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar