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Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Bolsa e dólar hoje

Ibovespa fecha em alta e bate novo recorde, na contramão do exterior

Bolsa brasileira continuou animada pelas perspectivas para a reforma da Previdência, mas lá fora pesou a expectativa de cortes menores de juros pelo Fed

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
8 de julho de 2019
11:09 - atualizado às 9:47
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Dados fortes de emprego nos EUA fazem mercados esperarem cortes menores de juros pelo Fed. - Imagem: Seu Dinheiro

A bolsa brasileira terminou o pregão em alta novamente nesta segunda-feira (08), batendo novo recorde de fechamento, apesar do dia negativo no exterior. O Ibovespa avançou 0,42%, aos 104.530 pontos. O dólar à vista fechou em queda de 0,26%, em R$ 3,8081, e os juros futuros seguiram o mesmo movimento.

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O DI para janeiro de 2020 recuou de 5,83% para 5,795%; o DI para janeiro de 2023 caiu de 6,48% para 6,40%; e o DI para janeiro de 2025 teve queda de 7,03% para 6,94%.

Os indicadores continuaram embalados pelo otimismo em torno da aprovação da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara dos Deputados na semana passada e da possível aprovação pelo Plenário da Casa em dois turnos antes do recesso parlamentar de 18 de julho, o que tem parecido factível.

Neste fim de semana, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se mostrou otimista após reunião com líderes partidários e indicou que já tem os votos suficientes para a aprovação. Levantamento do jornal "O Estado de S. Paulo" mostra que faltariam apenas 61 votos para se atingir os 308 necessários para a aprovação.

Algumas lideranças chegaram a informar números maiores, indicando que a proposta pode ser aprovada com folga.

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Vencida a votação na Comissão Especial, a reforma da Previdência será debatida no plenário na Câmara dos Deputados. Segundo Maia, ainda hoje acontecerá uma reunião de líderes. Amanhã, se inicia o debate em torno da proposta e na noite de terça, o presidente da Casa espera construir o processo de votação. Há sessões convocadas para quarta e quinta-feira. Em análise, meu colega Eduardo Campos fala dos próximos passos da tramitação da reforma.

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O pregão desta segunda-feira registrou volumes de negociação reduzidos, em torno de R$ 12,5 bilhões, em razão do feriado em São Paulo amanhã. Nesta terça, não haverá pregão na B3, e os negócios com câmbio ficam restritos a outras praças do país.

Bolsas americanas em queda

No exterior, porém, o clima foi menos animado. Em Nova York, o índice Dow Jones fechou em queda de 0,43%, aos 26.806 pontos; o S&P500 fechou com perdas de 0,48%, aos 2.976 pontos; e o Nasdaq recuou 0,78%, aos 8.098 pontos.

O pano de fundo ainda foram os dados fortes de emprego nos EUA, divulgados na última sexta, que reduziram a perspectiva do mercado para cortes de juros pelo Federal Reserve, o banco central americano. A aposta agora é num corte de 0,25 ponto percentual, contra uma aposta de 0,50 ponto percentual anteriormente.

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Os mercados globais estão de olho nos pronunciamentos do presidente do Fed, Jerome Powell, ao longo desta semana, o primeiro dos quais já nesta terça. Na quarta e na quinta, Powell passa por sabatinas no Congresso americano, onde pode dar pistas sobre a trajetória das taxas de juros. Ainda na quarta, sai a ata da reunião do Fed de junho.

Outro fator que pesou em Nova York nesta segunda-feira é o relatório do Morgan Stanley divulgado no fim de semana que alerta para a fraqueza do crescimento econômico mundial e recomenda a venda de ações globais.

Mais cedo, as bolsas de Xangai e de Seul, na Ásia, fecharam com quedas expressivas de mais de 2% cada uma. As principais bolsas da Europa também fecharam em baixa nesta segunda-feira, seguindo o mesmo movimento de cautela visto nos Estados Unidos, que foi agravado pelo anúncio de profunda reestruturação no Deutsche Bank. O índice pan-europeu Stoxx 600 caiu 0,05%, aos 389 pontos.

Destaques

Via Varejo em alta

A ação da Via Varejo (VVAR3) liderou os ganhos do Ibovespa nesta segunda, fechando com alta de 6,30%. O ânimo ainda reflete o bom humor dos investidores com as mudanças promovidas pelo novo controlador da empresa, Michael Klein, na semana passada.

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Otimismo com a Gol

Os papéis da Gol também apresentaram forte alta nesta segunda. A ação preferencial companhia (GOLL4) subiu 1,26%.

A companhia divulgou estimativas preliminares para o seu resultado no segundo trimestre e agradou. A empresa espera uma margem Ebitda entre 22% e 24%, acima dos 16,4% estimados anteriormente.

Além disso, a receita unitária de passageiro (PRASK) esperada para o segundo trimestre é maior em cerca de 24% frente ao mesmo período do ano passado, enquanto que a alavancagem financeira (Dívida líquida/Ebitda) deve ficar próxima de 3,2 vezes.

Também contribuiu para a alta do papel a expectativa pelo leilão de slots da Avianca, em recuperação judicial, marcado para a próxima quarta-feira (10).

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Tecnisa disparou

Fora do Ibovespa, as ações da construtora Tecnisa (TCSA3) começaram o dia com avanço de 10%, após a companhia informar, no fim de semana, que fará oferta pública primária de 300 milhões de ações para promover o crescimento das suas operações, incluindo a aquisição de novos terrenos, além de melhorar sua estrutura de capital, por meio do pagamento de dívidas e reforço no capital de giro. Os investidores entendem que o aumento de capital contribui para a redução do endividamento da empresa.

Com a forte alta, as ações da empresa entraram em saíram de leilão mais de uma vez no pregão hoje. A ação fechou com valorização de quase 30%.

Petrobras, Vale e CSN

As ações da Petrobras foram beneficiadas pelo anúncio de que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) firmou acordo com a estatal para a venda de ativos no mercado de gás. Os detalhes ainda não foram divulgados. As ações ordinárias (PETR3) fecharam com ganho de 1,93%, enquanto as preferenciais (PETR4) fecharam em alta de 0,91%.

Já as ações da Vale e da CSN foram puxadas para cima pela alta do preço do minério de ferro, que fechou negociado com alta de 3,11% no porto de Qingdao, na China, nesta segunda, a US$ 118,38 a tonelada. Os papéis da Vale (VALE3) avançaram 1,17%. Já os papéis da CSN (CSNA3) tiveram ganho de 3,23%, a quinta maior alta do Ibovespa.

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IRB lidera as perdas

As ações do IRB estiveram entre as maiores quedas do Ibovespa hoje, com recuo de 1,79%. As perdas do papel repercutiram a circular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), que abre caminho para que Banco do Brasil e a União, sócios da resseguradora, se desfaçam das suas participações.

Basicamente, a circular permite que seguradoras e resseguradoras se tornem "corporations", isto é, empresas de controle pulverizado, sem um único dono, o que antes não era possível. O mercado receia que os maiores acionistas - BB, União, Bradesco ou Itaú - decidam se desfazer das suas posições, o que abriria espaço para a entrada de novos acionistas que não necessariamente teriam conhecimento para tocar o negócio.

*Com Estadão Conteúdo

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